Nestes últimos meses quando temos constantemente ouvido falar de centenário, tem-se associado, pelos lideres das igrejas Assembléia de Deus, ao pentecostes. É muito comum ouvirmos as pessoas, em entrevistas televisivas, louvando ao Senhor por termos chegado a este momento histórico da caminhada; e até vejo motivos para comemorações, mas o que não se pode perder de vista é a situação da igreja como um todo, pois será mesmo que a noiva está santa, pura, ataviada, sem ruga, sem mácula, perfeita como a Santa Palavra nos diz que a dita deve estar? Bem, que a mesma palavra o diga por si.
Será que temos memória curta ao ponto de nos esquecermos dos xingamentos, socos, tapas, quebra-quebra e todo tipo de contenda visto na convenção nacional passada; ou vamos fechar nossos olhos para a festa do centenário que vai ser comemorada dividida, isso mesmo, DIVIDIDA no Pará! Guerra de poder, jogo de influência, discórdias e tantas coisas horríveis mais. Será mesmo que tem sido tudo tão belo como os mesmos responsáveis por tudo isso tem tentado pintar aos nossos olhos, com discursos eloquentes do arrebatamento, que “pode acontecer a qualquer momento” e que levam a multidão ao delírio. Será mesmo que se o arrebatamento acontecesse no dia da festa (ou dois arrebatamentos, uma em cada data, pois as festas vão ser em dias diferentes) a igreja iria para o mesmo seleiro como foi descrito pelo próprio Messias em Matheus? Ou será que muitos, principalmente a liderança, não ficariam a esquerda do Senhor e ouviriam o que eles deixaram de fazer pelo Reino?
Queridos leitores, não faço aqui uma critica para a destruição, mas para a cura das feridas e ai sim edificação. Pois para se edificar um edifício a fim de que não caia, é preciso ter um sólido fundamento que não pode ser outro senão o fundamento dos apóstolos e dos profetas que é a Santa Palavra de Deus. Ouve-se tanto falar de pentecostes e pouco se compreende a respeito, pois, constantemente, os pregadores associam o pentecostes ao sapatear, gritar, ficar eufórico, chorar e tantas outras coisas que nem de longe expressam a verdadeira demonstração de Poder do Reino.
O pentecostes (Shavuôt do original Hebraico - semanas) é na verdade uma festa onde marcantemente comemora-se a entrega da Torá (ao pé da letra Instrução) que é a Santa Palavra escrita do Altíssimo. E um fato que está relatado na Própria Torá é que no evento o povo falou em línguas (isto está em hebraico – colôt- ) e os rabinos dizem que os mandamentos foram dados em 70 linguas, então se vai para atos dos apóstolos, no derramamento do Espírito, há línguas também. O mesmo sinal! Impressionante!
É muito importante fazermos correlações da manifestação do Senhor com as festas bíblicas que foram dadas pelo Altíssimo ao seu povo e que chegaram até as nações através do seu filho Yeshua (jesus) para bênçãos e revelação do caráter do Eterno. Se não tivéssemos (a igreja) em grande parte perdido algumas recomendações importantes da Palavra que nos exorta a vivermos em comunhão, unidade de propósito, em amor, em temor, em santidade e muitas outras, não estaríamos sendo vitimas de tanto egoísmo, divisão, maldade, desprezo da Palavra, profanação e muitas abominações que tem sido impostas pelo reino das trevas e agora também pelos governos internacionais.
Quem tem ouvidos ouça o chamado para o arrependimento e busque ao Altíssimo em oração e sinceridade de coração querendo dele o perdão e a graça que é o revestimento que capacita o homem terreno a se tornar semelhante ao Homem celestial (Yeshua), que se agrada da obediência e como a Palavra nos mostra na primeira carta de João que “não pode viver em pecado (desobediência dos mandamentos), pois a semente divina está nele”.
No Messias, Shalom.
quinta-feira, 9 de junho de 2011
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Silas Malafaia, ditadura gay edesunião cristã
Sete deputados estaduais
evangélicos aprovam lei gay
no Rio, inclusive irmão de
Silas Malafaia e filho de R.R.
Soares
Julio Severo
Mesmo longe do Brasil, eu estava
acompanhando emocionadamente
a marcha cristã de 1 de junho
contra o PLC 122. A manifestação,
que ocorreu na frente do
Congresso Nacional em Brasília e
foi liderada pelo Pr. Silas Malafaia,
merecia a total atenção de todos
os cristãos.
Estando no exterior, não tenho
acesso às redes de televisão do
Brasil, a não ser pela internet.
Assim sendo, visitei sites de
emissoras evangélicas às 15h,
horário do início do evento, mas
não vi nenhuma delas dando
cobertura.
Numa televisão evangélica de
Brasília, tudo o que pude ver foi a
pregação de uma pastora…
Não é de admirar pois que as
emissoras seculares não tivessem
feito mais do que as emissoras
evangélicas.
Noticiei que compareceram à
manifestação cristã umas 20 mil
pessoas, mas alguns que
participaram dizem o número foi
50 mil ou 80 mil.
Se o PLC 122 ou outra lei
anti-“homofobia” passar, afetará
apenas 20, 50 ou 80 mil pessoas?
Afetará apenas 500 mil pessoas?
Então por que mais pessoas não
compareceram? Por que as redes
evangélicas e católicas não
fizeram cobertura completa da
marcha em defesa da família?
Não foi somente o evento liderado
por Silas Malafaia em Brasília que
enfrentou descaso e contradição
cristã. Em 4 de junho, Malafaia
também liderou a Marcha para
Jesus do Rio e atacou a obsessão
política de Sérgio Cabral pela
sodomia. O governador do Rio,
que havia recebido amplo apoio
de Malafaia e Crivella na sua
primeira eleição, foi com muita
justiça denunciado por Malafaia,
que também exortou a multidão
de participantes a resistirem à
avalanche de leis pró-sodomia
que Cabral está impondo a ferro e
fogo no Rio.
No palanque, Malafaia também
exortou seu irmão, Samuel
Malafaia, a lutar contra as leis de
institucionalização da sodomia.
Essas leis fatalmente geram a
descaracterização e deformação
da família e proteção das crianças.
Não há dúvida de que o irmão de
Malafaia precisa de exortação. A
Assembleia Legislativa do Rio de
Janeiro, onde Samuel Malafaia é
deputado estadual, aprovou em
25 de maio emenda à constituição
estadual nº 23/2007, a qual inclui
o termo“orientação sexual” no rol
dos direitos e garantias
fundamentais, que por sua vez
garantirá a aprovação de
qualquer PLC 122 e outros males
para a sociedade, exclusivamente
para privilegiar a sodomia.
O jornal Extra afirma que os
únicos que votaram contra essa
emenda foram dois deputados
estaduais: Edson Albertassi e
Flávio Bolsonaro, filho do
deputado federal Jair Bolsonaro.
Albertassi foi o único deputado
evangélico a mostrar a cara. Onde
estavam todos os outros
deputados evangélicos?
Desaparecidos? Tomando banho
de sol na praia de Ipanema?
Hospitalizados? Qual é a santa
desculpa que vão apresentar?
Enquanto a população está
preocupada com o feroz avanço
do movimento ideológico gay,
redes evangélicas e católicas de
televisão estão ocupadas demais
para cobrir nossas manifestações,
deixando-nos dependentes de
meros blogs como o meu, que não
têm nem de longe a repercussão
que tem um canal de TV. Mesmo
assim, cada um faz o que pode.
Uma jovem do Rio escreveu o
endereço do meu blog numa
camiseta e, por conta própria,
usou-a na Marcha para Jesus na
esperança de indicar para outros
uma fonte de informação
indisponível na mídia secular e
cristã.
Enquanto a população cristã vota
em políticos cristãos para que
defendam pelo menos os
interesses da família, na hora
crítica da votação de uma
ameaçadora emenda de
“orientação sexual” no Rio, todos
os deputados evangélicos
sumiram do mapa e só Edson
Albertassi e Flávio Bolsonaro se
distinguiram votando contra.
Em seu site, o próprio Silas
Malafaia reconheceu
publicamente que essa emenda é
um perigo e confirmou que já foi
aprovada na primeira votação,
alertando o povo do Rio a
pressionar os deputados
estaduais a votar contra também.
Mas o próprio irmão de Malafaia
não estava com Albertassi e
Bolsonaro quando esses dois
deputados sozinhos disseram
“não” à emenda. A pergunta
intrigante é: Por que o irmão de
Malafaia votou a favor da terrível
emenda? Por que? (O blog
Holofote acaba de confirmar que o
irmão de Silas Malafaia realmente
aprovou a lei gay de Sério Cabral;
não só ele, mas também sete
outros deputados estaduais
evangélicos, inclusive Marcos
Soares, filho do famoso R. R.
Soares, da Igreja Internacional da
Graça.)
Se a população do Rio não reagir
rápido, cobrando energicamente
dos deputados cristãos que
aparentemente estão tirando uma
soneca ou até votando a favor do
mal, o Rio de Janeiro poderá se
tornar no Brasil o primeiro palco
de uma sociedade sob uma lei
onde a ordem suprema é a total
reverência à sodomia.
Se a população do Brasil não
reagir rápido, cobrando
energicamente dos canais
evangélicos e católicos de TV que
decidiram livremente não cobrir
um evento contra a ditadura gay,
chegará o dia em que depois de
uma soneca descobrirão que não
mais têm direito nem liberdade de
decidir. Em vez de poderem
informar que a sodomia é
prejudicial, serão obrigados a
dizer que a sodomia é uma
maravilha inigualável.
Só porque Jesus Cristo disse que
os dias finais seriam como os dias
de Sodoma significa que as
televisões cristãs, com a
cumplicidade de políticos cristãos
que se ausentam de votações
cruciais ou votam no mal, devam
deixar a omissão ou atos
deliberados desempenharem um
papel fundamental para o
cumprimento dessa profecia?
Nota:Parece que a única
televisão evangélica a transmitir a
marcha contra o PLC 122 em
Brasília foi a TV Boas Novas,
conforme informação que acabei
de receber desse canal e que se
encontra na seção de comentários
deste artigo.
Atualizado em 6 de junho.
evangélicos aprovam lei gay
no Rio, inclusive irmão de
Silas Malafaia e filho de R.R.
Soares
Julio Severo
Mesmo longe do Brasil, eu estava
acompanhando emocionadamente
a marcha cristã de 1 de junho
contra o PLC 122. A manifestação,
que ocorreu na frente do
Congresso Nacional em Brasília e
foi liderada pelo Pr. Silas Malafaia,
merecia a total atenção de todos
os cristãos.
Estando no exterior, não tenho
acesso às redes de televisão do
Brasil, a não ser pela internet.
Assim sendo, visitei sites de
emissoras evangélicas às 15h,
horário do início do evento, mas
não vi nenhuma delas dando
cobertura.
Numa televisão evangélica de
Brasília, tudo o que pude ver foi a
pregação de uma pastora…
Não é de admirar pois que as
emissoras seculares não tivessem
feito mais do que as emissoras
evangélicas.
Noticiei que compareceram à
manifestação cristã umas 20 mil
pessoas, mas alguns que
participaram dizem o número foi
50 mil ou 80 mil.
Se o PLC 122 ou outra lei
anti-“homofobia” passar, afetará
apenas 20, 50 ou 80 mil pessoas?
Afetará apenas 500 mil pessoas?
Então por que mais pessoas não
compareceram? Por que as redes
evangélicas e católicas não
fizeram cobertura completa da
marcha em defesa da família?
Não foi somente o evento liderado
por Silas Malafaia em Brasília que
enfrentou descaso e contradição
cristã. Em 4 de junho, Malafaia
também liderou a Marcha para
Jesus do Rio e atacou a obsessão
política de Sérgio Cabral pela
sodomia. O governador do Rio,
que havia recebido amplo apoio
de Malafaia e Crivella na sua
primeira eleição, foi com muita
justiça denunciado por Malafaia,
que também exortou a multidão
de participantes a resistirem à
avalanche de leis pró-sodomia
que Cabral está impondo a ferro e
fogo no Rio.
No palanque, Malafaia também
exortou seu irmão, Samuel
Malafaia, a lutar contra as leis de
institucionalização da sodomia.
Essas leis fatalmente geram a
descaracterização e deformação
da família e proteção das crianças.
Não há dúvida de que o irmão de
Malafaia precisa de exortação. A
Assembleia Legislativa do Rio de
Janeiro, onde Samuel Malafaia é
deputado estadual, aprovou em
25 de maio emenda à constituição
estadual nº 23/2007, a qual inclui
o termo“orientação sexual” no rol
dos direitos e garantias
fundamentais, que por sua vez
garantirá a aprovação de
qualquer PLC 122 e outros males
para a sociedade, exclusivamente
para privilegiar a sodomia.
O jornal Extra afirma que os
únicos que votaram contra essa
emenda foram dois deputados
estaduais: Edson Albertassi e
Flávio Bolsonaro, filho do
deputado federal Jair Bolsonaro.
Albertassi foi o único deputado
evangélico a mostrar a cara. Onde
estavam todos os outros
deputados evangélicos?
Desaparecidos? Tomando banho
de sol na praia de Ipanema?
Hospitalizados? Qual é a santa
desculpa que vão apresentar?
Enquanto a população está
preocupada com o feroz avanço
do movimento ideológico gay,
redes evangélicas e católicas de
televisão estão ocupadas demais
para cobrir nossas manifestações,
deixando-nos dependentes de
meros blogs como o meu, que não
têm nem de longe a repercussão
que tem um canal de TV. Mesmo
assim, cada um faz o que pode.
Uma jovem do Rio escreveu o
endereço do meu blog numa
camiseta e, por conta própria,
usou-a na Marcha para Jesus na
esperança de indicar para outros
uma fonte de informação
indisponível na mídia secular e
cristã.
Enquanto a população cristã vota
em políticos cristãos para que
defendam pelo menos os
interesses da família, na hora
crítica da votação de uma
ameaçadora emenda de
“orientação sexual” no Rio, todos
os deputados evangélicos
sumiram do mapa e só Edson
Albertassi e Flávio Bolsonaro se
distinguiram votando contra.
Em seu site, o próprio Silas
Malafaia reconheceu
publicamente que essa emenda é
um perigo e confirmou que já foi
aprovada na primeira votação,
alertando o povo do Rio a
pressionar os deputados
estaduais a votar contra também.
Mas o próprio irmão de Malafaia
não estava com Albertassi e
Bolsonaro quando esses dois
deputados sozinhos disseram
“não” à emenda. A pergunta
intrigante é: Por que o irmão de
Malafaia votou a favor da terrível
emenda? Por que? (O blog
Holofote acaba de confirmar que o
irmão de Silas Malafaia realmente
aprovou a lei gay de Sério Cabral;
não só ele, mas também sete
outros deputados estaduais
evangélicos, inclusive Marcos
Soares, filho do famoso R. R.
Soares, da Igreja Internacional da
Graça.)
Se a população do Rio não reagir
rápido, cobrando energicamente
dos deputados cristãos que
aparentemente estão tirando uma
soneca ou até votando a favor do
mal, o Rio de Janeiro poderá se
tornar no Brasil o primeiro palco
de uma sociedade sob uma lei
onde a ordem suprema é a total
reverência à sodomia.
Se a população do Brasil não
reagir rápido, cobrando
energicamente dos canais
evangélicos e católicos de TV que
decidiram livremente não cobrir
um evento contra a ditadura gay,
chegará o dia em que depois de
uma soneca descobrirão que não
mais têm direito nem liberdade de
decidir. Em vez de poderem
informar que a sodomia é
prejudicial, serão obrigados a
dizer que a sodomia é uma
maravilha inigualável.
Só porque Jesus Cristo disse que
os dias finais seriam como os dias
de Sodoma significa que as
televisões cristãs, com a
cumplicidade de políticos cristãos
que se ausentam de votações
cruciais ou votam no mal, devam
deixar a omissão ou atos
deliberados desempenharem um
papel fundamental para o
cumprimento dessa profecia?
Nota:Parece que a única
televisão evangélica a transmitir a
marcha contra o PLC 122 em
Brasília foi a TV Boas Novas,
conforme informação que acabei
de receber desse canal e que se
encontra na seção de comentários
deste artigo.
Atualizado em 6 de junho.
Escândalo: Alunos do Acre sãotrancados em salas de aula eobrigados a assistir aosvídeos do kit gay
Comentário de Julio Severo:
Ministro da educação havia dito
que“kit gay” não tinha sido
aprovado, mas escolas do Acre,
com a permissão do MEC, forçam
alunos a assistir vídeos
homossexuais do kit. Se os alunos
tivessem sido trancados em sala
de aula para aprender sobre
Cristianismo, a TV Globo, a TV
Record, todos os jornais, o
Congresso e outras autoridades
estariam exigindo a prisão de
todos os responsáveis pelo crime
de forçar alunos ao Cristianismo.
Mas e agora que o caso envolve a
glorificação do“amor” anal entre
homens? Quem está pedindo
cadeia para os criminosos que
forçaram alunos a assistir vídeos
do kit gay em salas de aula
trancadas? Onde está a justiça?
Onde estão os direitos das
crianças tão proclamados por esse
governo? Onde estão os direitos
dos pais? O Pr. José Ildson, que
comandou a mobilização contra o
crime contra os alunos, está de
parabéns. Em fevereiro de 2008,
tive uma longa conversa pessoal
com ele e considero-o um grande
um batalhador.
A denúncia a seguir foi feita por
Reinaldo Azevedo:
FORA, HADDAD! Alunos do
Acre, governado pelo PT,
estavam sendo obrigado a
assistir filmes do“kit gay”
vetado por Dilma
Reinaldo Azevedo
Você já gritou hoje “FORA,
HADDAD!”? Ainda não? Então tem
agora mais um motivo para fazê-
lo.Atenção! O tal “kit gay” já
tinha sido distribuído a
escolas de Rio Branco, capital
do Acre— governado por Tião
Viana, do PT — e, consta, de
Recife, o que não consegui
confirmar.
Isso significa que, para não variar,
Fernando Haddad, ministro da
Educação— aquele que acha mais
evoluído matar pessoas depois de
ler livros do que matá-las sem os
ter lido—, deixou de dizer a
verdade ao afirmar que o
material não tinha sido ainda
aprovado pelo MEC.
É escandaloso que o governador
Tião Viana permita que os
estudantes do Acre tenham
acesso a um material considerado
inadequado por diversos
especialistas e que foi vetado pela
própria presidente da República.
Pior: os alunos estavam sendo
obrigatoriamente submetidos
às sessões, o que, na prática,
até um secretário de estado
admite.
FORA, HADDAD! Leiam o que
informa agazeta.net, do Acre:
Governo suspende
distribuição do Kit Gay em Rio
Branco
O secretário [Henrique Corinto, de
Justiça e Direitos Humanos] foi
convocado pela bancada
evangélica na Assembléia
Legislativa do estado para
explicar denúncias de que
estudantes da rede estadual
de ensino estavam sendo
obrigados a assistir aos
vídeos distribuídos pelo MEC
na luta contra a homofobia.Os
deputados fizeram questão de
assistir os vídeos na presença do
secretário.
“Nós recebemos denúncias de
estudantes e de pais de alunos
que, na escola Armando Nogueira,
os professores estavam
obrigando os alunos a assistir
aos vídeos. Muitos estudantes
reclamaram que nem sequer
puderam sair da sala, que foi
trancada. O próprio diretor da
escola confirmou que estava
sendo obrigado pelo
secretário de educação a
exibir os vídeos”, explicou o
deputado Astério Moreira (PRP).
Os deputados, que não gostaram
do filme que trata da paixão de
um adolescente do sexo
masculino por outro do mesmo
sexo, ficaram ainda mais
indignados ao saber que, apesar
de proibidos nos outros estados
da federação,os vídeos
continuaram a ser exibidos
para os estudantes acreanos
porque a ação faz parte de um
plano piloto em execução em Rio
Branco e em Recife.“Isso é
crime. Quer dizer que estão
usando nossas crianças como
cobaias”?, reclamou a deputada
Antônia Sales (PMDB).
Já o pastor José Ildson,
presente à reunião, informou
ao secretário que, se o
governo insistisse na
divulgação do material, a
sociedade seria mobilizada
contra a prática. “Se é
proibido falar de religião nas
escolas, por que é obrigado
falar de homossexualismo?
Não vejo bom senso nessa
medida, e vamos reagir
contra. Não podemos ser
punidos por defender a
família, o que não significa
que sejamos contra os
homossexuais. Somos contra
a indução, a apologia à
prática”, esclareceu o pastor.
Após a conversa de
aproximadamente duas horas, o
secretário de Direitos Humanos
declarou suspensa a exibição dos
vídeos nas escolas da rede
pública da capital.“O assunto é
polêmico e deve ser mais bem
esclarecido. Não queremos
alimentar polêmica; por isso
decidi suspender a partir de
hoje”, disse Henrique Corinto.
A propósito: Marina Silva, que
é “governo” no Acre, vai se
calar?
Ministro da educação havia dito
que“kit gay” não tinha sido
aprovado, mas escolas do Acre,
com a permissão do MEC, forçam
alunos a assistir vídeos
homossexuais do kit. Se os alunos
tivessem sido trancados em sala
de aula para aprender sobre
Cristianismo, a TV Globo, a TV
Record, todos os jornais, o
Congresso e outras autoridades
estariam exigindo a prisão de
todos os responsáveis pelo crime
de forçar alunos ao Cristianismo.
Mas e agora que o caso envolve a
glorificação do“amor” anal entre
homens? Quem está pedindo
cadeia para os criminosos que
forçaram alunos a assistir vídeos
do kit gay em salas de aula
trancadas? Onde está a justiça?
Onde estão os direitos das
crianças tão proclamados por esse
governo? Onde estão os direitos
dos pais? O Pr. José Ildson, que
comandou a mobilização contra o
crime contra os alunos, está de
parabéns. Em fevereiro de 2008,
tive uma longa conversa pessoal
com ele e considero-o um grande
um batalhador.
A denúncia a seguir foi feita por
Reinaldo Azevedo:
FORA, HADDAD! Alunos do
Acre, governado pelo PT,
estavam sendo obrigado a
assistir filmes do“kit gay”
vetado por Dilma
Reinaldo Azevedo
Você já gritou hoje “FORA,
HADDAD!”? Ainda não? Então tem
agora mais um motivo para fazê-
lo.Atenção! O tal “kit gay” já
tinha sido distribuído a
escolas de Rio Branco, capital
do Acre— governado por Tião
Viana, do PT — e, consta, de
Recife, o que não consegui
confirmar.
