segunda-feira, 6 de junho de 2011

Silas Malafaia, ditadura gay edesunião cristã

Sete deputados estaduais
evangélicos aprovam lei gay
no Rio, inclusive irmão de
Silas Malafaia e filho de R.R.
Soares
Julio Severo
Mesmo longe do Brasil, eu estava
acompanhando emocionadamente
a marcha cristã de 1 de junho
contra o PLC 122. A manifestação,
que ocorreu na frente do
Congresso Nacional em Brasília e
foi liderada pelo Pr. Silas Malafaia,
merecia a total atenção de todos
os cristãos.
Estando no exterior, não tenho
acesso às redes de televisão do
Brasil, a não ser pela internet.
Assim sendo, visitei sites de
emissoras evangélicas às 15h,
horário do início do evento, mas
não vi nenhuma delas dando
cobertura.
Numa televisão evangélica de
Brasília, tudo o que pude ver foi a
pregação de uma pastora…
Não é de admirar pois que as
emissoras seculares não tivessem
feito mais do que as emissoras
evangélicas.
Noticiei que compareceram à
manifestação cristã umas 20 mil
pessoas, mas alguns que
participaram dizem o número foi
50 mil ou 80 mil.
Se o PLC 122 ou outra lei
anti-“homofobia” passar, afetará
apenas 20, 50 ou 80 mil pessoas?
Afetará apenas 500 mil pessoas?
Então por que mais pessoas não
compareceram? Por que as redes
evangélicas e católicas não
fizeram cobertura completa da
marcha em defesa da família?
Não foi somente o evento liderado
por Silas Malafaia em Brasília que
enfrentou descaso e contradição
cristã. Em 4 de junho, Malafaia
também liderou a Marcha para
Jesus do Rio e atacou a obsessão
política de Sérgio Cabral pela
sodomia. O governador do Rio,
que havia recebido amplo apoio
de Malafaia e Crivella na sua
primeira eleição, foi com muita
justiça denunciado por Malafaia,
que também exortou a multidão
de participantes a resistirem à
avalanche de leis pró-sodomia
que Cabral está impondo a ferro e
fogo no Rio.
No palanque, Malafaia também
exortou seu irmão, Samuel
Malafaia, a lutar contra as leis de
institucionalização da sodomia.
Essas leis fatalmente geram a
descaracterização e deformação
da família e proteção das crianças.
Não há dúvida de que o irmão de
Malafaia precisa de exortação. A
Assembleia Legislativa do Rio de
Janeiro, onde Samuel Malafaia é
deputado estadual, aprovou em
25 de maio emenda à constituição
estadual nº 23/2007, a qual inclui
o termo“orientação sexual” no rol
dos direitos e garantias
fundamentais, que por sua vez
garantirá a aprovação de
qualquer PLC 122 e outros males
para a sociedade, exclusivamente
para privilegiar a sodomia.
O jornal Extra afirma que os
únicos que votaram contra essa
emenda foram dois deputados
estaduais: Edson Albertassi e
Flávio Bolsonaro, filho do
deputado federal Jair Bolsonaro.
Albertassi foi o único deputado
evangélico a mostrar a cara. Onde
estavam todos os outros
deputados evangélicos?
Desaparecidos? Tomando banho
de sol na praia de Ipanema?
Hospitalizados? Qual é a santa
desculpa que vão apresentar?
Enquanto a população está
preocupada com o feroz avanço
do movimento ideológico gay,
redes evangélicas e católicas de
televisão estão ocupadas demais
para cobrir nossas manifestações,
deixando-nos dependentes de
meros blogs como o meu, que não
têm nem de longe a repercussão
que tem um canal de TV. Mesmo
assim, cada um faz o que pode.
Uma jovem do Rio escreveu o
endereço do meu blog numa
camiseta e, por conta própria,
usou-a na Marcha para Jesus na
esperança de indicar para outros
uma fonte de informação
indisponível na mídia secular e
cristã.
Enquanto a população cristã vota
em políticos cristãos para que
defendam pelo menos os
interesses da família, na hora
crítica da votação de uma
ameaçadora emenda de
“orientação sexual” no Rio, todos
os deputados evangélicos
sumiram do mapa e só Edson
Albertassi e Flávio Bolsonaro se
distinguiram votando contra.
Em seu site, o próprio Silas
Malafaia reconheceu
publicamente que essa emenda é
um perigo e confirmou que já foi
aprovada na primeira votação,
alertando o povo do Rio a
pressionar os deputados
estaduais a votar contra também.
Mas o próprio irmão de Malafaia
não estava com Albertassi e
Bolsonaro quando esses dois
deputados sozinhos disseram
“não” à emenda. A pergunta
intrigante é: Por que o irmão de
Malafaia votou a favor da terrível
emenda? Por que? (O blog
Holofote acaba de confirmar que o
irmão de Silas Malafaia realmente
aprovou a lei gay de Sério Cabral;
não só ele, mas também sete
outros deputados estaduais
evangélicos, inclusive Marcos
Soares, filho do famoso R. R.
Soares, da Igreja Internacional da
Graça.)
Se a população do Rio não reagir
rápido, cobrando energicamente
dos deputados cristãos que
aparentemente estão tirando uma
soneca ou até votando a favor do
mal, o Rio de Janeiro poderá se
tornar no Brasil o primeiro palco
de uma sociedade sob uma lei
onde a ordem suprema é a total
reverência à sodomia.
Se a população do Brasil não
reagir rápido, cobrando
energicamente dos canais
evangélicos e católicos de TV que
decidiram livremente não cobrir
um evento contra a ditadura gay,
chegará o dia em que depois de
uma soneca descobrirão que não
mais têm direito nem liberdade de
decidir. Em vez de poderem
informar que a sodomia é
prejudicial, serão obrigados a
dizer que a sodomia é uma
maravilha inigualável.
Só porque Jesus Cristo disse que
os dias finais seriam como os dias
de Sodoma significa que as
televisões cristãs, com a
cumplicidade de políticos cristãos
que se ausentam de votações
cruciais ou votam no mal, devam
deixar a omissão ou atos
deliberados desempenharem um
papel fundamental para o
cumprimento dessa profecia?
Nota:Parece que a única
televisão evangélica a transmitir a
marcha contra o PLC 122 em
Brasília foi a TV Boas Novas,
conforme informação que acabei
de receber desse canal e que se
encontra na seção de comentários
deste artigo.
Atualizado em 6 de junho.

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