Isso significa que, para não variar,
Fernando Haddad, ministro da
Educação— aquele que acha mais
evoluído matar pessoas depois de
ler livros do que matá-las sem os
ter lido—, deixou de dizer a
verdade ao afirmar que o
material não tinha sido ainda
aprovado pelo MEC.
É escandaloso que o governador
Tião Viana permita que os
estudantes do Acre tenham
acesso a um material considerado
inadequado por diversos
especialistas e que foi vetado pela
própria presidente da República.
Pior: os alunos estavam sendo
obrigatoriamente submetidos
às sessões, o que, na prática,
até um secretário de estado
admite.
FORA, HADDAD! Leiam o que
informa agazeta.net, do Acre:
Governo suspende
distribuição do Kit Gay em Rio
Branco
O secretário [Henrique Corinto, de
Justiça e Direitos Humanos] foi
convocado pela bancada
evangélica na Assembléia
Legislativa do estado para
explicar denúncias de que
estudantes da rede estadual
de ensino estavam sendo
obrigados a assistir aos
vídeos distribuídos pelo MEC
na luta contra a homofobia.Os
deputados fizeram questão de
assistir os vídeos na presença do
secretário.
“Nós recebemos denúncias de
estudantes e de pais de alunos
que, na escola Armando Nogueira,
os professores estavam
obrigando os alunos a assistir
aos vídeos. Muitos estudantes
reclamaram que nem sequer
puderam sair da sala, que foi
trancada. O próprio diretor da
escola confirmou que estava
sendo obrigado pelo
secretário de educação a
exibir os vídeos”, explicou o
deputado Astério Moreira (PRP).
Os deputados, que não gostaram
do filme que trata da paixão de
um adolescente do sexo
masculino por outro do mesmo
sexo, ficaram ainda mais
indignados ao saber que, apesar
de proibidos nos outros estados
da federação,os vídeos
continuaram a ser exibidos
para os estudantes acreanos
porque a ação faz parte de um
plano piloto em execução em Rio
Branco e em Recife.“Isso é
crime. Quer dizer que estão
usando nossas crianças como
cobaias”?, reclamou a deputada
Antônia Sales (PMDB).
Já o pastor José Ildson,
presente à reunião, informou
ao secretário que, se o
governo insistisse na
divulgação do material, a
sociedade seria mobilizada
contra a prática. “Se é
proibido falar de religião nas
escolas, por que é obrigado
falar de homossexualismo?
Não vejo bom senso nessa
medida, e vamos reagir
contra. Não podemos ser
punidos por defender a
família, o que não significa
que sejamos contra os
homossexuais. Somos contra
a indução, a apologia à
prática”, esclareceu o pastor.
Após a conversa de
aproximadamente duas horas, o
secretário de Direitos Humanos
declarou suspensa a exibição dos
vídeos nas escolas da rede
pública da capital.“O assunto é
polêmico e deve ser mais bem
esclarecido. Não queremos
alimentar polêmica; por isso
decidi suspender a partir de
hoje”, disse Henrique Corinto.
A propósito: Marina Silva, que
é “governo” no Acre, vai se
calar?
sábado, 4 de junho de 2011
Comissários de casamento deAmsterdã deverão sesubmeter a inspeções anuaispara garantir apoio ao“casamento” gay
Patrick B. Craine
AMSTERDÃ, Holanda, 2 de junho
de 2011 (Notícias Pró-Família) —
Comissários de casamento de um
distrito de Amsterdã serão
forçados a se submeter a
avaliações anuais para garantir
que apoiem“casamentos” de
mesmo sexo depois que se
descobriu que duas comissárias
se recusaram a celebrar as
cerimônias.
Desde 2007, a prefeitura do
distrito Nieuw-West de Amsterdã
só contrata comissários que
concordam em realizar
“casamentos” de mesmo sexo, e
as autoridades aparentemente
acreditavam que o distrito estava
livre de pessoas que“fazem
objeções por motivos de
consciência”.
Uma das duas comissárias que
tinham objeções por motivos de
consciência havia sido contratada
antes da mudança de 2007, mas a
outra disse que não tinha
objeções à realização de
“casamentos” de mesmo sexo
quando foi contratada no ano
passado. A segunda comissária
está agora sob investigação para
se apurar se ela mudou de opinião
ou mentiu para o entrevistador.
Se mentiu, ela provavelmente
será demitida.
As avaliações anuais foram
propostas pelo vereador Ronald
Mauer depois do surgimento de
notícias sobre as duas
comissárias. Não se sabe quais
consequências as duas
comissárias enfrentarão se a
avalição delas mostrar que elas
não querem realizar as
cerimônias.
A Holanda é um dos muitos países
ocidentais em que os comissários
de casamento são proibidos de ter
liberdade de consciência em face
de leis que permitem
“casamentos” ou uniões civis de
mesmo sexo.
Num caso muito conhecido pelo
público, Lillian Ladele, escrivã civil
britânica, foi forçada a se demitir
quando seus patrões na prefeitura
de Islington tentaram exigir que
ela realizasse cerimônias de
parceria civil homossexual. Ela
levou seu caso até o Supremo
Tribunal da Inglaterra, que
recusou lhe dar uma audiência em
2010 sob o pretexto de que o
caso dela não tinha“importância
pública geral”. Ela está agora indo
para o Tribunal Europeu de
Direitos Humanos.
Na província de Saskatchewan no
Canadá, o governo prometeu em
janeiro demitir todos os
comissários de casamento que se
recusarem a“casar” duplas
homossexuais. Essa medida foi
imposta depois que a Corte de
Apelação de Saskatchewan
decidiu que muito mais
importante do que os direitos dos
comissários à liberdade de religião
e consciência é o direito dos
homossexuais à liberdade contra
toda discriminação.
AMSTERDÃ, Holanda, 2 de junho
de 2011 (Notícias Pró-Família) —
Comissários de casamento de um
distrito de Amsterdã serão
forçados a se submeter a
avaliações anuais para garantir
que apoiem“casamentos” de
mesmo sexo depois que se
descobriu que duas comissárias
se recusaram a celebrar as
cerimônias.
Desde 2007, a prefeitura do
distrito Nieuw-West de Amsterdã
só contrata comissários que
concordam em realizar
“casamentos” de mesmo sexo, e
as autoridades aparentemente
acreditavam que o distrito estava
livre de pessoas que“fazem
objeções por motivos de
consciência”.
Uma das duas comissárias que
tinham objeções por motivos de
consciência havia sido contratada
antes da mudança de 2007, mas a
outra disse que não tinha
objeções à realização de
“casamentos” de mesmo sexo
quando foi contratada no ano
passado. A segunda comissária
está agora sob investigação para
se apurar se ela mudou de opinião
ou mentiu para o entrevistador.
Se mentiu, ela provavelmente
será demitida.
As avaliações anuais foram
propostas pelo vereador Ronald
Mauer depois do surgimento de
notícias sobre as duas
comissárias. Não se sabe quais
consequências as duas
comissárias enfrentarão se a
avalição delas mostrar que elas
não querem realizar as
cerimônias.
A Holanda é um dos muitos países
ocidentais em que os comissários
de casamento são proibidos de ter
liberdade de consciência em face
de leis que permitem
“casamentos” ou uniões civis de
mesmo sexo.
Num caso muito conhecido pelo
público, Lillian Ladele, escrivã civil
britânica, foi forçada a se demitir
quando seus patrões na prefeitura
de Islington tentaram exigir que
ela realizasse cerimônias de
parceria civil homossexual. Ela
levou seu caso até o Supremo
Tribunal da Inglaterra, que
recusou lhe dar uma audiência em
2010 sob o pretexto de que o
caso dela não tinha“importância
pública geral”. Ela está agora indo
para o Tribunal Europeu de
Direitos Humanos.
Na província de Saskatchewan no
Canadá, o governo prometeu em
janeiro demitir todos os
comissários de casamento que se
recusarem a“casar” duplas
homossexuais. Essa medida foi
imposta depois que a Corte de
Apelação de Saskatchewan
decidiu que muito mais
importante do que os direitos dos
comissários à liberdade de religião
e consciência é o direito dos
homossexuais à liberdade contra
toda discriminação.
Escândalo: Alunos do Acre sãotrancados em salas de aula eobrigados a assistir aosvídeos do kit gay
Comentário de Julio Severo:
Ministro da educação havia dito
que“kit gay” não tinha sido
aprovado, mas escolas do Acre,
com a permissão do MEC, forçam
alunos a assistir vídeos
homossexuais do kit. Se os alunos
tivessem sido trancados em sala
de aula para aprender sobre
Cristianismo, a TV Globo, a TV
Record, todos os jornais, o
Congresso e outras autoridades
estariam exigindo a prisão de
todos os responsáveis pelo crime
de forçar alunos ao Cristianismo.
Mas e agora que o caso envolve a
glorificação do“amor” anal entre
homens? Quem está pedindo
cadeia para os criminosos que
forçaram alunos a assistir vídeos
do kit gay em salas de aula
trancadas? Onde está a justiça?
Onde estão os direitos das
crianças tão proclamados por esse
governo? Onde estão os direitos
dos pais? O Pr. José Ildson, que
comandou a mobilização contra o
crime contra os alunos, está de
parabéns. Em fevereiro de 2008,
tive uma longa conversa pessoal
com ele e considero-o um grande
um batalhador.
A denúncia a seguir foi feita por
Reinaldo Azevedo:
FORA, HADDAD! Alunos do
Acre, governado pelo PT,
estavam sendo obrigado a
assistir filmes do“kit gay”
vetado por Dilma
Reinaldo Azevedo
Você já gritou hoje “FORA,
HADDAD!”? Ainda não? Então tem
agora mais um motivo para fazê-
lo.Atenção! O tal “kit gay” já
tinha sido distribuído a
escolas de Rio Branco, capital
do Acre— governado por Tião
Viana, do PT — e, consta, de
Recife, o que não consegui
confirmar.
Isso significa que, para não variar,
Fernando Haddad, ministro da
Educação— aquele que acha mais
evoluído matar pessoas depois de
ler livros do que matá-las sem os
ter lido—, deixou de dizer a
verdade ao afirmar que o
material não tinha sido ainda
aprovado pelo MEC.
É escandaloso que o governador
Tião Viana permita que os
estudantes do Acre tenham
acesso a um material considerado
inadequado por diversos
especialistas e que foi vetado pela
própria presidente da República.
Pior: os alunos estavam sendo
obrigatoriamente submetidos
às sessões, o que, na prática,
até um secretário de estado
admite.
FORA, HADDAD! Leiam o que
informa agazeta.net, do Acre:
Governo suspende
distribuição do Kit Gay em Rio
Branco
O secretário [Henrique Corinto, de
Justiça e Direitos Humanos] foi
convocado pela bancada
evangélica na Assembléia
Legislativa do estado para
explicar denúncias de que
estudantes da rede estadual
de ensino estavam sendo
obrigados a assistir aos
vídeos distribuídos pelo MEC
na luta contra a homofobia.Os
deputados fizeram questão de
assistir os vídeos na presença do
secretário.
“Nós recebemos denúncias de
estudantes e de pais de alunos
que, na escola Armando Nogueira,
os professores estavam
obrigando os alunos a assistir
aos vídeos. Muitos estudantes
reclamaram que nem sequer
puderam sair da sala, que foi
trancada. O próprio diretor da
escola confirmou que estava
sendo obrigado pelo
secretário de educação a
exibir os vídeos”, explicou o
deputado Astério Moreira (PRP).
Os deputados, que não gostaram
do filme que trata da paixão de
um adolescente do sexo
masculino por outro do mesmo
sexo, ficaram ainda mais
indignados ao saber que, apesar
de proibidos nos outros estados
da federação,os vídeos
continuaram a ser exibidos
para os estudantes acreanos
porque a ação faz parte de um
plano piloto em execução em Rio
Branco e em Recife.“Isso é
crime. Quer dizer que estão
usando nossas crianças como
cobaias”?, reclamou a deputada
Antônia Sales (PMDB).
Já o pastor José Ildson,
presente à reunião, informou
ao secretário que, se o
governo insistisse na
divulgação do material, a
sociedade seria mobilizada
contra a prática. “Se é
proibido falar de religião nas
escolas, por que é obrigado
falar de homossexualismo?
Não vejo bom senso nessa
medida, e vamos reagir
contra. Não podemos ser
punidos por defender a
família, o que não significa
que sejamos contra os
homossexuais. Somos contra
a indução, a apologia à
prática”, esclareceu o pastor.
Após a conversa de
aproximadamente duas horas, o
secretário de Direitos Humanos
declarou suspensa a exibição dos
vídeos nas escolas da rede
pública da capital.“O assunto é
polêmico e deve ser mais bem
esclarecido. Não queremos
alimentar polêmica; por isso
decidi suspender a partir de
hoje”, disse Henrique Corinto.
A propósito: Marina Silva, que
é “governo” no Acre, vai se
calar?
Ministro da educação havia dito
que“kit gay” não tinha sido
aprovado, mas escolas do Acre,
com a permissão do MEC, forçam
alunos a assistir vídeos
homossexuais do kit. Se os alunos
tivessem sido trancados em sala
de aula para aprender sobre
Cristianismo, a TV Globo, a TV
Record, todos os jornais, o
Congresso e outras autoridades
estariam exigindo a prisão de
todos os responsáveis pelo crime
de forçar alunos ao Cristianismo.
Mas e agora que o caso envolve a
glorificação do“amor” anal entre
homens? Quem está pedindo
cadeia para os criminosos que
forçaram alunos a assistir vídeos
do kit gay em salas de aula
trancadas? Onde está a justiça?
Onde estão os direitos das
crianças tão proclamados por esse
governo? Onde estão os direitos
dos pais? O Pr. José Ildson, que
comandou a mobilização contra o
crime contra os alunos, está de
parabéns. Em fevereiro de 2008,
tive uma longa conversa pessoal
com ele e considero-o um grande
um batalhador.
A denúncia a seguir foi feita por
Reinaldo Azevedo:
FORA, HADDAD! Alunos do
Acre, governado pelo PT,
estavam sendo obrigado a
assistir filmes do“kit gay”
vetado por Dilma
Reinaldo Azevedo
Você já gritou hoje “FORA,
HADDAD!”? Ainda não? Então tem
agora mais um motivo para fazê-
lo.Atenção! O tal “kit gay” já
tinha sido distribuído a
escolas de Rio Branco, capital
do Acre— governado por Tião
Viana, do PT — e, consta, de
Recife, o que não consegui
confirmar.
Isso significa que, para não variar,
Fernando Haddad, ministro da
Educação— aquele que acha mais
evoluído matar pessoas depois de
ler livros do que matá-las sem os
ter lido—, deixou de dizer a
verdade ao afirmar que o
material não tinha sido ainda
aprovado pelo MEC.
É escandaloso que o governador
Tião Viana permita que os
estudantes do Acre tenham
acesso a um material considerado
inadequado por diversos
especialistas e que foi vetado pela
própria presidente da República.
Pior: os alunos estavam sendo
obrigatoriamente submetidos
às sessões, o que, na prática,
até um secretário de estado
admite.
FORA, HADDAD! Leiam o que
informa agazeta.net, do Acre:
Governo suspende
distribuição do Kit Gay em Rio
Branco
O secretário [Henrique Corinto, de
Justiça e Direitos Humanos] foi
convocado pela bancada
evangélica na Assembléia
Legislativa do estado para
explicar denúncias de que
estudantes da rede estadual
de ensino estavam sendo
obrigados a assistir aos
vídeos distribuídos pelo MEC
na luta contra a homofobia.Os
deputados fizeram questão de
assistir os vídeos na presença do
secretário.
“Nós recebemos denúncias de
estudantes e de pais de alunos
que, na escola Armando Nogueira,
os professores estavam
obrigando os alunos a assistir
aos vídeos. Muitos estudantes
reclamaram que nem sequer
puderam sair da sala, que foi
trancada. O próprio diretor da
escola confirmou que estava
sendo obrigado pelo
secretário de educação a
exibir os vídeos”, explicou o
deputado Astério Moreira (PRP).
Os deputados, que não gostaram
do filme que trata da paixão de
um adolescente do sexo
masculino por outro do mesmo
sexo, ficaram ainda mais
indignados ao saber que, apesar
de proibidos nos outros estados
da federação,os vídeos
continuaram a ser exibidos
para os estudantes acreanos
porque a ação faz parte de um
plano piloto em execução em Rio
Branco e em Recife.“Isso é
crime. Quer dizer que estão
usando nossas crianças como
cobaias”?, reclamou a deputada
Antônia Sales (PMDB).
Já o pastor José Ildson,
presente à reunião, informou
ao secretário que, se o
governo insistisse na
divulgação do material, a
sociedade seria mobilizada
contra a prática. “Se é
proibido falar de religião nas
escolas, por que é obrigado
falar de homossexualismo?
Não vejo bom senso nessa
medida, e vamos reagir
contra. Não podemos ser
punidos por defender a
família, o que não significa
que sejamos contra os
homossexuais. Somos contra
a indução, a apologia à
prática”, esclareceu o pastor.
Após a conversa de
aproximadamente duas horas, o
secretário de Direitos Humanos
declarou suspensa a exibição dos
vídeos nas escolas da rede
pública da capital.“O assunto é
polêmico e deve ser mais bem
esclarecido. Não queremos
alimentar polêmica; por isso
decidi suspender a partir de
hoje”, disse Henrique Corinto.
A propósito: Marina Silva, que
é “governo” no Acre, vai se
calar?
sexta-feira, 27 de maio de 2011
Pastor brasileiro condenado à prisão por bater em filhas fica louco

AMAZONAS, Brasil, 28 de março de 2011 (Notícias Pró-Família) — Um pastor brasileiro da região do Amazonas ficou mentalmente doente depois de ser preso por bater em suas duas filhas, de acordo com reportagens dos meios de comunicação locais. Até recentemente, conforme noticiaram as reportagens, o pastor estava algemado a uma cama de hospital presidiário, onde ele era forçado até mesmo a fazer necessidade em frente dos funcionários.
Jeremias Rocha permaneceu preso durante meses por bater em suas filhas, na total ausência de de evidências ou até mesmo uma condenação.
Jeremias Albuquerque Rocha, que acabou de completar 26 anos, era um atuante pastor evangélico na cidade de Carauari até maio do ano passado, quando uma agente do conselho tutelar o denunciou por bater em suas filhas, pelo que ele foi acusado de “tortura”.
Apesar de que nenhuma evidência física tivesse sido apresentada ao juiz, Rocha foi colocado em detenção preventiva, numa cela de prisão tão cheia de presos que ele era forçado a ficar de pé o dia inteiro, e tinha de dormir agachado no chão, que estava coberto de papelão.
Passaram-se meses sem nenhuma solução. Em nenhum momento se apresentou algum relatório médico documentando qualquer marca física [no caso de suas filhas] nem houve nenhum exame físico confirmando ferimentos — provas que a lei exige. Em agosto, Rocha havia, conforme as reportagens, começado a chorar e desmaiar dentro de sua cela. Quando foi levado a um hospital próximo e diagnosticado com doença mental, o juiz Jânio Tutomu Takeda se recusou a acreditar no diagnóstico, afirmando que Rocha estava “fingindo”, e ordenou que ele fosse algemado à cama do hospital.
As reportagens mostraram que o juiz Takeda rejeitou os relatórios dos médicos enquanto a situação de Rocha estava se deteriorando. Em 9 de dezembro, os médicos deram dois relatórios sobre Rocha, diagnosticando-o com “graves ataques de pânico e profunda depressão, tentativas suicidas” e recomendando que lhe retirassem as algemas e que ele fosse transferido para uma instituição psiquiátrica especializada. Outro relatório foi dado em 21 de janeiro deste ano, notando a grave situação de Rocha e recomendando prisão domiciliar ou remoção para uma unidade especializada.
Apesar dos pedidos de seus médicos, Rocha continuou algemado à cama até 2 de fevereiro, quando seu pai entrou com pedido de habeas corpus e uma queixa formal diante da comissão de direitos humanos do Amazonas. Embora as algemas tivessem sido removidas, as reportagens mostraram que ele ainda tem marcas nos pulsos e pés e permanece em situação grave.
“Na semana passada, mais precisamente no dia 3 de março, Jeremias Albuquerque Rocha, que há dois anos era ministro evangélico em Carauari, um município 786 km distante de Manaus, completou 26 anos de idade, mas ele esteve alheio a data”, conforme reportagem feita no começo deste mês pelo jornal Portal do Holanda. “Jeremias não lembrou do próprio aniversário, mal lembra do seu nome. Seu estado é catatônico, olhar preso ao teto ou ao chão, fica permanentemente calado, a não ser nos momentos em que entra em pânico, aos berros pede para não lhe colocarem algemas ou passa horas tendo repetidas crises de choro convulsivo”.
Quando Epitácio da Silva Almeida, o presidente da Comissão de Direitos Humanos do Amazonas, chegou em 3 de março para examinar Rocha e investigar o caso, o juiz Takeda de repente anunciou que ele já tinha dado a sentença em fevereiro, embora as reportagens tivessem mostrado que os autos processuais não foram achados em parte alguma e o veredicto jamais tivesse sido anunciado. Takeda disse que condenou Rocha e o sentenciou a seis anos e meio de prisão.
Almeida diz que planeja iniciar representação legal contra Takeda, e o presidente do Tribunal de Justiça do Amazonas, João Simões, também prometeu tomar medidas legais no caso, depois de sua própria investigação.
Blogagem profética
Blogs como instrumentos da voz do Reino de Deus
Julio Severo
Dias atrás, recebi mensagem de alguém que visitou meu blog:
Julio, tubo bom?
Na ultima terça feira (26/04/2011) na hora do almoço eu estava cochilando e durante o sonho me veio um nome na cabeça. Eu não costumo anotar meus sonhos, mas o nome estava muito claro. Acordei e anotei o nome que veio no sonho: JULIO SEVERO.
Nunca tinha ouvido falar no seu nome antes e quando cheguei coloquei no Google e vi que vc tb é um cristão e que luta para que o princípios do Evangelho não sejam corrompidos.
Bom, não acredito em coincidência…
Eu também não acredito em coincidência, pelo menos não desse tipo.
Em minha entrevista à revista Cristianismo Hoje eu disse:
No começo de 1995 senti claramente Deus me dirigindo a escrever um livro sobre a ameaça do movimento homossexual. Durante algumas semanas, hesitei, pois o tema homossexual era um tabu enorme. Não havia paradas gays, nem a obsessão homossexual que vemos hoje em tudo: escolas, mídia, etc. Depois de algum tempo, venci meus temores e aceitei o chamado do Espírito, começando a pesquisar sobre o movimento homossexual. Quando, em meados de 1995, ocorreu no Brasil a primeira conferência internacional da ILGA no hemisfério sul, entendi a intenção divina de me chamar para o combate, pois depois da conferência os grupos gays brasileiros ganharam um impulso extraordinário para avançar. Deus antecipou essa agressão espiritual do inferno com uma ação da agenda do Reino de Deus. Foi assim que nasceu meu livro “O Movimento Homossexual”, publicado pela Editora Betânia em 1998.
Quando meu livro “O Movimento Homossexual” foi publicado em 1998, muitos o acharam exagerado e disseram que suas previsões nunca ocorreriam. Infelizmente, acabaram ocorrendo. E quem leu, hoje me chama de profeta. O exagerado de ontem é o profeta de hoje.
Em 1999, ao receber um exemplar autografado do meu livro O Movimento Homossexual, o Bispo Robson Rodovalho disse ter sentido uma revelação onde no futuro eu seria muito perseguido por causa da mensagem do meu livro, tendo de fugir de lugar para lugar. Foi uma palavra profética certeira, porém me entristece ver aquele que a entregou tendo se ligado ao sistema político que originou o PLC 122 e outras barbaridades.
Em 2002, mesmo sem um blog, comecei a alertar contra uma vitória eleitoral de Lula. Em 2003, com apenas uma página de artigos no JesusSite, revelo ao Brasil em primeiro mão que o governo Lula havia apresentado na ONU uma resolução classificando o homossexualismo como direito humano inalienável. Essa foi a primeira vez que esse tipo de iniciativa chega à ONU.
Depois da minha denúncia, um deputado federal pediu, da tribuna do Congresso, explicações ao governo pelo fato de que os representantes brasileiros na ONU estavam tomando atitudes sem o conhecimento do povo brasileiro e do Congresso. Houve também um abaixo-assinado contra a resolução do governo Lula e o site JesusSite sofreu ataques de hackers, chegando a ficar fora do ar. Apesar das muitas ameaças que recebeu para remover meus artigos, o JesusSite permaneceu firme.
A pioneira resolução do governo Lula na ONU nunca avançou, e a ILGA, a maior organização homossexual do mundo, se queixou de que uma resistência de base dentro do Brasil originada de sites “extremistas” estava ajudando a deter a resolução. Quem foi que disse que hoje não há pequenos Davis para deter gigantes Golias?
Com as obsessivas políticas pró-homossexualismo do governo Lula, a mensagem do meu livro, que antes era vista como exagerada, estava agora fazendo muito mais sentido. Até mesmo parlamentares estavam, em seus discursos no Congresso, fazendo referência ao meu livro.
Depois de uma insistência inspirada de um querido irmão da Chamada da Meia-Noite, acabei criando um blog no começo de 2005, e esse irmão me orientou em todos os passos iniciais. No primeiro ano, publiquei muito pouco.
Somente depois é que fui escrevendo alertas para o Brasil com mais regularidade. E Deus me honrou. Na mesma época, o filósofo e teólogo reformado Harold O. J. Brown me convida para escrever a matéria principal do seu periódico acadêmico The Religion & Society Report. A matéria, que foi publicada em versão impressa em inglês em agosto de 2006 e tem uma versão online em inglês, conta também com minha tradução. Essa foi primeira vez que vi meu trabalho de alerta sendo reconhecido por um respeitável meio de comunicação internacional.
Minha voz pequena, através do meu blog, estava agora mostrando aos Estados Unidos e ao mundo a face gayzista de Lula e sua ideologia socialista. O próprio Dr. Brown me disse que ele não sabia que Lula era tão radical, e ele queria ajudar as pessoas fora do Brasil a conhecer a verdade.
Em 2007, dei entrevista para LifeSiteNews, que é o maior site católico de notícias pró-vida do mundo. Era a minha pequena voz ecoando com valores imutáveis que transcendem fronteiras.
Entretanto, no que se refere à atuação do meu simples blog, o que mais marcou em 2007 foi a conscientização do PLC 122. Em fevereiro de 2007, um grupo de influentes católicos conservadores me procurou para participar de uma campanha de esclarecimento. Eles haviam lido os meus textos sobre a homossexualidade, preparado um documento com base nos meus artigos e queriam apenas que eu o assinasse. A parte deles seria divulgar o documento. A minha parte seria dar meu nome.
A campanha avançou muito. Depois de março de 2007, o incêndio de esclarecimento foi aumentando até ficar “fora de controle”, tendo atingido muitas consciências. Houve, porém, um preço. No próprio ano do começo da campanha, os ativistas gays, numa campanha contra mim, conseguiram convencer o Google a fechar meu blog. Com a intervenção do filósofo Olavo de Carvalho, num artigo no Jornal do Brasil denunciando os ataques contra mim, e manifestações de vários advogados, inclusive um procurador que telefonou ao Google, meu blog voltou ao ar.
Antes de fevereiro de 2007, eu já tinha intenção de denunciar o PLC 122. Mas, durante os meses de novembro e dezembro de 2006 e janeiro de 2007, eu estava refugiado com minha família, devido a perseguições, num lugar sem internet.
Antes dessas perseguições, Deus havia usado um ex-homossexual para me alertar. E novembro foi justamente o mês da aprovação do PLC 122 na Câmara dos Deputados. Mesmo sem poder agir, passei várias semanas literalmente incomodando o Dr. Zenóbio Fonseca para escrever um artigo contra o projeto anti-“homofobia”, até porque seu conhecimento jurídico era vital. Seu trabalho de assessoria não lhe dava tempo. Mas finalmente ele conseguiu escrever o texto. Logo em seguida, estava pronta a mensagem de mobilização dos católicos, a qual foi enviada para incontáveis milhares de e-mails e outros meios. O resto é história.
O resto é uma história em que centenas de blogueiros, sem mencionar milhares de encaminhadores de e-mails, reproduziram os alertas contra o PLC 122 numa corrente tão forte que sua aprovação, que se julgava como certa com o apoio influente e imponente do governo e da mídia, acabou adquirindo um prognóstico duvidoso, graças à resistência principalmente dos blogs evangélicos e católicos.
Se dependesse também da indiferença, descaso e omissão de revistas católicas e evangélicas — com um cristianismo raso e ideologias políticas de raízes profundas — o Brasil estaria hoje vivendo a plenitude do Reino do PT, com um PLC 122 aprovado pairando como guilhotina sobre a cabeça dos cristãos com voz profética.
Entretanto, os blogs que espelham a voz do Reino de Deus estão provocando um impacto muito importante diante do enorme poderio das revistas, jornais e redes de televisão que espelham — e são pagos para espelhar — a voz da ideologia e do sistema de idolatria estatal.
E diferente dos programas de televisão evangélicos, que ou se omitem ou não denunciam o governo que promove aberrações como o PLC 122, os blogs pró-família não temem abrir a boca contra as ameaças do governo.
A forte resistência hoje ao PLC 122 é um símbolo do que acontece quando blogs desprezados deixam a voz do Reino de Deus fazer a diferença. Se um blog incomoda muita gente, muitos blogs unidos no mesmo esforço repercutem muito mais a verdade que abala e incomoda.
No deserto de desinformação de revistas, jornais e blogs que espelham a voz da ideologia e do sistema, Deus pode conduzir até por meio de sonhos aqueles que precisam conhecer a verdade.
Esse é o valor que Deus dá aos blogs que espelham a Sua voz.
Quer ser usado por Deus através de um blog? Ouça e espelhe a Sua voz.
Julio Severo
Dias atrás, recebi mensagem de alguém que visitou meu blog:
Julio, tubo bom?
Na ultima terça feira (26/04/2011) na hora do almoço eu estava cochilando e durante o sonho me veio um nome na cabeça. Eu não costumo anotar meus sonhos, mas o nome estava muito claro. Acordei e anotei o nome que veio no sonho: JULIO SEVERO.
Nunca tinha ouvido falar no seu nome antes e quando cheguei coloquei no Google e vi que vc tb é um cristão e que luta para que o princípios do Evangelho não sejam corrompidos.
Bom, não acredito em coincidência…
Eu também não acredito em coincidência, pelo menos não desse tipo.
Em minha entrevista à revista Cristianismo Hoje eu disse:
No começo de 1995 senti claramente Deus me dirigindo a escrever um livro sobre a ameaça do movimento homossexual. Durante algumas semanas, hesitei, pois o tema homossexual era um tabu enorme. Não havia paradas gays, nem a obsessão homossexual que vemos hoje em tudo: escolas, mídia, etc. Depois de algum tempo, venci meus temores e aceitei o chamado do Espírito, começando a pesquisar sobre o movimento homossexual. Quando, em meados de 1995, ocorreu no Brasil a primeira conferência internacional da ILGA no hemisfério sul, entendi a intenção divina de me chamar para o combate, pois depois da conferência os grupos gays brasileiros ganharam um impulso extraordinário para avançar. Deus antecipou essa agressão espiritual do inferno com uma ação da agenda do Reino de Deus. Foi assim que nasceu meu livro “O Movimento Homossexual”, publicado pela Editora Betânia em 1998.
Quando meu livro “O Movimento Homossexual” foi publicado em 1998, muitos o acharam exagerado e disseram que suas previsões nunca ocorreriam. Infelizmente, acabaram ocorrendo. E quem leu, hoje me chama de profeta. O exagerado de ontem é o profeta de hoje.
Em 1999, ao receber um exemplar autografado do meu livro O Movimento Homossexual, o Bispo Robson Rodovalho disse ter sentido uma revelação onde no futuro eu seria muito perseguido por causa da mensagem do meu livro, tendo de fugir de lugar para lugar. Foi uma palavra profética certeira, porém me entristece ver aquele que a entregou tendo se ligado ao sistema político que originou o PLC 122 e outras barbaridades.
Em 2002, mesmo sem um blog, comecei a alertar contra uma vitória eleitoral de Lula. Em 2003, com apenas uma página de artigos no JesusSite, revelo ao Brasil em primeiro mão que o governo Lula havia apresentado na ONU uma resolução classificando o homossexualismo como direito humano inalienável. Essa foi a primeira vez que esse tipo de iniciativa chega à ONU.
Depois da minha denúncia, um deputado federal pediu, da tribuna do Congresso, explicações ao governo pelo fato de que os representantes brasileiros na ONU estavam tomando atitudes sem o conhecimento do povo brasileiro e do Congresso. Houve também um abaixo-assinado contra a resolução do governo Lula e o site JesusSite sofreu ataques de hackers, chegando a ficar fora do ar. Apesar das muitas ameaças que recebeu para remover meus artigos, o JesusSite permaneceu firme.
A pioneira resolução do governo Lula na ONU nunca avançou, e a ILGA, a maior organização homossexual do mundo, se queixou de que uma resistência de base dentro do Brasil originada de sites “extremistas” estava ajudando a deter a resolução. Quem foi que disse que hoje não há pequenos Davis para deter gigantes Golias?
Com as obsessivas políticas pró-homossexualismo do governo Lula, a mensagem do meu livro, que antes era vista como exagerada, estava agora fazendo muito mais sentido. Até mesmo parlamentares estavam, em seus discursos no Congresso, fazendo referência ao meu livro.
Depois de uma insistência inspirada de um querido irmão da Chamada da Meia-Noite, acabei criando um blog no começo de 2005, e esse irmão me orientou em todos os passos iniciais. No primeiro ano, publiquei muito pouco.
Somente depois é que fui escrevendo alertas para o Brasil com mais regularidade. E Deus me honrou. Na mesma época, o filósofo e teólogo reformado Harold O. J. Brown me convida para escrever a matéria principal do seu periódico acadêmico The Religion & Society Report. A matéria, que foi publicada em versão impressa em inglês em agosto de 2006 e tem uma versão online em inglês, conta também com minha tradução. Essa foi primeira vez que vi meu trabalho de alerta sendo reconhecido por um respeitável meio de comunicação internacional.
Minha voz pequena, através do meu blog, estava agora mostrando aos Estados Unidos e ao mundo a face gayzista de Lula e sua ideologia socialista. O próprio Dr. Brown me disse que ele não sabia que Lula era tão radical, e ele queria ajudar as pessoas fora do Brasil a conhecer a verdade.
Em 2007, dei entrevista para LifeSiteNews, que é o maior site católico de notícias pró-vida do mundo. Era a minha pequena voz ecoando com valores imutáveis que transcendem fronteiras.
Entretanto, no que se refere à atuação do meu simples blog, o que mais marcou em 2007 foi a conscientização do PLC 122. Em fevereiro de 2007, um grupo de influentes católicos conservadores me procurou para participar de uma campanha de esclarecimento. Eles haviam lido os meus textos sobre a homossexualidade, preparado um documento com base nos meus artigos e queriam apenas que eu o assinasse. A parte deles seria divulgar o documento. A minha parte seria dar meu nome.
A campanha avançou muito. Depois de março de 2007, o incêndio de esclarecimento foi aumentando até ficar “fora de controle”, tendo atingido muitas consciências. Houve, porém, um preço. No próprio ano do começo da campanha, os ativistas gays, numa campanha contra mim, conseguiram convencer o Google a fechar meu blog. Com a intervenção do filósofo Olavo de Carvalho, num artigo no Jornal do Brasil denunciando os ataques contra mim, e manifestações de vários advogados, inclusive um procurador que telefonou ao Google, meu blog voltou ao ar.
Antes de fevereiro de 2007, eu já tinha intenção de denunciar o PLC 122. Mas, durante os meses de novembro e dezembro de 2006 e janeiro de 2007, eu estava refugiado com minha família, devido a perseguições, num lugar sem internet.
Antes dessas perseguições, Deus havia usado um ex-homossexual para me alertar. E novembro foi justamente o mês da aprovação do PLC 122 na Câmara dos Deputados. Mesmo sem poder agir, passei várias semanas literalmente incomodando o Dr. Zenóbio Fonseca para escrever um artigo contra o projeto anti-“homofobia”, até porque seu conhecimento jurídico era vital. Seu trabalho de assessoria não lhe dava tempo. Mas finalmente ele conseguiu escrever o texto. Logo em seguida, estava pronta a mensagem de mobilização dos católicos, a qual foi enviada para incontáveis milhares de e-mails e outros meios. O resto é história.
O resto é uma história em que centenas de blogueiros, sem mencionar milhares de encaminhadores de e-mails, reproduziram os alertas contra o PLC 122 numa corrente tão forte que sua aprovação, que se julgava como certa com o apoio influente e imponente do governo e da mídia, acabou adquirindo um prognóstico duvidoso, graças à resistência principalmente dos blogs evangélicos e católicos.
Se dependesse também da indiferença, descaso e omissão de revistas católicas e evangélicas — com um cristianismo raso e ideologias políticas de raízes profundas — o Brasil estaria hoje vivendo a plenitude do Reino do PT, com um PLC 122 aprovado pairando como guilhotina sobre a cabeça dos cristãos com voz profética.
Entretanto, os blogs que espelham a voz do Reino de Deus estão provocando um impacto muito importante diante do enorme poderio das revistas, jornais e redes de televisão que espelham — e são pagos para espelhar — a voz da ideologia e do sistema de idolatria estatal.
E diferente dos programas de televisão evangélicos, que ou se omitem ou não denunciam o governo que promove aberrações como o PLC 122, os blogs pró-família não temem abrir a boca contra as ameaças do governo.
A forte resistência hoje ao PLC 122 é um símbolo do que acontece quando blogs desprezados deixam a voz do Reino de Deus fazer a diferença. Se um blog incomoda muita gente, muitos blogs unidos no mesmo esforço repercutem muito mais a verdade que abala e incomoda.
No deserto de desinformação de revistas, jornais e blogs que espelham a voz da ideologia e do sistema, Deus pode conduzir até por meio de sonhos aqueles que precisam conhecer a verdade.
Esse é o valor que Deus dá aos blogs que espelham a Sua voz.
Quer ser usado por Deus através de um blog? Ouça e espelhe a Sua voz.
Após suspensão de kit, governo chama ABGLT para reunião
Fonte: Terra Magazine [como sempre, fazendo propaganda gay]
A Secretaria-Geral da Presidência da República se reunirá na próxima terça-feira (31) que vem com a Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transexuais (ABGLT). O convite aconteceu na noite de quarta-feira (25), mesmo dia em que foi anunciada a suspensão do projeto Escola Sem Homofobia, desenvolvido pelo Ministério da Educação.
A reunião animou o presidente da ABGLT, Toni Reis, que não acredita ser o fim da linha para a iniciativa, conhecida como kit anti-homofobia.
— Achei de bom tom terem chamado a ABGLT para a reunião em Brasília. Vamos dialogar. Tudo na política dá para reverter. Não vejo o atual governo como homofóbico — afirma, salientando a necessidade de ações de defesa da poplação LGBT por parte do Estado.
O presidente da ABGLT prossegue:
— Matamos no Brasil mais homossexuais do que no Irã. Foram 3448 homossexuais mortos nos últimos 20 anos, conforme dados do Grupo Gay da Bahia. Queremos fazer um apelo à cidadania, ao respeito".
[Comentário de Julio Severo: Para conferir a proporção de crimes homossexuais no Brasil, veja este importantíssimo artigo: http://juliosevero.blogspot.com/2010/11/homolatria-as-vitimas-vip-da-violencia.html]
Mobilização
A ABGLT lançou na quarta a campanha Eu apoio o Kit Escola sem Homofobia: quero uma escola que respeite a diversidade. Não ao Bullying Homofóbico e à Violência contra a população LGBT. No texto de convocação, postado no site da entidade, um recado direto:
"Infelizmente os homofóbicos estão nos atacando de forma desumana.
Precisamos da manifestação de seu apoio para a disponibilização do kit de materiais do projeto Escola Sem Homofobia para profissionais de educação e estudantes do Ensino Médio.
Assine e envie o email abaixo, ou vc pode fazer seu próprio e-mail, para o Ministério da Educação e para o Palácio do Planalto".
A mensagem ainda faz um apelo para que os colaboradores divulguem a campanha nas redes sociais. Até o início da tarde desta quinta-feira (26), cerca de 700 e-mails haviam sido encaminhados, de acordo com a entidade.
A Secretaria-Geral da Presidência da República se reunirá na próxima terça-feira (31) que vem com a Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transexuais (ABGLT). O convite aconteceu na noite de quarta-feira (25), mesmo dia em que foi anunciada a suspensão do projeto Escola Sem Homofobia, desenvolvido pelo Ministério da Educação.
A reunião animou o presidente da ABGLT, Toni Reis, que não acredita ser o fim da linha para a iniciativa, conhecida como kit anti-homofobia.
— Achei de bom tom terem chamado a ABGLT para a reunião em Brasília. Vamos dialogar. Tudo na política dá para reverter. Não vejo o atual governo como homofóbico — afirma, salientando a necessidade de ações de defesa da poplação LGBT por parte do Estado.
O presidente da ABGLT prossegue:
— Matamos no Brasil mais homossexuais do que no Irã. Foram 3448 homossexuais mortos nos últimos 20 anos, conforme dados do Grupo Gay da Bahia. Queremos fazer um apelo à cidadania, ao respeito".
[Comentário de Julio Severo: Para conferir a proporção de crimes homossexuais no Brasil, veja este importantíssimo artigo: http://juliosevero.blogspot.com/2010/11/homolatria-as-vitimas-vip-da-violencia.html]
Mobilização
A ABGLT lançou na quarta a campanha Eu apoio o Kit Escola sem Homofobia: quero uma escola que respeite a diversidade. Não ao Bullying Homofóbico e à Violência contra a população LGBT. No texto de convocação, postado no site da entidade, um recado direto:
"Infelizmente os homofóbicos estão nos atacando de forma desumana.
Precisamos da manifestação de seu apoio para a disponibilização do kit de materiais do projeto Escola Sem Homofobia para profissionais de educação e estudantes do Ensino Médio.
Assine e envie o email abaixo, ou vc pode fazer seu próprio e-mail, para o Ministério da Educação e para o Palácio do Planalto".
A mensagem ainda faz um apelo para que os colaboradores divulguem a campanha nas redes sociais. Até o início da tarde desta quinta-feira (26), cerca de 700 e-mails haviam sido encaminhados, de acordo com a entidade.
Cidade de Moscou proíbe paradas do “orgulho gay” apesar de ordem judicial permitindo-as
Matthew Cullinan Hoffman
MOSCOU, Rússia, 26 de maio de 2011 (Notícias Pró-Família) — A Cidade de Moscou anunciou sua intenção de desafiar o Tribunal Europeu de Direitos Humanos e continuar proibindo as paradas do “orgulho gay”, citando “danos morais” que podem ser infligidos nos jovens.
De acordo com o ativista homossexual Nikolai Alekseev, a prefeitura de Moscou está preocupada com “o grande número de cartas recebidas em protesto contra os eventos de orgulho [gay] e a obrigação internacional da Rússia de proteger os direitos das crianças porque o orgulho gay ‘pode provocar impacto na saúde psicológica e infligir danos morais nas crianças e adolescentes que acabassem se tornando testemunhas involuntárias desses eventos’”.
As paradas do “orgulho” homossexual, que são realizadas anualmente em muitas cidades no mundo inteiro, são frequentemente cenários de bebedeiras e uso de drogas, nudez pública e atos sexuais simulados ou até mesmo reais. As autoridades públicas rotineiramente cometem negligências ao não agir contra tais condutas durante as paradas, fazendo dos homossexuais uma exceção às leis.
A prefeitura de Moscou vem proibindo as paradas do “orgulho gay” desde que os ativistas homossexuais tentaram pela primeira vez realizá-las em 2006. A prefeitura prossegue a proibição, apesar da ameaça de uma multa do Tribunal Europeu de Direitos Humanos, e já foi multada em mais de 41 mil dólares por suas proibições anteriores.
A decisão da prefeitura de Moscou reflete um consenso religioso e social na sociedade russa acerca da conduta homossexual. De acordo com uma recente pesquisa de opinião pública, 84 por cento dos russos continuam a ver a sodomia como imoral, em oposição à crescente aceitação dessa conduta por parte dos Estados Unidos e da Europa Ocidental, muito embora essa conduta venha muitas vezes acompanhada de uma variedade de desordens físicas e comportamentais, inclusive elevados índices de infecção do HIV e doenças sexualmente transmissíveis, câncer anal, promiscuidade e depressão.
O Patriarca Ortodoxo de Moscou chamou a conduta homossexual de “um desvio maligno da natureza humana dada por Deus” e observa que a Igreja Ortodoxa “trata as pessoas com tais inclinações com responsabilidade pastoral exortando-as a se reformar e resolutamente se opõe a toda e qualquer tentativa de apresentar essa tendência de pecado como ‘norma’ e exemplo a se seguir. A Igreja não aceita nenhuma propaganda de imoralidade”. Os líderes católicos, muçulmanos e judeus na Rússia têm também a mesma posição dele.
MOSCOU, Rússia, 26 de maio de 2011 (Notícias Pró-Família) — A Cidade de Moscou anunciou sua intenção de desafiar o Tribunal Europeu de Direitos Humanos e continuar proibindo as paradas do “orgulho gay”, citando “danos morais” que podem ser infligidos nos jovens.
De acordo com o ativista homossexual Nikolai Alekseev, a prefeitura de Moscou está preocupada com “o grande número de cartas recebidas em protesto contra os eventos de orgulho [gay] e a obrigação internacional da Rússia de proteger os direitos das crianças porque o orgulho gay ‘pode provocar impacto na saúde psicológica e infligir danos morais nas crianças e adolescentes que acabassem se tornando testemunhas involuntárias desses eventos’”.
As paradas do “orgulho” homossexual, que são realizadas anualmente em muitas cidades no mundo inteiro, são frequentemente cenários de bebedeiras e uso de drogas, nudez pública e atos sexuais simulados ou até mesmo reais. As autoridades públicas rotineiramente cometem negligências ao não agir contra tais condutas durante as paradas, fazendo dos homossexuais uma exceção às leis.
A prefeitura de Moscou vem proibindo as paradas do “orgulho gay” desde que os ativistas homossexuais tentaram pela primeira vez realizá-las em 2006. A prefeitura prossegue a proibição, apesar da ameaça de uma multa do Tribunal Europeu de Direitos Humanos, e já foi multada em mais de 41 mil dólares por suas proibições anteriores.
A decisão da prefeitura de Moscou reflete um consenso religioso e social na sociedade russa acerca da conduta homossexual. De acordo com uma recente pesquisa de opinião pública, 84 por cento dos russos continuam a ver a sodomia como imoral, em oposição à crescente aceitação dessa conduta por parte dos Estados Unidos e da Europa Ocidental, muito embora essa conduta venha muitas vezes acompanhada de uma variedade de desordens físicas e comportamentais, inclusive elevados índices de infecção do HIV e doenças sexualmente transmissíveis, câncer anal, promiscuidade e depressão.
O Patriarca Ortodoxo de Moscou chamou a conduta homossexual de “um desvio maligno da natureza humana dada por Deus” e observa que a Igreja Ortodoxa “trata as pessoas com tais inclinações com responsabilidade pastoral exortando-as a se reformar e resolutamente se opõe a toda e qualquer tentativa de apresentar essa tendência de pecado como ‘norma’ e exemplo a se seguir. A Igreja não aceita nenhuma propaganda de imoralidade”. Os líderes católicos, muçulmanos e judeus na Rússia têm também a mesma posição dele.
Como as potências ocidentais ajudam na perseguição aos cristãos
A política externa abertamente anticristã do Ocidente: apoiar ditadores anticristãos e guerras contra os que apoiam os cristãos
Don Hank
Recentemente, uma reportagem mostrou que os católicos da China desafiarão a política de seu governo que proíbe a realização do Dia Internacional de Oração.
Mas como é que um governo pode proibir isso, já que a oração representa expressão, que é, para citar Barack Obama, um “direito universal”? Obama disse isso num discurso advertindo Hosni Mubarak, presidente do Egito, a não pisar nos direitos humanos de manifestantes egípcios, que estavam destruindo propriedades governamentais e queimando carros nas ruas.
Então, o que o corajoso Obama teve a dizer acerca das flagrantes violações de direitos humanos na China?
Nada. Todos os outros “líderes” ocidentais também ficaram em silêncio.
Aliás, nenhum presidente se queixou de alguma violação de direitos humanos na China, onde o Cristianismo está sob controles rigorosos, e na Coreia do Norte, onde os cristãos são, conforme mostram reportagens, enviados para a prisão, surrados, executados e, num caso, foram pulverizados com ferros a vapor, e onde Kim Jong Il, conforme as reportagens, fez com que 2 milhões de pessoas morressem de fome.
A resposta oficial do Ocidente aos ditadores desumanos é sempre a mesma:
1 – Ignorar toda e qualquer violação de direitos humanos contra os cristãos em qualquer lugar
2 – Apoiar grupos que são hostis aos cristãos
Conforme mostrei num artigo anterior, em todos os conflitos envolvendo muçulmanos, a intervenção do Ocidente levou à perseguição dos cristãos, e na maior parte, eliminou populações cristãs nativas. Cada uma das intervenções dos EUA teve esse mesmo tipo de resultado.
Saddam, embora fosse tirano, protegia os cristãos durante seu governo. Logo que foi derrubado, a perseguição aos cristãos foi imediata. O governo dos EUA sob Bush/Obama não fez nada para dar proteção. Os cristãos assírios do Iraque foram discretamente deportados para a Suécia, que lhes concedeu asilo. Pense nisto: um país sob controle dos EUA perseguindo seus cristãos com a permissão tácita dos americanos (que alegam que fazem guerra para proteger “direitos humanos”).
Mubarak impunha todos os controles necessários para deter ações contra os cristãos. Ele não fez um trabalho grande, vamos dizer a verdade, mas se esforçou ao máximo em vista da atmosfera anticristã da população egípcia. Mas no dia em que ele foi expulso da presidência — sob pressão de Obama — as forças armadas do Egito dispararam em monges e funcionários de um monastério cristão copta.
A Costa do Marfim tinha um presidente cristão, Laurent Gbagbo, que afirmou que houve fraude em sua candidatura à reeleição. Aliás, havia fortes evidências de que ocorreu fraude e de que o candidato muçulmano que afirmou que ganhou tinha na verdade perdido muitos votos (conforme relatei antes, li isso num jornal francês que teve a ousadia de fazer uma reportagem sobre isso, mostrando fotos de cédulas eleitorais alteradas). A ONU deu um pontapé no cristão e declarou o muçulmano presidente sem investigar as afirmações de fraude. Numa área controlada pela ONU, 1.000 cristãos foram assassinados. Não houve nenhum protesto significativo por parte de nenhuma potência ocidental, que meses antes disso haviam investigado relatos de violações de direitos humanos cometidas pelo presidente cristão.
O próximo da fila é a Síria. Obama fixou sua atenção no presidente Basher Assad. Agora, você pode estar pensando acerca do histórico da Síria envolvendo o Cristianismo. Alguns anos atrás, um pastor sírio visitou nossa igreja e nos disse que, de modo espantoso, pelo menos naquela época, que a Síria era tão favorável aos cristãos que o governo ali realmente doava materiais de construção para a construção de igrejas cristãs. Creio que isso era verdade. A liderança não mudou desde então, de modo que estamos falando de outro país que possui relações amistosas com os cristãos, mas que logo poderá cair nas mãos de violentes e brutais islâmicos. Não é de admirar que as potências ocidentais hostis aos cristãos estejam ansiosas para ver a Síria cair. Deus proteja os cristãos ali se isso acontecer!
Qualquer um que desejar se informar sobre os detalhes da perseguição dos brutais chineses e norte-coreanos aos cristãos pode visitar os site da Voz dos Mártires e ler casos terríveis de violência. Contudo, qual é nossa reação ao governo da China? Por que os EUA têm políticas comerciais com eles sem nenhuma restrição e de tal magnitude que destroem as indústrias ocidentais e transformam a China na segunda nação mais rica da terra, e Obama festeja Hu Jintao na Casa Branca, ao mesmo tempo em que dissidentes chineses, inclusive Liu Xiaobao, ganhador do Prêmio Nobel, estavam presos por expressarem suas opiniões? Ao que tudo indica, a liberdade de expressão é só um “direito universal” em países islâmicos em que dissidentes buscam derrubar governos favoráveis aos cristãos. Vá em frente e me diga se estou exagerando.
Pergunta para o leitor:
Alguém aqui acha que o Ocidente, que trava guerras sem aviso prévio por causa de “direitos humanos”, algum dia fará qualquer coisa para proteger os cristãos fora do Ocidente? Você acha que essas mesmas potências ocidentais jamais perseguirão os cristãos ocidentais logo que virem que o clima está favorável?
Os meios de comunicação indicam constantemente que o propósito da “separação de igreja e Estado” é proteger pessoas não cristãs de violações de direitos humanos contra cristãos que têm mentalidade teocrática.
Mas eis o que a maioria de nós esquece por adormecimento:
Uma coisa — e uma coisa extremamente ruim — é o governo favorecer a religião da maioria sobre outra ou estabelecer uma teocracia. Mas outra coisa bem diferente é o governo promover, por meio de sua política externa, grupos que perseguem pessoas de qualquer religião por causa de sua religião.
É hora de nós, o povo, voltarmos a possuir o Ocidente.
De um modo muito real, estamos sob uma ocupação estrangeira hostil, perpetrada por uma coalizão de direita e esquerda do Partido Democrático e do Partido Republicano nos EUA e pela ONU, OTAN e União Europeia, cujas ações sistematicamente vão contra a vontade do povo. Nós o povo temos um direito soberano sobre nossa própria cultura e de não termos de ser manipulados a abandoná-la em favor de uma cultura estrangeira.
É claro que também temos o direito de continuar cometendo suicídio nacional se isso é o que realmente queremos.
Cabe a nós.
Será que o Ocidente tem a vontade de sobreviver?
Don Hank
Recentemente, uma reportagem mostrou que os católicos da China desafiarão a política de seu governo que proíbe a realização do Dia Internacional de Oração.
Mas como é que um governo pode proibir isso, já que a oração representa expressão, que é, para citar Barack Obama, um “direito universal”? Obama disse isso num discurso advertindo Hosni Mubarak, presidente do Egito, a não pisar nos direitos humanos de manifestantes egípcios, que estavam destruindo propriedades governamentais e queimando carros nas ruas.
Então, o que o corajoso Obama teve a dizer acerca das flagrantes violações de direitos humanos na China?
Nada. Todos os outros “líderes” ocidentais também ficaram em silêncio.
Aliás, nenhum presidente se queixou de alguma violação de direitos humanos na China, onde o Cristianismo está sob controles rigorosos, e na Coreia do Norte, onde os cristãos são, conforme mostram reportagens, enviados para a prisão, surrados, executados e, num caso, foram pulverizados com ferros a vapor, e onde Kim Jong Il, conforme as reportagens, fez com que 2 milhões de pessoas morressem de fome.
A resposta oficial do Ocidente aos ditadores desumanos é sempre a mesma:
1 – Ignorar toda e qualquer violação de direitos humanos contra os cristãos em qualquer lugar
2 – Apoiar grupos que são hostis aos cristãos
Conforme mostrei num artigo anterior, em todos os conflitos envolvendo muçulmanos, a intervenção do Ocidente levou à perseguição dos cristãos, e na maior parte, eliminou populações cristãs nativas. Cada uma das intervenções dos EUA teve esse mesmo tipo de resultado.
Saddam, embora fosse tirano, protegia os cristãos durante seu governo. Logo que foi derrubado, a perseguição aos cristãos foi imediata. O governo dos EUA sob Bush/Obama não fez nada para dar proteção. Os cristãos assírios do Iraque foram discretamente deportados para a Suécia, que lhes concedeu asilo. Pense nisto: um país sob controle dos EUA perseguindo seus cristãos com a permissão tácita dos americanos (que alegam que fazem guerra para proteger “direitos humanos”).
Mubarak impunha todos os controles necessários para deter ações contra os cristãos. Ele não fez um trabalho grande, vamos dizer a verdade, mas se esforçou ao máximo em vista da atmosfera anticristã da população egípcia. Mas no dia em que ele foi expulso da presidência — sob pressão de Obama — as forças armadas do Egito dispararam em monges e funcionários de um monastério cristão copta.
A Costa do Marfim tinha um presidente cristão, Laurent Gbagbo, que afirmou que houve fraude em sua candidatura à reeleição. Aliás, havia fortes evidências de que ocorreu fraude e de que o candidato muçulmano que afirmou que ganhou tinha na verdade perdido muitos votos (conforme relatei antes, li isso num jornal francês que teve a ousadia de fazer uma reportagem sobre isso, mostrando fotos de cédulas eleitorais alteradas). A ONU deu um pontapé no cristão e declarou o muçulmano presidente sem investigar as afirmações de fraude. Numa área controlada pela ONU, 1.000 cristãos foram assassinados. Não houve nenhum protesto significativo por parte de nenhuma potência ocidental, que meses antes disso haviam investigado relatos de violações de direitos humanos cometidas pelo presidente cristão.
O próximo da fila é a Síria. Obama fixou sua atenção no presidente Basher Assad. Agora, você pode estar pensando acerca do histórico da Síria envolvendo o Cristianismo. Alguns anos atrás, um pastor sírio visitou nossa igreja e nos disse que, de modo espantoso, pelo menos naquela época, que a Síria era tão favorável aos cristãos que o governo ali realmente doava materiais de construção para a construção de igrejas cristãs. Creio que isso era verdade. A liderança não mudou desde então, de modo que estamos falando de outro país que possui relações amistosas com os cristãos, mas que logo poderá cair nas mãos de violentes e brutais islâmicos. Não é de admirar que as potências ocidentais hostis aos cristãos estejam ansiosas para ver a Síria cair. Deus proteja os cristãos ali se isso acontecer!
Qualquer um que desejar se informar sobre os detalhes da perseguição dos brutais chineses e norte-coreanos aos cristãos pode visitar os site da Voz dos Mártires e ler casos terríveis de violência. Contudo, qual é nossa reação ao governo da China? Por que os EUA têm políticas comerciais com eles sem nenhuma restrição e de tal magnitude que destroem as indústrias ocidentais e transformam a China na segunda nação mais rica da terra, e Obama festeja Hu Jintao na Casa Branca, ao mesmo tempo em que dissidentes chineses, inclusive Liu Xiaobao, ganhador do Prêmio Nobel, estavam presos por expressarem suas opiniões? Ao que tudo indica, a liberdade de expressão é só um “direito universal” em países islâmicos em que dissidentes buscam derrubar governos favoráveis aos cristãos. Vá em frente e me diga se estou exagerando.
Pergunta para o leitor:
Alguém aqui acha que o Ocidente, que trava guerras sem aviso prévio por causa de “direitos humanos”, algum dia fará qualquer coisa para proteger os cristãos fora do Ocidente? Você acha que essas mesmas potências ocidentais jamais perseguirão os cristãos ocidentais logo que virem que o clima está favorável?
Os meios de comunicação indicam constantemente que o propósito da “separação de igreja e Estado” é proteger pessoas não cristãs de violações de direitos humanos contra cristãos que têm mentalidade teocrática.
Mas eis o que a maioria de nós esquece por adormecimento:
Uma coisa — e uma coisa extremamente ruim — é o governo favorecer a religião da maioria sobre outra ou estabelecer uma teocracia. Mas outra coisa bem diferente é o governo promover, por meio de sua política externa, grupos que perseguem pessoas de qualquer religião por causa de sua religião.
É hora de nós, o povo, voltarmos a possuir o Ocidente.
De um modo muito real, estamos sob uma ocupação estrangeira hostil, perpetrada por uma coalizão de direita e esquerda do Partido Democrático e do Partido Republicano nos EUA e pela ONU, OTAN e União Europeia, cujas ações sistematicamente vão contra a vontade do povo. Nós o povo temos um direito soberano sobre nossa própria cultura e de não termos de ser manipulados a abandoná-la em favor de uma cultura estrangeira.
É claro que também temos o direito de continuar cometendo suicídio nacional se isso é o que realmente queremos.
Cabe a nós.
Será que o Ocidente tem a vontade de sobreviver?
Como as potências ocidentais ajudam na perseguição aos cristãos
A política externa abertamente anticristã do Ocidente: apoiar ditadores anticristãos e guerras contra os que apoiam os cristãos
Don Hank
Recentemente, uma reportagem mostrou que os católicos da China desafiarão a política de seu governo que proíbe a realização do Dia Internacional de Oração.
Mas como é que um governo pode proibir isso, já que a oração representa expressão, que é, para citar Barack Obama, um “direito universal”? Obama disse isso num discurso advertindo Hosni Mubarak, presidente do Egito, a não pisar nos direitos humanos de manifestantes egípcios, que estavam destruindo propriedades governamentais e queimando carros nas ruas.
Então, o que o corajoso Obama teve a dizer acerca das flagrantes violações de direitos humanos na China?
Nada. Todos os outros “líderes” ocidentais também ficaram em silêncio.
Aliás, nenhum presidente se queixou de alguma violação de direitos humanos na China, onde o Cristianismo está sob controles rigorosos, e na Coreia do Norte, onde os cristãos são, conforme mostram reportagens, enviados para a prisão, surrados, executados e, num caso, foram pulverizados com ferros a vapor, e onde Kim Jong Il, conforme as reportagens, fez com que 2 milhões de pessoas morressem de fome.
A resposta oficial do Ocidente aos ditadores desumanos é sempre a mesma:
1 – Ignorar toda e qualquer violação de direitos humanos contra os cristãos em qualquer lugar
2 – Apoiar grupos que são hostis aos cristãos
Conforme mostrei num artigo anterior, em todos os conflitos envolvendo muçulmanos, a intervenção do Ocidente levou à perseguição dos cristãos, e na maior parte, eliminou populações cristãs nativas. Cada uma das intervenções dos EUA teve esse mesmo tipo de resultado.
Saddam, embora fosse tirano, protegia os cristãos durante seu governo. Logo que foi derrubado, a perseguição aos cristãos foi imediata. O governo dos EUA sob Bush/Obama não fez nada para dar proteção. Os cristãos assírios do Iraque foram discretamente deportados para a Suécia, que lhes concedeu asilo. Pense nisto: um país sob controle dos EUA perseguindo seus cristãos com a permissão tácita dos americanos (que alegam que fazem guerra para proteger “direitos humanos”).
Mubarak impunha todos os controles necessários para deter ações contra os cristãos. Ele não fez um trabalho grande, vamos dizer a verdade, mas se esforçou ao máximo em vista da atmosfera anticristã da população egípcia. Mas no dia em que ele foi expulso da presidência — sob pressão de Obama — as forças armadas do Egito dispararam em monges e funcionários de um monastério cristão copta.
A Costa do Marfim tinha um presidente cristão, Laurent Gbagbo, que afirmou que houve fraude em sua candidatura à reeleição. Aliás, havia fortes evidências de que ocorreu fraude e de que o candidato muçulmano que afirmou que ganhou tinha na verdade perdido muitos votos (conforme relatei antes, li isso num jornal francês que teve a ousadia de fazer uma reportagem sobre isso, mostrando fotos de cédulas eleitorais alteradas). A ONU deu um pontapé no cristão e declarou o muçulmano presidente sem investigar as afirmações de fraude. Numa área controlada pela ONU, 1.000 cristãos foram assassinados. Não houve nenhum protesto significativo por parte de nenhuma potência ocidental, que meses antes disso haviam investigado relatos de violações de direitos humanos cometidas pelo presidente cristão.
O próximo da fila é a Síria. Obama fixou sua atenção no presidente Basher Assad. Agora, você pode estar pensando acerca do histórico da Síria envolvendo o Cristianismo. Alguns anos atrás, um pastor sírio visitou nossa igreja e nos disse que, de modo espantoso, pelo menos naquela época, que a Síria era tão favorável aos cristãos que o governo ali realmente doava materiais de construção para a construção de igrejas cristãs. Creio que isso era verdade. A liderança não mudou desde então, de modo que estamos falando de outro país que possui relações amistosas com os cristãos, mas que logo poderá cair nas mãos de violentes e brutais islâmicos. Não é de admirar que as potências ocidentais hostis aos cristãos estejam ansiosas para ver a Síria cair. Deus proteja os cristãos ali se isso acontecer!
Qualquer um que desejar se informar sobre os detalhes da perseguição dos brutais chineses e norte-coreanos aos cristãos pode visitar os site da Voz dos Mártires e ler casos terríveis de violência. Contudo, qual é nossa reação ao governo da China? Por que os EUA têm políticas comerciais com eles sem nenhuma restrição e de tal magnitude que destroem as indústrias ocidentais e transformam a China na segunda nação mais rica da terra, e Obama festeja Hu Jintao na Casa Branca, ao mesmo tempo em que dissidentes chineses, inclusive Liu Xiaobao, ganhador do Prêmio Nobel, estavam presos por expressarem suas opiniões? Ao que tudo indica, a liberdade de expressão é só um “direito universal” em países islâmicos em que dissidentes buscam derrubar governos favoráveis aos cristãos. Vá em frente e me diga se estou exagerando.
Pergunta para o leitor:
Alguém aqui acha que o Ocidente, que trava guerras sem aviso prévio por causa de “direitos humanos”, algum dia fará qualquer coisa para proteger os cristãos fora do Ocidente? Você acha que essas mesmas potências ocidentais jamais perseguirão os cristãos ocidentais logo que virem que o clima está favorável?
Os meios de comunicação indicam constantemente que o propósito da “separação de igreja e Estado” é proteger pessoas não cristãs de violações de direitos humanos contra cristãos que têm mentalidade teocrática.
Mas eis o que a maioria de nós esquece por adormecimento:
Uma coisa — e uma coisa extremamente ruim — é o governo favorecer a religião da maioria sobre outra ou estabelecer uma teocracia. Mas outra coisa bem diferente é o governo promover, por meio de sua política externa, grupos que perseguem pessoas de qualquer religião por causa de sua religião.
É hora de nós, o povo, voltarmos a possuir o Ocidente.
De um modo muito real, estamos sob uma ocupação estrangeira hostil, perpetrada por uma coalizão de direita e esquerda do Partido Democrático e do Partido Republicano nos EUA e pela ONU, OTAN e União Europeia, cujas ações sistematicamente vão contra a vontade do povo. Nós o povo temos um direito soberano sobre nossa própria cultura e de não termos de ser manipulados a abandoná-la em favor de uma cultura estrangeira.
É claro que também temos o direito de continuar cometendo suicídio nacional se isso é o que realmente queremos.
Cabe a nós.
Será que o Ocidente tem a vontade de sobreviver?
Don Hank
Recentemente, uma reportagem mostrou que os católicos da China desafiarão a política de seu governo que proíbe a realização do Dia Internacional de Oração.
Mas como é que um governo pode proibir isso, já que a oração representa expressão, que é, para citar Barack Obama, um “direito universal”? Obama disse isso num discurso advertindo Hosni Mubarak, presidente do Egito, a não pisar nos direitos humanos de manifestantes egípcios, que estavam destruindo propriedades governamentais e queimando carros nas ruas.
Então, o que o corajoso Obama teve a dizer acerca das flagrantes violações de direitos humanos na China?
Nada. Todos os outros “líderes” ocidentais também ficaram em silêncio.
Aliás, nenhum presidente se queixou de alguma violação de direitos humanos na China, onde o Cristianismo está sob controles rigorosos, e na Coreia do Norte, onde os cristãos são, conforme mostram reportagens, enviados para a prisão, surrados, executados e, num caso, foram pulverizados com ferros a vapor, e onde Kim Jong Il, conforme as reportagens, fez com que 2 milhões de pessoas morressem de fome.
A resposta oficial do Ocidente aos ditadores desumanos é sempre a mesma:
1 – Ignorar toda e qualquer violação de direitos humanos contra os cristãos em qualquer lugar
2 – Apoiar grupos que são hostis aos cristãos
Conforme mostrei num artigo anterior, em todos os conflitos envolvendo muçulmanos, a intervenção do Ocidente levou à perseguição dos cristãos, e na maior parte, eliminou populações cristãs nativas. Cada uma das intervenções dos EUA teve esse mesmo tipo de resultado.
Saddam, embora fosse tirano, protegia os cristãos durante seu governo. Logo que foi derrubado, a perseguição aos cristãos foi imediata. O governo dos EUA sob Bush/Obama não fez nada para dar proteção. Os cristãos assírios do Iraque foram discretamente deportados para a Suécia, que lhes concedeu asilo. Pense nisto: um país sob controle dos EUA perseguindo seus cristãos com a permissão tácita dos americanos (que alegam que fazem guerra para proteger “direitos humanos”).
Mubarak impunha todos os controles necessários para deter ações contra os cristãos. Ele não fez um trabalho grande, vamos dizer a verdade, mas se esforçou ao máximo em vista da atmosfera anticristã da população egípcia. Mas no dia em que ele foi expulso da presidência — sob pressão de Obama — as forças armadas do Egito dispararam em monges e funcionários de um monastério cristão copta.
A Costa do Marfim tinha um presidente cristão, Laurent Gbagbo, que afirmou que houve fraude em sua candidatura à reeleição. Aliás, havia fortes evidências de que ocorreu fraude e de que o candidato muçulmano que afirmou que ganhou tinha na verdade perdido muitos votos (conforme relatei antes, li isso num jornal francês que teve a ousadia de fazer uma reportagem sobre isso, mostrando fotos de cédulas eleitorais alteradas). A ONU deu um pontapé no cristão e declarou o muçulmano presidente sem investigar as afirmações de fraude. Numa área controlada pela ONU, 1.000 cristãos foram assassinados. Não houve nenhum protesto significativo por parte de nenhuma potência ocidental, que meses antes disso haviam investigado relatos de violações de direitos humanos cometidas pelo presidente cristão.
O próximo da fila é a Síria. Obama fixou sua atenção no presidente Basher Assad. Agora, você pode estar pensando acerca do histórico da Síria envolvendo o Cristianismo. Alguns anos atrás, um pastor sírio visitou nossa igreja e nos disse que, de modo espantoso, pelo menos naquela época, que a Síria era tão favorável aos cristãos que o governo ali realmente doava materiais de construção para a construção de igrejas cristãs. Creio que isso era verdade. A liderança não mudou desde então, de modo que estamos falando de outro país que possui relações amistosas com os cristãos, mas que logo poderá cair nas mãos de violentes e brutais islâmicos. Não é de admirar que as potências ocidentais hostis aos cristãos estejam ansiosas para ver a Síria cair. Deus proteja os cristãos ali se isso acontecer!
Qualquer um que desejar se informar sobre os detalhes da perseguição dos brutais chineses e norte-coreanos aos cristãos pode visitar os site da Voz dos Mártires e ler casos terríveis de violência. Contudo, qual é nossa reação ao governo da China? Por que os EUA têm políticas comerciais com eles sem nenhuma restrição e de tal magnitude que destroem as indústrias ocidentais e transformam a China na segunda nação mais rica da terra, e Obama festeja Hu Jintao na Casa Branca, ao mesmo tempo em que dissidentes chineses, inclusive Liu Xiaobao, ganhador do Prêmio Nobel, estavam presos por expressarem suas opiniões? Ao que tudo indica, a liberdade de expressão é só um “direito universal” em países islâmicos em que dissidentes buscam derrubar governos favoráveis aos cristãos. Vá em frente e me diga se estou exagerando.
Pergunta para o leitor:
Alguém aqui acha que o Ocidente, que trava guerras sem aviso prévio por causa de “direitos humanos”, algum dia fará qualquer coisa para proteger os cristãos fora do Ocidente? Você acha que essas mesmas potências ocidentais jamais perseguirão os cristãos ocidentais logo que virem que o clima está favorável?
Os meios de comunicação indicam constantemente que o propósito da “separação de igreja e Estado” é proteger pessoas não cristãs de violações de direitos humanos contra cristãos que têm mentalidade teocrática.
Mas eis o que a maioria de nós esquece por adormecimento:
Uma coisa — e uma coisa extremamente ruim — é o governo favorecer a religião da maioria sobre outra ou estabelecer uma teocracia. Mas outra coisa bem diferente é o governo promover, por meio de sua política externa, grupos que perseguem pessoas de qualquer religião por causa de sua religião.
É hora de nós, o povo, voltarmos a possuir o Ocidente.
De um modo muito real, estamos sob uma ocupação estrangeira hostil, perpetrada por uma coalizão de direita e esquerda do Partido Democrático e do Partido Republicano nos EUA e pela ONU, OTAN e União Europeia, cujas ações sistematicamente vão contra a vontade do povo. Nós o povo temos um direito soberano sobre nossa própria cultura e de não termos de ser manipulados a abandoná-la em favor de uma cultura estrangeira.
É claro que também temos o direito de continuar cometendo suicídio nacional se isso é o que realmente queremos.
Cabe a nós.
Será que o Ocidente tem a vontade de sobreviver?
Como as potências ocidentais ajudam na perseguição aos cristãos
A política externa abertamente anticristã do Ocidente: apoiar ditadores anticristãos e guerras contra os que apoiam os cristãos
Don Hank
Recentemente, uma reportagem mostrou que os católicos da China desafiarão a política de seu governo que proíbe a realização do Dia Internacional de Oração.
Mas como é que um governo pode proibir isso, já que a oração representa expressão, que é, para citar Barack Obama, um “direito universal”? Obama disse isso num discurso advertindo Hosni Mubarak, presidente do Egito, a não pisar nos direitos humanos de manifestantes egípcios, que estavam destruindo propriedades governamentais e queimando carros nas ruas.
Então, o que o corajoso Obama teve a dizer acerca das flagrantes violações de direitos humanos na China?
Nada. Todos os outros “líderes” ocidentais também ficaram em silêncio.
Aliás, nenhum presidente se queixou de alguma violação de direitos humanos na China, onde o Cristianismo está sob controles rigorosos, e na Coreia do Norte, onde os cristãos são, conforme mostram reportagens, enviados para a prisão, surrados, executados e, num caso, foram pulverizados com ferros a vapor, e onde Kim Jong Il, conforme as reportagens, fez com que 2 milhões de pessoas morressem de fome.
A resposta oficial do Ocidente aos ditadores desumanos é sempre a mesma:
1 – Ignorar toda e qualquer violação de direitos humanos contra os cristãos em qualquer lugar
2 – Apoiar grupos que são hostis aos cristãos
Conforme mostrei num artigo anterior, em todos os conflitos envolvendo muçulmanos, a intervenção do Ocidente levou à perseguição dos cristãos, e na maior parte, eliminou populações cristãs nativas. Cada uma das intervenções dos EUA teve esse mesmo tipo de resultado.
Saddam, embora fosse tirano, protegia os cristãos durante seu governo. Logo que foi derrubado, a perseguição aos cristãos foi imediata. O governo dos EUA sob Bush/Obama não fez nada para dar proteção. Os cristãos assírios do Iraque foram discretamente deportados para a Suécia, que lhes concedeu asilo. Pense nisto: um país sob controle dos EUA perseguindo seus cristãos com a permissão tácita dos americanos (que alegam que fazem guerra para proteger “direitos humanos”).
Mubarak impunha todos os controles necessários para deter ações contra os cristãos. Ele não fez um trabalho grande, vamos dizer a verdade, mas se esforçou ao máximo em vista da atmosfera anticristã da população egípcia. Mas no dia em que ele foi expulso da presidência — sob pressão de Obama — as forças armadas do Egito dispararam em monges e funcionários de um monastério cristão copta.
A Costa do Marfim tinha um presidente cristão, Laurent Gbagbo, que afirmou que houve fraude em sua candidatura à reeleição. Aliás, havia fortes evidências de que ocorreu fraude e de que o candidato muçulmano que afirmou que ganhou tinha na verdade perdido muitos votos (conforme relatei antes, li isso num jornal francês que teve a ousadia de fazer uma reportagem sobre isso, mostrando fotos de cédulas eleitorais alteradas). A ONU deu um pontapé no cristão e declarou o muçulmano presidente sem investigar as afirmações de fraude. Numa área controlada pela ONU, 1.000 cristãos foram assassinados. Não houve nenhum protesto significativo por parte de nenhuma potência ocidental, que meses antes disso haviam investigado relatos de violações de direitos humanos cometidas pelo presidente cristão.
O próximo da fila é a Síria. Obama fixou sua atenção no presidente Basher Assad. Agora, você pode estar pensando acerca do histórico da Síria envolvendo o Cristianismo. Alguns anos atrás, um pastor sírio visitou nossa igreja e nos disse que, de modo espantoso, pelo menos naquela época, que a Síria era tão favorável aos cristãos que o governo ali realmente doava materiais de construção para a construção de igrejas cristãs. Creio que isso era verdade. A liderança não mudou desde então, de modo que estamos falando de outro país que possui relações amistosas com os cristãos, mas que logo poderá cair nas mãos de violentes e brutais islâmicos. Não é de admirar que as potências ocidentais hostis aos cristãos estejam ansiosas para ver a Síria cair. Deus proteja os cristãos ali se isso acontecer!
Qualquer um que desejar se informar sobre os detalhes da perseguição dos brutais chineses e norte-coreanos aos cristãos pode visitar os site da Voz dos Mártires e ler casos terríveis de violência. Contudo, qual é nossa reação ao governo da China? Por que os EUA têm políticas comerciais com eles sem nenhuma restrição e de tal magnitude que destroem as indústrias ocidentais e transformam a China na segunda nação mais rica da terra, e Obama festeja Hu Jintao na Casa Branca, ao mesmo tempo em que dissidentes chineses, inclusive Liu Xiaobao, ganhador do Prêmio Nobel, estavam presos por expressarem suas opiniões? Ao que tudo indica, a liberdade de expressão é só um “direito universal” em países islâmicos em que dissidentes buscam derrubar governos favoráveis aos cristãos. Vá em frente e me diga se estou exagerando.
Pergunta para o leitor:
Alguém aqui acha que o Ocidente, que trava guerras sem aviso prévio por causa de “direitos humanos”, algum dia fará qualquer coisa para proteger os cristãos fora do Ocidente? Você acha que essas mesmas potências ocidentais jamais perseguirão os cristãos ocidentais logo que virem que o clima está favorável?
Os meios de comunicação indicam constantemente que o propósito da “separação de igreja e Estado” é proteger pessoas não cristãs de violações de direitos humanos contra cristãos que têm mentalidade teocrática.
Mas eis o que a maioria de nós esquece por adormecimento:
Uma coisa — e uma coisa extremamente ruim — é o governo favorecer a religião da maioria sobre outra ou estabelecer uma teocracia. Mas outra coisa bem diferente é o governo promover, por meio de sua política externa, grupos que perseguem pessoas de qualquer religião por causa de sua religião.
É hora de nós, o povo, voltarmos a possuir o Ocidente.
De um modo muito real, estamos sob uma ocupação estrangeira hostil, perpetrada por uma coalizão de direita e esquerda do Partido Democrático e do Partido Republicano nos EUA e pela ONU, OTAN e União Europeia, cujas ações sistematicamente vão contra a vontade do povo. Nós o povo temos um direito soberano sobre nossa própria cultura e de não termos de ser manipulados a abandoná-la em favor de uma cultura estrangeira.
É claro que também temos o direito de continuar cometendo suicídio nacional se isso é o que realmente queremos.
Cabe a nós.
Será que o Ocidente tem a vontade de sobreviver?
Don Hank
Recentemente, uma reportagem mostrou que os católicos da China desafiarão a política de seu governo que proíbe a realização do Dia Internacional de Oração.
Mas como é que um governo pode proibir isso, já que a oração representa expressão, que é, para citar Barack Obama, um “direito universal”? Obama disse isso num discurso advertindo Hosni Mubarak, presidente do Egito, a não pisar nos direitos humanos de manifestantes egípcios, que estavam destruindo propriedades governamentais e queimando carros nas ruas.
Então, o que o corajoso Obama teve a dizer acerca das flagrantes violações de direitos humanos na China?
Nada. Todos os outros “líderes” ocidentais também ficaram em silêncio.
Aliás, nenhum presidente se queixou de alguma violação de direitos humanos na China, onde o Cristianismo está sob controles rigorosos, e na Coreia do Norte, onde os cristãos são, conforme mostram reportagens, enviados para a prisão, surrados, executados e, num caso, foram pulverizados com ferros a vapor, e onde Kim Jong Il, conforme as reportagens, fez com que 2 milhões de pessoas morressem de fome.
A resposta oficial do Ocidente aos ditadores desumanos é sempre a mesma:
1 – Ignorar toda e qualquer violação de direitos humanos contra os cristãos em qualquer lugar
2 – Apoiar grupos que são hostis aos cristãos
Conforme mostrei num artigo anterior, em todos os conflitos envolvendo muçulmanos, a intervenção do Ocidente levou à perseguição dos cristãos, e na maior parte, eliminou populações cristãs nativas. Cada uma das intervenções dos EUA teve esse mesmo tipo de resultado.
Saddam, embora fosse tirano, protegia os cristãos durante seu governo. Logo que foi derrubado, a perseguição aos cristãos foi imediata. O governo dos EUA sob Bush/Obama não fez nada para dar proteção. Os cristãos assírios do Iraque foram discretamente deportados para a Suécia, que lhes concedeu asilo. Pense nisto: um país sob controle dos EUA perseguindo seus cristãos com a permissão tácita dos americanos (que alegam que fazem guerra para proteger “direitos humanos”).
Mubarak impunha todos os controles necessários para deter ações contra os cristãos. Ele não fez um trabalho grande, vamos dizer a verdade, mas se esforçou ao máximo em vista da atmosfera anticristã da população egípcia. Mas no dia em que ele foi expulso da presidência — sob pressão de Obama — as forças armadas do Egito dispararam em monges e funcionários de um monastério cristão copta.
A Costa do Marfim tinha um presidente cristão, Laurent Gbagbo, que afirmou que houve fraude em sua candidatura à reeleição. Aliás, havia fortes evidências de que ocorreu fraude e de que o candidato muçulmano que afirmou que ganhou tinha na verdade perdido muitos votos (conforme relatei antes, li isso num jornal francês que teve a ousadia de fazer uma reportagem sobre isso, mostrando fotos de cédulas eleitorais alteradas). A ONU deu um pontapé no cristão e declarou o muçulmano presidente sem investigar as afirmações de fraude. Numa área controlada pela ONU, 1.000 cristãos foram assassinados. Não houve nenhum protesto significativo por parte de nenhuma potência ocidental, que meses antes disso haviam investigado relatos de violações de direitos humanos cometidas pelo presidente cristão.
O próximo da fila é a Síria. Obama fixou sua atenção no presidente Basher Assad. Agora, você pode estar pensando acerca do histórico da Síria envolvendo o Cristianismo. Alguns anos atrás, um pastor sírio visitou nossa igreja e nos disse que, de modo espantoso, pelo menos naquela época, que a Síria era tão favorável aos cristãos que o governo ali realmente doava materiais de construção para a construção de igrejas cristãs. Creio que isso era verdade. A liderança não mudou desde então, de modo que estamos falando de outro país que possui relações amistosas com os cristãos, mas que logo poderá cair nas mãos de violentes e brutais islâmicos. Não é de admirar que as potências ocidentais hostis aos cristãos estejam ansiosas para ver a Síria cair. Deus proteja os cristãos ali se isso acontecer!
Qualquer um que desejar se informar sobre os detalhes da perseguição dos brutais chineses e norte-coreanos aos cristãos pode visitar os site da Voz dos Mártires e ler casos terríveis de violência. Contudo, qual é nossa reação ao governo da China? Por que os EUA têm políticas comerciais com eles sem nenhuma restrição e de tal magnitude que destroem as indústrias ocidentais e transformam a China na segunda nação mais rica da terra, e Obama festeja Hu Jintao na Casa Branca, ao mesmo tempo em que dissidentes chineses, inclusive Liu Xiaobao, ganhador do Prêmio Nobel, estavam presos por expressarem suas opiniões? Ao que tudo indica, a liberdade de expressão é só um “direito universal” em países islâmicos em que dissidentes buscam derrubar governos favoráveis aos cristãos. Vá em frente e me diga se estou exagerando.
Pergunta para o leitor:
Alguém aqui acha que o Ocidente, que trava guerras sem aviso prévio por causa de “direitos humanos”, algum dia fará qualquer coisa para proteger os cristãos fora do Ocidente? Você acha que essas mesmas potências ocidentais jamais perseguirão os cristãos ocidentais logo que virem que o clima está favorável?
Os meios de comunicação indicam constantemente que o propósito da “separação de igreja e Estado” é proteger pessoas não cristãs de violações de direitos humanos contra cristãos que têm mentalidade teocrática.
Mas eis o que a maioria de nós esquece por adormecimento:
Uma coisa — e uma coisa extremamente ruim — é o governo favorecer a religião da maioria sobre outra ou estabelecer uma teocracia. Mas outra coisa bem diferente é o governo promover, por meio de sua política externa, grupos que perseguem pessoas de qualquer religião por causa de sua religião.
É hora de nós, o povo, voltarmos a possuir o Ocidente.
De um modo muito real, estamos sob uma ocupação estrangeira hostil, perpetrada por uma coalizão de direita e esquerda do Partido Democrático e do Partido Republicano nos EUA e pela ONU, OTAN e União Europeia, cujas ações sistematicamente vão contra a vontade do povo. Nós o povo temos um direito soberano sobre nossa própria cultura e de não termos de ser manipulados a abandoná-la em favor de uma cultura estrangeira.
É claro que também temos o direito de continuar cometendo suicídio nacional se isso é o que realmente queremos.
Cabe a nós.
Será que o Ocidente tem a vontade de sobreviver?
sábado, 21 de maio de 2011
Até Reinaldo Azevedo, que defende publicamente o “casamento” gay e a adoção de crianças por duplas gays, denuncia o PLC 122
O PLC 122 é um monstrengo de aberração tão ridículo e tirânico que seu lugar na história do museu das esquisitices e genocídio cerebral do século XXI já está garantido. Mas vejam agora o texto completo de Reinaldo Azevedo:
O Jornal da Globo apresentou ontem uma reportagem sobre a PL 122, a tal lei que criminaliza a homofobia. No senado, militantes gays — a militância gay, já disse, está para os homossexuais como o MST está para o trabalhador rural — se reuniram para defender o texto, tendo como sacerdotisa a senadora Marta Suplicy (PT-SP), a mesma que disse bobagens estonteantes ontem em defesa de Antônio Palocci (ver posts abaixo). Ela estava sendo “progressista” nos dois casos, tá?
A reportagem fazia parecer que as pessoas estão apenas empenhadas na defesa de direitos e que o texto, se aprovado, não terá conseqüências que dizem respeito à democracia. A PL 122, sob o pretexto de defender os homossexuais, oficializa a censura no país. Já demonstrei isso mais de uma vez.
Marta teve uma idéia genial, bem Marta!, para resolver o problema da liberdade religiosa, por exemplo. As pessoas poderão falar contra o casamento gay, mas só dentro dos templos! Fora deles, estariam sujeitos à pena de reclusão, num crime que passaria a ser considerado inafiançável e imprescritível, como o racismo. Se nem a cor de pele é raça — somos todos da raça humana! —, a condição sexual passará a ser.
Como é fabulosa essa Marta Suplicy! Se nos EUA, seria fulminada, de cara, pela Primeira Emenda, aquela que proíbe o Congresso de legislar sobre liberdade de expressão e liberdade religiosa. Ela faz as duas coisas! No Brasil, o jornalismo também concluiu que a Primeira Emenda é coisa de americano… Fala-se da PL 122 como se ela estivesse apenas garantindo direitos, jamais agredindo-os.
Vai ser aprovado? Sei lá eu! A pressão da imprensa sobre o Senado é grande. Aprovada a lei, o Brasil vai se transformar numa indústria de ações judiciais. O texto permitirá que pessoas sejam denunciadas ou por demitirem gays das empresas — ou por não os admitirem, ainda que por outros motivos nos dois casos. Um professor “transgênero” poderá alegar que não foi contratado pela escolinha de educação infantil porque o diretor não passa de um preconceituoso…
Não só isso. Ainda que o suposto ofendido não faça a denúncia, um terceiro poderá fazê-la. O texto permite que se acuse alguém de homofobia porque o acusador se sentiu “subjetivamente” atingido, entenderam? Esses absurdos partem do princípio, falso, de que inexistem leis para punir agressões aos gays. Estatísticas furadas são usadas para fazer proselitismo, como aquelas que indicam que este seria um dos países do mundo que mais assassinam gays. Qualquer delegacia de polícia sabe que boa parte dos crimes dessa natureza é cometida por garotos de programa, que são também… gays! Ou não? Esses “profissionais” seriam o quê? Prestadores heterossexuais de serviços? Se essas ocorrências servem para afirmar que o Brasil é um dos países que mais matam gays, será preciso admitir, então, que é um dos que mais têm gays assassinos. Uma e outra coisa são falsas.
Mas volto a Marta. Esta iluminista acha que liberdade religiosa tem hora e lugar, compreenderam? Dentro dos templos e igrejas, os crentes poderão professar a sua fé, como atividade quase clandestina; fora de lá, não
O Jornal da Globo apresentou ontem uma reportagem sobre a PL 122, a tal lei que criminaliza a homofobia. No senado, militantes gays — a militância gay, já disse, está para os homossexuais como o MST está para o trabalhador rural — se reuniram para defender o texto, tendo como sacerdotisa a senadora Marta Suplicy (PT-SP), a mesma que disse bobagens estonteantes ontem em defesa de Antônio Palocci (ver posts abaixo). Ela estava sendo “progressista” nos dois casos, tá?
A reportagem fazia parecer que as pessoas estão apenas empenhadas na defesa de direitos e que o texto, se aprovado, não terá conseqüências que dizem respeito à democracia. A PL 122, sob o pretexto de defender os homossexuais, oficializa a censura no país. Já demonstrei isso mais de uma vez.
Marta teve uma idéia genial, bem Marta!, para resolver o problema da liberdade religiosa, por exemplo. As pessoas poderão falar contra o casamento gay, mas só dentro dos templos! Fora deles, estariam sujeitos à pena de reclusão, num crime que passaria a ser considerado inafiançável e imprescritível, como o racismo. Se nem a cor de pele é raça — somos todos da raça humana! —, a condição sexual passará a ser.
Como é fabulosa essa Marta Suplicy! Se nos EUA, seria fulminada, de cara, pela Primeira Emenda, aquela que proíbe o Congresso de legislar sobre liberdade de expressão e liberdade religiosa. Ela faz as duas coisas! No Brasil, o jornalismo também concluiu que a Primeira Emenda é coisa de americano… Fala-se da PL 122 como se ela estivesse apenas garantindo direitos, jamais agredindo-os.
Vai ser aprovado? Sei lá eu! A pressão da imprensa sobre o Senado é grande. Aprovada a lei, o Brasil vai se transformar numa indústria de ações judiciais. O texto permitirá que pessoas sejam denunciadas ou por demitirem gays das empresas — ou por não os admitirem, ainda que por outros motivos nos dois casos. Um professor “transgênero” poderá alegar que não foi contratado pela escolinha de educação infantil porque o diretor não passa de um preconceituoso…
Não só isso. Ainda que o suposto ofendido não faça a denúncia, um terceiro poderá fazê-la. O texto permite que se acuse alguém de homofobia porque o acusador se sentiu “subjetivamente” atingido, entenderam? Esses absurdos partem do princípio, falso, de que inexistem leis para punir agressões aos gays. Estatísticas furadas são usadas para fazer proselitismo, como aquelas que indicam que este seria um dos países do mundo que mais assassinam gays. Qualquer delegacia de polícia sabe que boa parte dos crimes dessa natureza é cometida por garotos de programa, que são também… gays! Ou não? Esses “profissionais” seriam o quê? Prestadores heterossexuais de serviços? Se essas ocorrências servem para afirmar que o Brasil é um dos países que mais matam gays, será preciso admitir, então, que é um dos que mais têm gays assassinos. Uma e outra coisa são falsas.
Mas volto a Marta. Esta iluminista acha que liberdade religiosa tem hora e lugar, compreenderam? Dentro dos templos e igrejas, os crentes poderão professar a sua fé, como atividade quase clandestina; fora de lá, não
Mesmo sob pressão da bancada evangélica, MEC diz que não irá alterar conteúdo do kit gay

Julio Severo
De acordo com o jornal Correio Braziliense: “O ministro Fernando Haddad negou que o Ministério da Educação (MEC) tenha decidido alterar o conteúdo do kit de combate à homofobia que será distribuído às escolas públicas de ensino médio. Nesta quarta-feira 18/5 ele se encontrou com parlamentares da bancada evangélica que são contra o material e assegurou que os deputados poderão manifestar sua opinião à comissão de publicação de materiais do ministério, mas que as sugestões poderão ou não ser acatadas”.
Kit gay para as escolas públicas
O kit homofobia, como vem sendo chamado, foi elaborado por entidades gays para treinar professores a ensinar o homossexualismo nas escolas. O material é composto por cartazes, um livro com sugestão de atividades para o professor e três vídeos.
O MEC esperar colocar os kits gays nas escolas no segundo semestre de 2011.
Com informações do Correio Braziliense
Mulher pró-aborto: escolho o direito de chorar até cair no sono

NOVA IORQUE, EUA, 3 de maio de 2011 (Notícias Pró-Família) — A vida de Kassi Underwood depois de um aborto propositado é uma que ninguém invejaria.
Kassi Underwood
Num artigo no jornal New York Daily News na segunda-feira, Underwood, uma escritora que vive em Nova Iorque, explicou como ela ainda se recusa a julgar o aborto deliberado apesar de sofrer por muito tempo pesar imenso depois de ter acabado com a vida de seu bebê.
No artigo, intitulado “Afaste suas políticas do meu sofrimento depois de um aborto propositado”, Underwood observa que organizações como a Associação Americana de Psicologia afirmam que a síndrome pós-aborto não existe — mas isso não a impede de sentir de forma aguda a perda de seu filho ausente.
Num relato que ecoa o sofrimento documentado de inúmeras outras mulheres que fizeram aborto, tais com aquelas na campanha Silent No More Awareness (Conscientização Não Mais em Silêncio), Underwood diz que três anos depois de seu aborto ela começou a ter pesadelos sobre bebês, e sentia falta de seu “filho em potencial” enquanto estava acordada. “Foi atordoante que eu conseguisse sentir tanto remorso sobre uma decisão que eu supunha escoraria a estrutura da minha identidade”, escreveu Underwood.
“Dava uma sensação de traição confessar que, longe de pensar que eu havia expelido do meu corpo uma ‘bolha de células’, eu agora ficava pensando quem teria sido a pessoa que abortei”.
Underwood indicou que a experiência de “alívio” imediato depois do procedimento de aborto prometido pela análise do Instituto Guttmacher, que é abortista, não era tão simples quanto poderia parecer para as principiantes.
“Era o tipo de alívio que senti depois de perder alguém depois de uma prolongada batalha contra o câncer: grata que o sofrimento havia terminado, mas triste que meu amado teve de ir”, notou ela.
Buscando refúgio no movimento pró-aborto ofereceu pouca ajuda para Underwood: “As emoções, aprendi, podiam ser consideradas como um calcanhar de Aquiles”, disse ela. A escritora também se queixou de um ângulo político num retiro da entidade católica Vinha de Raquel [de apoio espiritual e psicológico a mulheres que fizeram aborto] que ela foi, acusando os diretores de transformar as participantes em “instrumentos políticos” ao insistir com elas para que dissessem ao Congresso como o aborto as havia prejudicado.
Underwood diz que acabou se encaixando num movimento que incentiva as mulheres a falar sobre o aborto, mas sem julgar se o procedimento é moralmente certo ou errado.
“Eis um direito pelo qual eu participaria de marchas: o direito de chorar até cair no sono, de ansiar pelo meu bebê que se foi há muito tempo, mas de saber que eu precisava adiar minha maternidade”, concluiu Underwood. “Dá para superar a angústia contanto que eu continue falando do meu caso de forma integral, sem cortes — e fora da esfera política”.
TODA A VIDA EUROPEIA MORREU EM AUSCHWITZ Por Sebastian Vilar Rodriguez
Desci uma Rua em Barcelona, e descobri repentinamente uma verdade terrível. A Europa morreu em Auschwitz. Matamos seis milhões de Judeus e substituímo-los por 20 milhões de muçulmanos.
Em Auschwitz queimamos uma cultura, pensamento, criatividade, e talento. Destruímos o povo escolhido, verdadeiramente escolhido, porque era um povo grande e maravilhoso que mudara o mundo. A contribuição deste povo sente-se em todas as áreas da vida: ciência, arte, comércio internacional, e acima de tudo, como a consciência do mundo. Este é o povo que queimamos. E debaixo de uma pretensa tolerância, e porque queríamos provar a nós mesmos que estávamos curados da doença do racismo, abrimos as nossas portas a 20 milhões de muçulmanos que nos trouxeram estupidez e ignorância, extremismo religioso e falta de tolerância, crime e pobreza, devido ao pouco desejo de trabalhar e de sustentar as suas famílias com orgulho. Eles fizeram explodir os nossos comboios, transformaram as nossas lindas cidades espanholas, num terceiro mundo, afogando-as em sujeira e crime. Fechados nos seus apartamentos eles recebem, gratuitamente, do governo, eles planejam o assassinato e a destruição dos seus ingênuos hóspedes.E assim, na nossa miséria, trocamos a cultura por ódio fanático, à habilidade criativa, por habilidade destrutiva, a inteligência por subdesenvolvimento e superstição. Trocamos a procura de paz dos judeus da Europa e o seu talento, para um futuro melhor para os seus filhos, a sua determinação, o seu apego à vida porque a vida é santa, por aqueles que prosseguem na morte, um povo consumido pelo desejo de morte para eles e para os outros, para os nossos filhos e para os deles.
(Mulçumanos) - Que terrível erro cometido pela miserável Europa. O total da população islâmica (ou muçulmana) é de, aproximadamente, 1. 200. 000. 000, isto é, um bilhão e duzentos milhões, ou seja, 20% da população mundial. Eles receberam os seguintes Prêmios Nobel:
Literatura
1988 Najib Mahfooz
Paz
1978 Mohamed Anwar El-Sadat
1990 Elias James Corey
1994 Yaser Arafat
1999 Ahmed Zewai
Economia
(ninguém)
Física
(ninguém)
Medicina
1960 Peter Brian Medawar
1998 Ferid Mourad
• TOTAL: 7 (sete) Prêmios Nobel para Mulçumanos
(Judeus) - O total da população de Judeus é de aproximadamente 14.000. 000, isto é, catorze milhões, ou seja, cerca de 0,02 % da população mundial. Eles receberam os seguintes Prêmios Nobel:
Literatura
1910 - Paul Heyse
1927 - Henri Bergson
1958 - Boris Pasternak
1966 - Shmuel Yosef Agnon
1966 - Nelly Sachs
1976 - Saul Bellow
1978 - Isaac Bashevis Singer
1981 - Elias Canetti
1987 - Joseph Brodsky
1991 - Nadine Gordimer World
Paz
1911 - Alfred Fried
1911 - Tobias Michael Carel Asser
1968 - Rene Cassin
1973 - Henry Kissinger
1978 - Menachem Begin
1986 - Elie Wiesel
1994 - Shimon Peres
1994 - Yitzhak Rabin
Física
1905 - Adolph Von Baeyer
1906 - Henri Moissan
1907 - Albert Abraham Michelson
1908 - Gabriel Lippmann
1910 - Otto Wallach
1915 - Richard Willstaetter
1918 - Fritz Haber
1921 - Albert Einstein
1922 - Niels Bohr
1925 - James Franck
1925 - Gustav Hertz
1943 - Gustav Stern
1943 - George Charles de Hevesy
1944 - Isidor Issac Rabi
1952 - Felix Bloch
1954 - Max Born
1958 - Igor Tamm
1959 - Emilio Segre
1960 - Donald A. Glaser
1961 - Robert Hofstadter
1961 - Melvin Calvin
1962 - Lev Davidovich Landau
1962 - Max Ferdinand Perutz
1965 - Richard Phillips Feynman
1965 - Julian Schwinger
1969 - Murray Gell-Mann
1971 - Dennis Gabor
1972 - William Howard Stein
1973 - Brian David Josephson
1975 - Benjamin Mottleson
1976 - Burton Richter
1977 - Ilya Prigogine
1978 - Arno Allan Penzias
1978 - Peter L Kapitza
1979 - Stephen Weinberg
1979 - Sheldon Glashow
1979 - Herbert Charles Brown
1980 - Paul Berg
1980 - Walter Gilbert
1981 - Roald Hoffmann
1982 - Aaron Klug
1985 - Albert A. Hauptman
1985 - Jerome Karle
1986 - Dudley R. Herschbach
1988 - Robert Huber
1988 - Leon Lederman
1988 - Melvin Schwartz
1988 - Jack Steinberger
1989 - Sidney Altman
1990 - Jerome Friedman
1992 - Rudolph Marcus
1995 - Martin Perl
2000 - Alan J.. Heeger
Economia
1970 - Paul Anthony Samuelson
1971 - Simon Kuznets
1972 - Kenneth Joseph Arrow
1975 - Leonid Kantorovich
1976 - Milton Friedman
1978 - Herbert A. Simon
1980 - Lawrence Robert Klein
1985 - Franco Modigliani
1987 - Robert M. Solow
1990 - Harry Markowitz
1990 - Merton Miller
1992 - Gary Becker
1993 - Robert Fogel
Medicina
1908 - Elie Metchnikoff
1908 - Paul Erlich
1914 - Robert Barany
1922 - Otto Meyerhof
1930 - Karl Landsteiner
1931 - Otto Warburg
1936 - Otto Loewi
1944 - Joseph Erlanger
1944 - Herbert Spencer Gasser
1945 - Ernst Boris Chain
1946 - Hermann Joseph Muller
1950 - Tadeus Reichstein
1952 - Selman Abraham Waksman
1953 - Hans Krebs
1953 - Fritz Albert Lipmann
1958 - Joshua Lederberg
1959 - Arthur Kornberg
1964 - Konrad Bloch
1965 - Francois Jacob
1965 - Andre Lwoff
1967 - George Wald
1968 - Marshall W. Nirenberg
1969 - Salvador Luria
1970 - Julius Axelrod
1970 - Sir Bernard Katz
1972 - Gerald Maurice Edelman
1975 - Howard Martin Temin
1976 - Baruch S. Blumberg
1977 - Roselyn Sussman Yalow
1978 - Daniel Nathans
1980 - Baruj Benacerraf
1984 - Cesar Milstein
1985 - Michael Stuart Brown
1985 - Joseph L. Goldstein
1986 - Stanley Cohen [& Rita Levi-Montalcini]
1988 - Gertrude Elion
1989 - Harold Varmus
1991 - Erwin Neher
1991 - Bert Sakmann
1993 - Richard J. Roberts
1993 - Phillip Sharp
1994 - Alfred Gilman
1995 - Edward B. Lewis
1996- Lu RoseIacovino
TOTAL: 128 (cento e vinte e oito) Prêmios Nobel para Judeus.
Os judeus não estão promovendo lavagens cerebrais a crianças em campos de treinamento militar, ensinando-os a fazerem-se explodir e causar um máximo de mortes a judeus e a outros não muçulmanos. Os judeus não tomam aviões, nem matam atletas nos Jogos Olímpicos, nem explodem a si mesmos em restaurantes alemães. Não há um único judeu que tenha destruído uma igreja. NÃO há um único judeu que proteste matando pessoas. Os judeus não fazem tráfico de escravos, não têm líderes a clamar pela Jihad Islâmica e morte a todos os infiéis. Talvez os muçulmanos do mundo devessem considerar investir mais numa educação modelo e menos em queixarem-se dos judeus por todos os seus problemas. Os muçulmanos deviam perguntar o que poderiam fazer pela humanidade antes de pedir que a humanidade os respeite. Independentemente dos seus sentimentos sobre a crise entre Israel e os seus vizinhos palestinos e árabes, mesmo que creiamos que há mais culpas na parte de Israel, as duas frases que se seguem realmente dizem tudo:
“Se os árabes depusessem hoje as suas armas não haveria mais violência.
“Se os judeus depusessem hoje as suas armas não haveria mais Israel”
(Benjamin Netanyahu)
Por uma questão histórica, quando o Comandante Supremo das Forças Aliadas, General Dwight Eisenhower, encontrou todas as vítimas mortas nos campos de concentração nazistas, mandou que as pessoas ao visitarem esses campos de morte, tirassem todas as fotografias possíveis, e para os alemães das aldeias próximas serem levados aos campos e que enterrassem os mortos. Ele fez isto porque disse de viva voz o seguinte: “Gravem isto tudo hoje. Obtenham os filmes, arranjem as testemunhas, porque poderá haver algum malandro lá em baixo, na estrada da história, que se levante e diga que isto nunca aconteceu”. Recentemente, no Reino Unido, houve um debate com a intenção de remover o holocausto do currículo das suas escolas, porque era uma ofensa para a população muçulmana, a qual diz que isto nunca aconteceu. Até agora ainda não foi retirado do currículo. Contudo é uma demonstração do grande receio que está a preocupar o mundo e a facilidade com que as nações o estão a aceitar. Já passaram mais de sessenta anos desde a Segunda Guerra Mundial na Europa. O conteúdo deste email está sendo enviado como uma cadeia em memória dos 6 milhões de judeus, violados, queimados, que morreram de fome, foram espancados, e humilhados enquanto o povo alemão olhava para o outro lado.
Agora, mais do que nunca, com o Irã entre outros, proclamando que o Holocausto é um mito, é imperativo assegurar-se de que o mundo nunca esquecerá isso.
A intenção deste email é chegar a 400 milhões de pessoas.
Que seja um elo na cadeia-memorial e ajude a distribuí-lo pelo mundo.
*O Judaísmo Messiânico apóia esta campanha e faz um apelo para que outras religiões também participem.
Em Auschwitz queimamos uma cultura, pensamento, criatividade, e talento. Destruímos o povo escolhido, verdadeiramente escolhido, porque era um povo grande e maravilhoso que mudara o mundo. A contribuição deste povo sente-se em todas as áreas da vida: ciência, arte, comércio internacional, e acima de tudo, como a consciência do mundo. Este é o povo que queimamos. E debaixo de uma pretensa tolerância, e porque queríamos provar a nós mesmos que estávamos curados da doença do racismo, abrimos as nossas portas a 20 milhões de muçulmanos que nos trouxeram estupidez e ignorância, extremismo religioso e falta de tolerância, crime e pobreza, devido ao pouco desejo de trabalhar e de sustentar as suas famílias com orgulho. Eles fizeram explodir os nossos comboios, transformaram as nossas lindas cidades espanholas, num terceiro mundo, afogando-as em sujeira e crime. Fechados nos seus apartamentos eles recebem, gratuitamente, do governo, eles planejam o assassinato e a destruição dos seus ingênuos hóspedes.E assim, na nossa miséria, trocamos a cultura por ódio fanático, à habilidade criativa, por habilidade destrutiva, a inteligência por subdesenvolvimento e superstição. Trocamos a procura de paz dos judeus da Europa e o seu talento, para um futuro melhor para os seus filhos, a sua determinação, o seu apego à vida porque a vida é santa, por aqueles que prosseguem na morte, um povo consumido pelo desejo de morte para eles e para os outros, para os nossos filhos e para os deles.
(Mulçumanos) - Que terrível erro cometido pela miserável Europa. O total da população islâmica (ou muçulmana) é de, aproximadamente, 1. 200. 000. 000, isto é, um bilhão e duzentos milhões, ou seja, 20% da população mundial. Eles receberam os seguintes Prêmios Nobel:
Literatura
1988 Najib Mahfooz
Paz
1978 Mohamed Anwar El-Sadat
1990 Elias James Corey
1994 Yaser Arafat
1999 Ahmed Zewai
Economia
(ninguém)
Física
(ninguém)
Medicina
1960 Peter Brian Medawar
1998 Ferid Mourad
• TOTAL: 7 (sete) Prêmios Nobel para Mulçumanos
(Judeus) - O total da população de Judeus é de aproximadamente 14.000. 000, isto é, catorze milhões, ou seja, cerca de 0,02 % da população mundial. Eles receberam os seguintes Prêmios Nobel:
Literatura
1910 - Paul Heyse
1927 - Henri Bergson
1958 - Boris Pasternak
1966 - Shmuel Yosef Agnon
1966 - Nelly Sachs
1976 - Saul Bellow
1978 - Isaac Bashevis Singer
1981 - Elias Canetti
1987 - Joseph Brodsky
1991 - Nadine Gordimer World
Paz
1911 - Alfred Fried
1911 - Tobias Michael Carel Asser
1968 - Rene Cassin
1973 - Henry Kissinger
1978 - Menachem Begin
1986 - Elie Wiesel
1994 - Shimon Peres
1994 - Yitzhak Rabin
Física
1905 - Adolph Von Baeyer
1906 - Henri Moissan
1907 - Albert Abraham Michelson
1908 - Gabriel Lippmann
1910 - Otto Wallach
1915 - Richard Willstaetter
1918 - Fritz Haber
1921 - Albert Einstein
1922 - Niels Bohr
1925 - James Franck
1925 - Gustav Hertz
1943 - Gustav Stern
1943 - George Charles de Hevesy
1944 - Isidor Issac Rabi
1952 - Felix Bloch
1954 - Max Born
1958 - Igor Tamm
1959 - Emilio Segre
1960 - Donald A. Glaser
1961 - Robert Hofstadter
1961 - Melvin Calvin
1962 - Lev Davidovich Landau
1962 - Max Ferdinand Perutz
1965 - Richard Phillips Feynman
1965 - Julian Schwinger
1969 - Murray Gell-Mann
1971 - Dennis Gabor
1972 - William Howard Stein
1973 - Brian David Josephson
1975 - Benjamin Mottleson
1976 - Burton Richter
1977 - Ilya Prigogine
1978 - Arno Allan Penzias
1978 - Peter L Kapitza
1979 - Stephen Weinberg
1979 - Sheldon Glashow
1979 - Herbert Charles Brown
1980 - Paul Berg
1980 - Walter Gilbert
1981 - Roald Hoffmann
1982 - Aaron Klug
1985 - Albert A. Hauptman
1985 - Jerome Karle
1986 - Dudley R. Herschbach
1988 - Robert Huber
1988 - Leon Lederman
1988 - Melvin Schwartz
1988 - Jack Steinberger
1989 - Sidney Altman
1990 - Jerome Friedman
1992 - Rudolph Marcus
1995 - Martin Perl
2000 - Alan J.. Heeger
Economia
1970 - Paul Anthony Samuelson
1971 - Simon Kuznets
1972 - Kenneth Joseph Arrow
1975 - Leonid Kantorovich
1976 - Milton Friedman
1978 - Herbert A. Simon
1980 - Lawrence Robert Klein
1985 - Franco Modigliani
1987 - Robert M. Solow
1990 - Harry Markowitz
1990 - Merton Miller
1992 - Gary Becker
1993 - Robert Fogel
Medicina
1908 - Elie Metchnikoff
1908 - Paul Erlich
1914 - Robert Barany
1922 - Otto Meyerhof
1930 - Karl Landsteiner
1931 - Otto Warburg
1936 - Otto Loewi
1944 - Joseph Erlanger
1944 - Herbert Spencer Gasser
1945 - Ernst Boris Chain
1946 - Hermann Joseph Muller
1950 - Tadeus Reichstein
1952 - Selman Abraham Waksman
1953 - Hans Krebs
1953 - Fritz Albert Lipmann
1958 - Joshua Lederberg
1959 - Arthur Kornberg
1964 - Konrad Bloch
1965 - Francois Jacob
1965 - Andre Lwoff
1967 - George Wald
1968 - Marshall W. Nirenberg
1969 - Salvador Luria
1970 - Julius Axelrod
1970 - Sir Bernard Katz
1972 - Gerald Maurice Edelman
1975 - Howard Martin Temin
1976 - Baruch S. Blumberg
1977 - Roselyn Sussman Yalow
1978 - Daniel Nathans
1980 - Baruj Benacerraf
1984 - Cesar Milstein
1985 - Michael Stuart Brown
1985 - Joseph L. Goldstein
1986 - Stanley Cohen [& Rita Levi-Montalcini]
1988 - Gertrude Elion
1989 - Harold Varmus
1991 - Erwin Neher
1991 - Bert Sakmann
1993 - Richard J. Roberts
1993 - Phillip Sharp
1994 - Alfred Gilman
1995 - Edward B. Lewis
1996- Lu RoseIacovino
TOTAL: 128 (cento e vinte e oito) Prêmios Nobel para Judeus.
Os judeus não estão promovendo lavagens cerebrais a crianças em campos de treinamento militar, ensinando-os a fazerem-se explodir e causar um máximo de mortes a judeus e a outros não muçulmanos. Os judeus não tomam aviões, nem matam atletas nos Jogos Olímpicos, nem explodem a si mesmos em restaurantes alemães. Não há um único judeu que tenha destruído uma igreja. NÃO há um único judeu que proteste matando pessoas. Os judeus não fazem tráfico de escravos, não têm líderes a clamar pela Jihad Islâmica e morte a todos os infiéis. Talvez os muçulmanos do mundo devessem considerar investir mais numa educação modelo e menos em queixarem-se dos judeus por todos os seus problemas. Os muçulmanos deviam perguntar o que poderiam fazer pela humanidade antes de pedir que a humanidade os respeite. Independentemente dos seus sentimentos sobre a crise entre Israel e os seus vizinhos palestinos e árabes, mesmo que creiamos que há mais culpas na parte de Israel, as duas frases que se seguem realmente dizem tudo:
“Se os árabes depusessem hoje as suas armas não haveria mais violência.
“Se os judeus depusessem hoje as suas armas não haveria mais Israel”
(Benjamin Netanyahu)
Por uma questão histórica, quando o Comandante Supremo das Forças Aliadas, General Dwight Eisenhower, encontrou todas as vítimas mortas nos campos de concentração nazistas, mandou que as pessoas ao visitarem esses campos de morte, tirassem todas as fotografias possíveis, e para os alemães das aldeias próximas serem levados aos campos e que enterrassem os mortos. Ele fez isto porque disse de viva voz o seguinte: “Gravem isto tudo hoje. Obtenham os filmes, arranjem as testemunhas, porque poderá haver algum malandro lá em baixo, na estrada da história, que se levante e diga que isto nunca aconteceu”. Recentemente, no Reino Unido, houve um debate com a intenção de remover o holocausto do currículo das suas escolas, porque era uma ofensa para a população muçulmana, a qual diz que isto nunca aconteceu. Até agora ainda não foi retirado do currículo. Contudo é uma demonstração do grande receio que está a preocupar o mundo e a facilidade com que as nações o estão a aceitar. Já passaram mais de sessenta anos desde a Segunda Guerra Mundial na Europa. O conteúdo deste email está sendo enviado como uma cadeia em memória dos 6 milhões de judeus, violados, queimados, que morreram de fome, foram espancados, e humilhados enquanto o povo alemão olhava para o outro lado.
Agora, mais do que nunca, com o Irã entre outros, proclamando que o Holocausto é um mito, é imperativo assegurar-se de que o mundo nunca esquecerá isso.
A intenção deste email é chegar a 400 milhões de pessoas.
Que seja um elo na cadeia-memorial e ajude a distribuí-lo pelo mundo.
*O Judaísmo Messiânico apóia esta campanha e faz um apelo para que outras religiões também participem.
sábado, 14 de maio de 2011
Evangélicos barram temporariamente PLC 122
Julio Severo
De acordo com matéria do UOLNotícias de 12/05/2011, “A pressão da bancada evangélica impediu a votação do projeto de lei complementar 122/06 que criminaliza os atos de homofobia”, mas uma falha ou omissão do UOL não mencionou que o PLC 122 também reprime com igual violência legal as expressões e opiniões médicas, filosóficas, morais e religiosas contra a homossexualidade.
O projeto de ditadura gay deveria ter sido votado nesta manhã na Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado. Mas ao sentir a pressão contrária, Marta Suplicy optou por um adiamento, que acabou provocando confusão e tumulto quando a senadora Marinor Brito (do ultramarxista PSOL), chamou Bolsonaro de “homofóbico” e “criminoso” por causa de um folheto denunciando políticas pró-homossexualismo do MEC.
O UOLNotícias destacou a principal causa do adiamento: “Representantes da Frente Parlamentar Evangélica presentes à sessão pediram o adiamento alegando que devem ser realizadas audiências públicas, porque ele não teria sido suficientemente discutido no Congresso. ‘Precisamos debater à exaustão, sem privilegiar ninguém. Há pelo menos 150 milhões de brasileiros que não foram ouvidos’, disse o senador Magno Malta (PR-ES)”.
Malta, que é forte aliado de Dilma Rousseff, também declarou: “Se você não der emprego para homossexual, você vai preso. Se você demitir, vai preso. Se você não admitir, também tem cadeia para você. Se você não aceitar gesto afetivo, também tem cadeia. Estavam tentando criar um império homossexual, uma casta diferenciada no Brasil”.
O principal site homossexual de notícias do Brasil, A Capa, também atribuiu aos evangélicos a culpa das dificuldades de Suplicy e do PT para aprovar o PLC 122. Num artigo, escrito por um travesti, intitulado “Fanatismo religioso: um dia de fúria”, A Capa seleciona para deboches especialmente Julio Severo e Silas Malafaia.
O projeto de autoria da ex-deputada Iara Bernardi (PT-SP) tramita há dez anos no Congresso e somente em 2006 foi aprovado ardilosamente no plenário da Câmara, apenas com um punhado de deputados presentes. A senadora Marta Suplicy (PT-SP), que é relatora do PLC 122, queria tentar aprovar o seu parecer até a próxima semana, na data do Dia Nacional de Combate à Homofobia, no próximo dia 17.
Ao ver frustrada sua tentativa de avançar hoje o PLC 122, Marta suspirou para os jornalistas: “O Judiciário se pronunciou sobre um assunto que há 16 anos o Congresso não consegue se pronunciar”, disse a radical petista feminista e homossexualista, que tinha desde 1995 um projeto de parceria civil homossexual, que nunca avançou no Congresso, por pressão do povo. Mas o STF “resolveu” a questão.
Na verdade, assim como no caso da parceria homossexual, o PLC 122 é alvo de atenção e movimentação de evangélicos e católicos há anos.
Se o povo continuar fazendo pressão contra o PLC 122, a quem dona Marta recorrerá para “resolver” a questão?
De acordo com matéria do UOLNotícias de 12/05/2011, “A pressão da bancada evangélica impediu a votação do projeto de lei complementar 122/06 que criminaliza os atos de homofobia”, mas uma falha ou omissão do UOL não mencionou que o PLC 122 também reprime com igual violência legal as expressões e opiniões médicas, filosóficas, morais e religiosas contra a homossexualidade.
O projeto de ditadura gay deveria ter sido votado nesta manhã na Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado. Mas ao sentir a pressão contrária, Marta Suplicy optou por um adiamento, que acabou provocando confusão e tumulto quando a senadora Marinor Brito (do ultramarxista PSOL), chamou Bolsonaro de “homofóbico” e “criminoso” por causa de um folheto denunciando políticas pró-homossexualismo do MEC.
O UOLNotícias destacou a principal causa do adiamento: “Representantes da Frente Parlamentar Evangélica presentes à sessão pediram o adiamento alegando que devem ser realizadas audiências públicas, porque ele não teria sido suficientemente discutido no Congresso. ‘Precisamos debater à exaustão, sem privilegiar ninguém. Há pelo menos 150 milhões de brasileiros que não foram ouvidos’, disse o senador Magno Malta (PR-ES)”.
Malta, que é forte aliado de Dilma Rousseff, também declarou: “Se você não der emprego para homossexual, você vai preso. Se você demitir, vai preso. Se você não admitir, também tem cadeia para você. Se você não aceitar gesto afetivo, também tem cadeia. Estavam tentando criar um império homossexual, uma casta diferenciada no Brasil”.
O principal site homossexual de notícias do Brasil, A Capa, também atribuiu aos evangélicos a culpa das dificuldades de Suplicy e do PT para aprovar o PLC 122. Num artigo, escrito por um travesti, intitulado “Fanatismo religioso: um dia de fúria”, A Capa seleciona para deboches especialmente Julio Severo e Silas Malafaia.
O projeto de autoria da ex-deputada Iara Bernardi (PT-SP) tramita há dez anos no Congresso e somente em 2006 foi aprovado ardilosamente no plenário da Câmara, apenas com um punhado de deputados presentes. A senadora Marta Suplicy (PT-SP), que é relatora do PLC 122, queria tentar aprovar o seu parecer até a próxima semana, na data do Dia Nacional de Combate à Homofobia, no próximo dia 17.
Ao ver frustrada sua tentativa de avançar hoje o PLC 122, Marta suspirou para os jornalistas: “O Judiciário se pronunciou sobre um assunto que há 16 anos o Congresso não consegue se pronunciar”, disse a radical petista feminista e homossexualista, que tinha desde 1995 um projeto de parceria civil homossexual, que nunca avançou no Congresso, por pressão do povo. Mas o STF “resolveu” a questão.
Na verdade, assim como no caso da parceria homossexual, o PLC 122 é alvo de atenção e movimentação de evangélicos e católicos há anos.
Se o povo continuar fazendo pressão contra o PLC 122, a quem dona Marta recorrerá para “resolver” a questão?
Presbiterianos dos EUA vão começar a ordenar pastores homossexuais assumidos
Patrick B. Craine
11 de maio de 2011 (Notícias Pró-Família) — A Igreja Presbiteriana dos EUA está pronta para começar a ordenar pastores assumidamente homossexuais, cruzando a última barreira burocrática interna nesta semana depois de uma batalha que durou décadas.
A denominação removeu de sua constituição a exigência de que aqueles que serão ordenados como pastores permaneçam em “fidelidade no pacto do casamento entre um homem e uma mulher, ou castidade em sua vida de solteiro”. A frase foi substituída por um requisito de que os pastores “[se submetam] com alegria ao Senhorio de Jesus Cristo”.
A Assembleia Geral da denominação, seu órgão governante, havia aprovado a mudança em julho, mas primeiro precisava ser ratificada por uma maioria de suas 173 organizações regionais, também chamadas de presbitérios.
Um presbitério de Minnesota garantiu a mudança numa votação tarde na terça-feira, se tornando o 87º presbitério a apoiá-la. Sem demora foram seguidos por outro presbitério em Los Angeles. Em sua reportagem, o jornal The Los Angeles Times disse que 19 presbitérios haviam mudado seus votos desde que a questão foi considerada na última vez em 2008-09.
De acordo com os procedimentos da denominação, os presbitérios locais terão permissão de decidir por si se ordenarão homossexuais.
A Igreja Presbiteriana se torna a quarta grande denominação protestante a aprovar a ordenação de homossexuais como pastores e pastoras depois dos episcopais, evangélicos luteranos e a Igreja Unida de Cristo.
A decisão de julho na Assembleia Geral, vindo numa votação de 373 a 323, foi a quarta vez em que o órgão votou para que a ordenação de homossexuais fosse permitida. Em cada uma das vezes anteriores, esse tipo de ordenação foi rejeitado pelos presbitérios locais.
A medida foi criticada na quarta-feira numa declaração da Rede de Renovação Presbiteriana, assinada por doze líderes presbiterianos.
Os líderes estão chamando a Igreja Presbiteriana ao arrependimento pela votação que fez, a qual, frisam eles, “não muda a vontade de Deus expressa nas Escrituras”. Eles dizem que a medida “se coloca em conformidade com os desejos da carne, em vez de sustentar e se entregar ao poder transformador do Espírito Santo, pelo qual a Igreja se coloca em conformidade com Cristo”.
As palavras que foram removidas da constituição, acrescentaram eles, “refletem o claro ensino das Escrituras do começo ao fim” e são “confirmadas também pela Igreja em toda a história e em todo o mundo”.
A Igreja Presbiteriana dos EUA vem permitindo cerimônias de bênçãos às duplas de mesmo sexo desde o ano 2000, e vem apoiando uniões civis para duplas de mesmo sexo desde 2004.
Eles rapidamente diminuíram em número de membros nas últimas quatro décadas, de 4,25 milhões em 1965 para aproximadamente 2,1 milhões de membros.
11 de maio de 2011 (Notícias Pró-Família) — A Igreja Presbiteriana dos EUA está pronta para começar a ordenar pastores assumidamente homossexuais, cruzando a última barreira burocrática interna nesta semana depois de uma batalha que durou décadas.
A denominação removeu de sua constituição a exigência de que aqueles que serão ordenados como pastores permaneçam em “fidelidade no pacto do casamento entre um homem e uma mulher, ou castidade em sua vida de solteiro”. A frase foi substituída por um requisito de que os pastores “[se submetam] com alegria ao Senhorio de Jesus Cristo”.
A Assembleia Geral da denominação, seu órgão governante, havia aprovado a mudança em julho, mas primeiro precisava ser ratificada por uma maioria de suas 173 organizações regionais, também chamadas de presbitérios.
Um presbitério de Minnesota garantiu a mudança numa votação tarde na terça-feira, se tornando o 87º presbitério a apoiá-la. Sem demora foram seguidos por outro presbitério em Los Angeles. Em sua reportagem, o jornal The Los Angeles Times disse que 19 presbitérios haviam mudado seus votos desde que a questão foi considerada na última vez em 2008-09.
De acordo com os procedimentos da denominação, os presbitérios locais terão permissão de decidir por si se ordenarão homossexuais.
A Igreja Presbiteriana se torna a quarta grande denominação protestante a aprovar a ordenação de homossexuais como pastores e pastoras depois dos episcopais, evangélicos luteranos e a Igreja Unida de Cristo.
A decisão de julho na Assembleia Geral, vindo numa votação de 373 a 323, foi a quarta vez em que o órgão votou para que a ordenação de homossexuais fosse permitida. Em cada uma das vezes anteriores, esse tipo de ordenação foi rejeitado pelos presbitérios locais.
A medida foi criticada na quarta-feira numa declaração da Rede de Renovação Presbiteriana, assinada por doze líderes presbiterianos.
Os líderes estão chamando a Igreja Presbiteriana ao arrependimento pela votação que fez, a qual, frisam eles, “não muda a vontade de Deus expressa nas Escrituras”. Eles dizem que a medida “se coloca em conformidade com os desejos da carne, em vez de sustentar e se entregar ao poder transformador do Espírito Santo, pelo qual a Igreja se coloca em conformidade com Cristo”.
As palavras que foram removidas da constituição, acrescentaram eles, “refletem o claro ensino das Escrituras do começo ao fim” e são “confirmadas também pela Igreja em toda a história e em todo o mundo”.
A Igreja Presbiteriana dos EUA vem permitindo cerimônias de bênçãos às duplas de mesmo sexo desde o ano 2000, e vem apoiando uniões civis para duplas de mesmo sexo desde 2004.
Eles rapidamente diminuíram em número de membros nas últimas quatro décadas, de 4,25 milhões em 1965 para aproximadamente 2,1 milhões de membros.
terça-feira, 3 de maio de 2011
Silas Malafaia denuncia PLC 122
primeiro vídeo http://www.youtube.com/watch?v=dppXTbS_EeM
segundo vídeo http://www.youtube.com/watch?v=IrtRZK8vZJE
A participação de Malafaia é importante, considerando que a vasta maioria dos pregadores de televisão não abre a boca para denunciar uma das crias socialistas mais monstruosas do PT — o PLC 122, que sacraliza a sodomia e criminaliza não só os cristãos, mas também qualquer cidadão que expressa uma opinião filosófica, médica ou moral contra a sodomia.
Por isso, é fundamental honrar os homens que estão tendo a coragem de abrir a boca. E assim como é apropriado destacar o papel de Malafaia nessa luta, é necessário também honrar os homens que deram início à grande mobilização que tornou o “PLC 122” um termo conhecido entre a maioria dos cristãos do Brasil.
Os católicos foram os pioneiros nessa conscientização. Em fevereiro de 2007, um grupo de influentes católicos conservadores me procurou para me convidar para participar de uma campanha de esclarecimento. Eles haviam lido os meus textos sobre a homossexualidade, preparado um documento com base nos meus artigos e queriam apenas que eu o assinasse. A parte deles seria divulgar o documento. A minha parte seria dar meu nome.
Eu lhes perguntei: “Mas não sou católico. Vocês têm nomes fortes que podem ser usados nessa campanha”. E a resposta deles foi que meu nome já era conhecido nessa luta.
E a campanha foi em frente. Depois de março de 2007, o incêndio foi aumentando até ganhar proporções imensas. Hoje, o “incêndio do esclarecimento” está “fora de controle”, tendo atingido muitas consciências.
Se não fosse por essa atitude abnegada dos católicos, não sei se o PLC 122 teria enfrentado tão grande resistência. E mesmo depois que o objetivo da campanha foi atingido, o líder do grupo católico sempre se recusou a receber qualquer reconhecimento público. Eu insisti muito com ele para citá-lo em artigos e mostrar seu importante papel no início do “incêndio”, mas ele prefere ficar no anonimato. Que Deus possa dar a todos nós essa humildade.
Antes de fevereiro de 2007, eu já tinha intenção de denunciar o PLC 122. Mas, durante os meses de novembro e dezembro de 2006 e janeiro de 2007, eu estava refugiado com minha família, devido a perseguições, num lugar sem internet. E novembro foi justamente o mês da aprovação do PLC 122 na Câmara dos Deputados. Mesmo sem poder agir, passei várias semanas literalmente incomodando o Dr. Zenóbio Fonseca para escrever um artigo contra o projeto anti-“homofobia”, até porque seu conhecimento jurídico era vital. Seu trabalho de assessoria não lhe dava tempo. Mas finalmente ele conseguiu escrever o texto. Logo em seguida, estava pronta a mensagem de mobilização dos católicos, a qual foi enviada para incontáveis milhares de e-mails e outros meios. O resto é história.
No começo, um ou outro jurista tentou alertar, mas não houve repercussão. Somente com a ajuda católica, a reverberação ocorreu.
Os católicos, ainda que não estejam querendo aparecer, estão envolvidos nesta luta tanto quanto os evangélicos.
Graças a Deus pelo envolvimento do Pr. Silas Malafaia, e peço que muitos outros líderes o imitem sem olhar para as fraquezas do homem.
Contudo, preciso dar três sugestões para Malafaia:
1. Ele precisa fazer uma renúncia pública por ter induzido, juntamente com muitos outros pastores, o povo evangélico a votar em Lula, um socialista, para a presidência.
2. Ele precisa “induzir” o povo evangélico a renunciar publicamente a toda ligação com Lula, Dilma, PT e o socialismo.
3. Por último, ele deveria convocar o povo evangélico para uma grande manifestação em Brasília contra o PLC 122.
Na convocação contra o PLC 122 que ele fez em 2008, apenas 5 mil pessoas compareceram, pois ele não levou em consideração os dois primeiros itens. É preciso agora dar a atenção a esses itens, pois se o Brasil está hoje sob uma ameaça de ditadura gay apoiada pelo PT, é porque a CNBB e a liderança evangélica, em vez de nos alertarem, foram para a cama com os abutres do PT.
Tenho certeza de que Deus abençoará e honrará uma grande manifestação em Brasília contra o PLC 122 depois que os líderes evangélicos e católicos que se prostituíram com o PT se arrependerem e renunciarem às suas prostituições.
Divulgue este texto a todos os líderes e outras pessoas.
segundo vídeo http://www.youtube.com/watch?v=IrtRZK8vZJE
A participação de Malafaia é importante, considerando que a vasta maioria dos pregadores de televisão não abre a boca para denunciar uma das crias socialistas mais monstruosas do PT — o PLC 122, que sacraliza a sodomia e criminaliza não só os cristãos, mas também qualquer cidadão que expressa uma opinião filosófica, médica ou moral contra a sodomia.
Por isso, é fundamental honrar os homens que estão tendo a coragem de abrir a boca. E assim como é apropriado destacar o papel de Malafaia nessa luta, é necessário também honrar os homens que deram início à grande mobilização que tornou o “PLC 122” um termo conhecido entre a maioria dos cristãos do Brasil.
Os católicos foram os pioneiros nessa conscientização. Em fevereiro de 2007, um grupo de influentes católicos conservadores me procurou para me convidar para participar de uma campanha de esclarecimento. Eles haviam lido os meus textos sobre a homossexualidade, preparado um documento com base nos meus artigos e queriam apenas que eu o assinasse. A parte deles seria divulgar o documento. A minha parte seria dar meu nome.
Eu lhes perguntei: “Mas não sou católico. Vocês têm nomes fortes que podem ser usados nessa campanha”. E a resposta deles foi que meu nome já era conhecido nessa luta.
E a campanha foi em frente. Depois de março de 2007, o incêndio foi aumentando até ganhar proporções imensas. Hoje, o “incêndio do esclarecimento” está “fora de controle”, tendo atingido muitas consciências.
Se não fosse por essa atitude abnegada dos católicos, não sei se o PLC 122 teria enfrentado tão grande resistência. E mesmo depois que o objetivo da campanha foi atingido, o líder do grupo católico sempre se recusou a receber qualquer reconhecimento público. Eu insisti muito com ele para citá-lo em artigos e mostrar seu importante papel no início do “incêndio”, mas ele prefere ficar no anonimato. Que Deus possa dar a todos nós essa humildade.
Antes de fevereiro de 2007, eu já tinha intenção de denunciar o PLC 122. Mas, durante os meses de novembro e dezembro de 2006 e janeiro de 2007, eu estava refugiado com minha família, devido a perseguições, num lugar sem internet. E novembro foi justamente o mês da aprovação do PLC 122 na Câmara dos Deputados. Mesmo sem poder agir, passei várias semanas literalmente incomodando o Dr. Zenóbio Fonseca para escrever um artigo contra o projeto anti-“homofobia”, até porque seu conhecimento jurídico era vital. Seu trabalho de assessoria não lhe dava tempo. Mas finalmente ele conseguiu escrever o texto. Logo em seguida, estava pronta a mensagem de mobilização dos católicos, a qual foi enviada para incontáveis milhares de e-mails e outros meios. O resto é história.
No começo, um ou outro jurista tentou alertar, mas não houve repercussão. Somente com a ajuda católica, a reverberação ocorreu.
Os católicos, ainda que não estejam querendo aparecer, estão envolvidos nesta luta tanto quanto os evangélicos.
Graças a Deus pelo envolvimento do Pr. Silas Malafaia, e peço que muitos outros líderes o imitem sem olhar para as fraquezas do homem.
Contudo, preciso dar três sugestões para Malafaia:
1. Ele precisa fazer uma renúncia pública por ter induzido, juntamente com muitos outros pastores, o povo evangélico a votar em Lula, um socialista, para a presidência.
2. Ele precisa “induzir” o povo evangélico a renunciar publicamente a toda ligação com Lula, Dilma, PT e o socialismo.
3. Por último, ele deveria convocar o povo evangélico para uma grande manifestação em Brasília contra o PLC 122.
Na convocação contra o PLC 122 que ele fez em 2008, apenas 5 mil pessoas compareceram, pois ele não levou em consideração os dois primeiros itens. É preciso agora dar a atenção a esses itens, pois se o Brasil está hoje sob uma ameaça de ditadura gay apoiada pelo PT, é porque a CNBB e a liderança evangélica, em vez de nos alertarem, foram para a cama com os abutres do PT.
Tenho certeza de que Deus abençoará e honrará uma grande manifestação em Brasília contra o PLC 122 depois que os líderes evangélicos e católicos que se prostituíram com o PT se arrependerem e renunciarem às suas prostituições.
Divulgue este texto a todos os líderes e outras pessoas.
Brasil sob PLC 122: uma previsão para fazer rir e chorar
Liberdade de expressão na coleira da ditadura gay
Julio Severo
Como será o Brasil com o PLC 122 aprovado? Os ativistas gays dizem que será um país em que homens que fazem sexo com homens terão apenas igualdade de direitos. A nova versão da lei anti-“homofobia” vai banir da internet, televisão, rádio, jornais e locais públicos toda opinião negativa contra o homossexualismo, mas Marta Suplicy, atual relatora do PLC 122, garante que vai defender a liberdade de os religiosos poderem falar contra o homossexualismo pelo menos dentro do templo de suas igrejas.
Imaginemos agora o Brasil sob essa nova modalidade de “liberdade” de expressão:
Rede Imbróglio Global de Televisão apresenta debate sobre Bíblia e homossexualidade — porque homossexualismo foi banido do vocabulário nacional, por ser considerado “preconceituoso”.
Apresentador Tony Sabão: “Boa noite, senhoras e senhores. Temos aqui hoje no nosso debate dois pastores gays, que irão nos explicar o que Deus pensa sobre o amor entre iguais. Boa noite, Pr. Desmunhecanca. Boa noite, Pr. Trejeitoso”.
Pr. Desmunhecanca: “Boa noite! É um prazer voltar ao seu programa. Uau, amei! É sempre bom voltar aqui, pois temos sempre muitos frutos... e “frutas”, claro, hahaha! Muita gente da audiência, sem conhecimento do assunto gay, nos procurou em nossas igrejas. Bombou! Um a-rra-so! Amém!”
Pr. Trejeitoso: “Boa noite, Toninhuu.... tudo bom contigo, linduu?”
Tony Sabão: “Minha primeira pergunta é: Por que Deus criou a homossexualidade?”
Pr. Desmunhecanca: “Essa é mais uma das várias formas de amor. Deus fez o mundo colorido. E assim interpretamos a simbologia do arco-íris. Nada daquele papo cafonééérrimo de dilúvio, promessa para Noé, e tal. Mas sim, as mil e uma formas de amor. GLBTZKXUY69K24QABC, etc...”.
Pr. Trejeitoso: “Isso! Deus disse que o homem deixaria seu pai e mãe e se tornaria uma só carne com o outro. Essa é a nossa interpretação oficial”.
Tony Sabão: “E há alguma outra interpretação diferente?”
Pr. Trejeitoso: “Sim, tem, mas deixa pra lá! Já era... Hoje são novos tempos, e novos tempos, vocês sabem, requerem nova teologia. Podemos dizer que a teologia foi liberta de suas fobias e se tornou inclusiva e mais aberta, mais relacional, se é que você me entende, amore...”
Tony Sabão: “Bacana! Nossa drag-repórter Espalhafatona está, conforme estipula a legislação, dentro de um templo para entrevistar um pastor linha-dura de uma igreja de extrema-direita hidrófoba-fundamentalista-raivosa, para saber a opinião dele sobre o motivo por que Deus criou a homossexualidade”.
Repórter Espalhafatona: “Pr. João, pode nos dar sua opinião?”
O pastor cochicha ao ouvido da repórter.
Tony Sabão: “Que cara de nojo é essa, Espalhafatona? O que foi que o pastor disse?”
Espalhafatona: “Tony, a legislação realmente permite a opinião — arghh! — dele aqui dentro do templo, mas como estamos ao vivo e no microfone, ele não tem proteção. Ele me confidenciou sua visão. Horrorosa! Credo! Só posso te contar ao ouvido, bem discretamente, quando chegar à emissora”.
Tony Sabão: “Obrigado, Pr. João, por sua participação, e deixamos claro que nossa emissora, conforme a legislação, sempre lhe dará liberdade de cochichar ao ouvido de nossos jornalistas suas posições dentro de seu templo. Longe de nós censurar o debate plural e livre! Boa noite!”
Pr. Trejeitoso: “Só para finalizar, Toninhu lindu, quero informar para sua galera televisiva que nossa igreja agora conta com uma moderna e equipada sauna, com atendimento ultra-personalizado! Beijinhusss!”
Tony Sabão: “Conforme a lei vigente e para ajudar o governo no combate à ‘homofobia’, estamos, Pr. Desmunhecanca e Pr. Trejeitoso, transmitindo sua mensagem pela TV, rádio e internet, garantindo que o público seja impactado de forma positiva por suas palavras que representam o verdadeiro evangelho da inclusão. Esperamos que seu evangelho liberte muitos da ‘homofobia’. Boa noite a todos, em nome da Rede Imbróglio Global de Televisão, a rede da diversidade da família brasileira!”
Outro cenário do Brasil sob o PLC 122:
Professora na sala de aula: “Crianças, acabamos de assistir ao vídeo oficial do MEC de um lindo casal de meninos se beijando. Quantos aqui são a favor da homossexualidade?” Todas as crianças levantam a mão — menos um menininho.
Imediatamente, a professora o encaminha à psicóloga de diversidade sexual da escola. Em seguida, seus pais são convocados para se apurar o motivo por que o garotinho não levantou a mão. Os pais dizem que só podem dizer o motivo dentro do templo de uma igreja. A diretora grita: “Olha, esta escola por acaso tem cara de igreja? Na igreja, vocês façam o que quiserem. Mas aqui é escola! Aqui fazemos o que o governo manda! Ou vocês decidem corrigir agora mesmo essa situação ou o garoto vai ter de passar por um programa de reeducação. O Conselho Tutelar já foi acionado para investigar o comportamento estranho do menino, e a forma como vocês o educam. Decidam agora o destino de vocês!”
Brasil antes do PLC 122:
Antes que mais tarde decidam a sua vida e a vida de seus filhos, decida hoje:
PLC 122 não! Não à propaganda anti-“homofobia” que é fachada para perseguição religiosa! Abaixo à ditadura gay!
Julio Severo
Como será o Brasil com o PLC 122 aprovado? Os ativistas gays dizem que será um país em que homens que fazem sexo com homens terão apenas igualdade de direitos. A nova versão da lei anti-“homofobia” vai banir da internet, televisão, rádio, jornais e locais públicos toda opinião negativa contra o homossexualismo, mas Marta Suplicy, atual relatora do PLC 122, garante que vai defender a liberdade de os religiosos poderem falar contra o homossexualismo pelo menos dentro do templo de suas igrejas.
Imaginemos agora o Brasil sob essa nova modalidade de “liberdade” de expressão:
Rede Imbróglio Global de Televisão apresenta debate sobre Bíblia e homossexualidade — porque homossexualismo foi banido do vocabulário nacional, por ser considerado “preconceituoso”.
Apresentador Tony Sabão: “Boa noite, senhoras e senhores. Temos aqui hoje no nosso debate dois pastores gays, que irão nos explicar o que Deus pensa sobre o amor entre iguais. Boa noite, Pr. Desmunhecanca. Boa noite, Pr. Trejeitoso”.
Pr. Desmunhecanca: “Boa noite! É um prazer voltar ao seu programa. Uau, amei! É sempre bom voltar aqui, pois temos sempre muitos frutos... e “frutas”, claro, hahaha! Muita gente da audiência, sem conhecimento do assunto gay, nos procurou em nossas igrejas. Bombou! Um a-rra-so! Amém!”
Pr. Trejeitoso: “Boa noite, Toninhuu.... tudo bom contigo, linduu?”
Tony Sabão: “Minha primeira pergunta é: Por que Deus criou a homossexualidade?”
Pr. Desmunhecanca: “Essa é mais uma das várias formas de amor. Deus fez o mundo colorido. E assim interpretamos a simbologia do arco-íris. Nada daquele papo cafonééérrimo de dilúvio, promessa para Noé, e tal. Mas sim, as mil e uma formas de amor. GLBTZKXUY69K24QABC, etc...”.
Pr. Trejeitoso: “Isso! Deus disse que o homem deixaria seu pai e mãe e se tornaria uma só carne com o outro. Essa é a nossa interpretação oficial”.
Tony Sabão: “E há alguma outra interpretação diferente?”
Pr. Trejeitoso: “Sim, tem, mas deixa pra lá! Já era... Hoje são novos tempos, e novos tempos, vocês sabem, requerem nova teologia. Podemos dizer que a teologia foi liberta de suas fobias e se tornou inclusiva e mais aberta, mais relacional, se é que você me entende, amore...”
Tony Sabão: “Bacana! Nossa drag-repórter Espalhafatona está, conforme estipula a legislação, dentro de um templo para entrevistar um pastor linha-dura de uma igreja de extrema-direita hidrófoba-fundamentalista-raivosa, para saber a opinião dele sobre o motivo por que Deus criou a homossexualidade”.
Repórter Espalhafatona: “Pr. João, pode nos dar sua opinião?”
O pastor cochicha ao ouvido da repórter.
Tony Sabão: “Que cara de nojo é essa, Espalhafatona? O que foi que o pastor disse?”
Espalhafatona: “Tony, a legislação realmente permite a opinião — arghh! — dele aqui dentro do templo, mas como estamos ao vivo e no microfone, ele não tem proteção. Ele me confidenciou sua visão. Horrorosa! Credo! Só posso te contar ao ouvido, bem discretamente, quando chegar à emissora”.
Tony Sabão: “Obrigado, Pr. João, por sua participação, e deixamos claro que nossa emissora, conforme a legislação, sempre lhe dará liberdade de cochichar ao ouvido de nossos jornalistas suas posições dentro de seu templo. Longe de nós censurar o debate plural e livre! Boa noite!”
Pr. Trejeitoso: “Só para finalizar, Toninhu lindu, quero informar para sua galera televisiva que nossa igreja agora conta com uma moderna e equipada sauna, com atendimento ultra-personalizado! Beijinhusss!”
Tony Sabão: “Conforme a lei vigente e para ajudar o governo no combate à ‘homofobia’, estamos, Pr. Desmunhecanca e Pr. Trejeitoso, transmitindo sua mensagem pela TV, rádio e internet, garantindo que o público seja impactado de forma positiva por suas palavras que representam o verdadeiro evangelho da inclusão. Esperamos que seu evangelho liberte muitos da ‘homofobia’. Boa noite a todos, em nome da Rede Imbróglio Global de Televisão, a rede da diversidade da família brasileira!”
Outro cenário do Brasil sob o PLC 122:
Professora na sala de aula: “Crianças, acabamos de assistir ao vídeo oficial do MEC de um lindo casal de meninos se beijando. Quantos aqui são a favor da homossexualidade?” Todas as crianças levantam a mão — menos um menininho.
Imediatamente, a professora o encaminha à psicóloga de diversidade sexual da escola. Em seguida, seus pais são convocados para se apurar o motivo por que o garotinho não levantou a mão. Os pais dizem que só podem dizer o motivo dentro do templo de uma igreja. A diretora grita: “Olha, esta escola por acaso tem cara de igreja? Na igreja, vocês façam o que quiserem. Mas aqui é escola! Aqui fazemos o que o governo manda! Ou vocês decidem corrigir agora mesmo essa situação ou o garoto vai ter de passar por um programa de reeducação. O Conselho Tutelar já foi acionado para investigar o comportamento estranho do menino, e a forma como vocês o educam. Decidam agora o destino de vocês!”
Brasil antes do PLC 122:
Antes que mais tarde decidam a sua vida e a vida de seus filhos, decida hoje:
PLC 122 não! Não à propaganda anti-“homofobia” que é fachada para perseguição religiosa! Abaixo à ditadura gay!
domingo, 24 de abril de 2011
Flotilha armada: brasileira que atua na IDF conta o que viu
ANA LUIZA TAPIA | 07 JUNHO 2010
INTERNACIONAL - ORIENTE MÉDIO
Mesmo com braceletes dizendo médico em quatro línguas (inglês, turco, árabe e hebraico) e estetoscópios no pescoço, também a nós eles tentaram agredir. Um deles cuspiu no nosso cirurgião. Um outro deu um soco na enfermeira que tentava medicá-lo.
Sei que todos já estão cansados de ouvir falar do que aconteceu em Gaza nesta semana, mas como ouvi muitas asneiras por aí, resolvi contar a vocês a minha versão da história. Eu não quero que pensem que virei alguma ativista ou algo do gênero. Eu continuo a mesma Ana de sempre. Mas por ter feito parte desse episódio, não posso me abster de falar a verdade dos fatos. Eu estava lá! Ninguém me contou. Não li no jornal. Não vi fotos na Internet ou vídeos no Youtube. Vi tudo como foi mesmo, ao vivo e com muitas cores. Como vocês sabem, eu estou servindo com médica na medicina de emergência do Exército de Israel, departamento de trauma. Isso significa: medicina em campo.
4h30 da manhã de segunda-feira: meu telefone do Exército começa a tocar. Possíveis conflitos em Gaza? Pedido de ajuda da força médica, garantir que não faltarão médicos. Minha ordem: aprontar-me rapidamente e pegar suprimentos, o helicóptero virá me buscar na base. No caminho, me explicam a situação. Há um navio da ONU tentando furar a barreira em Gaza. Li todos os registros fornecidos pela inteligência do Exército (até para entender o tamanho da situação). O navio se aproximou da costa a caminho de Gaza. O acordo entre Israel e a ONU é que todos os barcos devem ser inspecionados no porto de Ashdod em Israel e todos os suprimentos devem ser transportados pelo nosso Exército a Gaza. Isso porque cerca de 14 mísseis tem sido lançados de Gaza contra Israel diariamente. E não podemos permitir que mais armamento e material para construção de bombas seja enviado ao Hamas, grupo terrorista que controla gaza. Dessa forma, evitamos uma nova guerra. Ao menos por agora.
O navio se recusou a parar. Disseram que eles mesmo entregariam a carga a Gaza. Assim, diante de um navio com 95% de civis inocentes (os outros 5% são ativistas de grupos terroristas aliados ao Hamas, que tramaram toda essa confusão), Israel decidiu oferecer aos comandantes do navio que parassem para inspeção em alto mar. Mandaríamos soldados para inspecionar o navio e se não houvesse armamento ele poderia seguir rumo a Gaza. Essa foi uma atitude extremamente pacifista do nosso exército, em respeito aos civis que estavam no navio. E, se não há armamento no navio, qual é o problema de que ele seja inspecionado? Os comandantes do navio concordaram com a inspeção.
5:00h - Minha chegada em Gaza. Exatamente no momento em que os soldados estavam entrando nos barcos. E foram gratuitamente atacados: tiveram suas armas roubadas, foram espancados e esfaqueados. Mais soldados foram enviados, desta vez para controlar o conflito. Cerca de 50 pessoas se envolveram no conflito, 9 morreram. Morreram aqueles que tentaram matar nossos soldados, aqueles que não eram civis pacifistas da ONU, mas sim militantes terroristas que comandavam o grupo. Todos os demais 22 feridos entre os tripulantes do navio, foram atendidos e resgatados por nós, eu e minha equipe e enviados para os melhores hospitais em Israel.
Entre nós, nove feridos. Tiros, facadas e espancamento. Um deles ainda está em estado gravíssimo após concussão e seis tiros no tronco. Meninos entre 18 e 22 anos, que tinham ordem para inspecionar um navio da ONU e não ferir ninguém. E não o fizeram. Israel não disparou nem o primeiro, nem o segundo tiro. Fomos punidos por confiar no suposto pacifismo da ONU. Se soubéssemos a intenção do grupo, jamais teríamos enviados nossos jovens praticamente desarmados para dentro do navio. Ele teria sim sido atacado pelo mar. E agora todos os que ainda levantam a voz contra Israel estariam no fundo mar.
Depois de atender os nossos soldados, me juntei a outra parte da nossa equipe que já cuidava dos tripulantes. Mesmo com braceletes dizendo médico em quatro línguas (inglês, turco, árabe e hebraico) e estetoscópios no pescoço, também a nós eles tentaram agredir. Um deles cuspiu no nosso cirurgião. Um outro deu um soco na enfermeira que tentava medicá-lo. Além de agressores, são também ingratos. Eu trabalhei por 6 horas seguidas atendendo somente tripulantes do navio. Todo o suprimento médico e ajuda foram oferecidos por Israel. Depois do final da confusão o navio foi finalmente inspecionado. Lotado de armas brancas e material para confecção de bombas caseiras. Onde é que está o pacifismo da ONU??? Na terça-feira, fui visitar não só os nossos soldados, mas também os feridos do navio. Essa é a política que Israel tenta manter: nós não matamos civis como os terroristas árabes. Nós não nos recusamos a enviar ajuda a Gaza. Nós não queremos mais guerra. Mas jamais vamos permitir que matem os nossos soldados.
Só milionário idiota que acha lindo ser missionário da ONU não entende que guerra não é lugar para civis se meterem. Havia um bebê no barco (que saiu ileso, obviamente): alguém pode explicar por que uma mãe coloca um bebê em um navio a caminho de uma zona de guerra? Onde eles querem chegar com isso? Eles não entendem que foram usados como ferramenta contra Israel, e que a intenção nunca foi enviar ajuda a Gaza e sim gerar polêmica e criar ainda mais oposição internacional. E continuam sem entender que dar força ao terrorismo do Hamas, do Hezbollah ou do Irã só significa mais perigo. Não só a Israel, mas ao mundo todo. E o presidente Lula precisa também entender que desta guerra ele não entende. E que o Brasil já tem problemas demais sem resolver. Tem mais gente passando fome que Gaza. Tem muito mais gente morrendo vítima da violência urbana no Rio do que mortos nas guerras daqui. E passar a cuidar dos problemas daí. Dos daqui, cuidamos nós.
Eu sempre me orgulho de ser também brasileira. Mas nesta semana chorei. De raiva, de raiva de ver que especialmente no Brasil, muito mais do que em qualquer outro lugar, as notícias são absolutamente distorcidas. E isso é lamentável. Não me entendam mal. Eu não acho que todos os árabes são terroristas. Mas sei que quem os controla hoje é. E que esta guerra não é só contra Israel. O Islamismo prega o extermínio de todo o mundo não árabe. Nós só somos os primeiros da lista negra. Por favor, encaminhem este e-mail aos que ainda não entendem que guerra é guerra e que os terroristas não são coitadinhos. Eu prometo escrever da próxima vez com melhores notícias e melhor humor. Tenho algumas boas aventuras pra contar.
Ana Luiza Tapia fez "Aliá" há pouco mais de dois anos e serve ao exército israelense (IDF - Israel Defense Forces), na área médica.
INTERNACIONAL - ORIENTE MÉDIO
Mesmo com braceletes dizendo médico em quatro línguas (inglês, turco, árabe e hebraico) e estetoscópios no pescoço, também a nós eles tentaram agredir. Um deles cuspiu no nosso cirurgião. Um outro deu um soco na enfermeira que tentava medicá-lo.
Sei que todos já estão cansados de ouvir falar do que aconteceu em Gaza nesta semana, mas como ouvi muitas asneiras por aí, resolvi contar a vocês a minha versão da história. Eu não quero que pensem que virei alguma ativista ou algo do gênero. Eu continuo a mesma Ana de sempre. Mas por ter feito parte desse episódio, não posso me abster de falar a verdade dos fatos. Eu estava lá! Ninguém me contou. Não li no jornal. Não vi fotos na Internet ou vídeos no Youtube. Vi tudo como foi mesmo, ao vivo e com muitas cores. Como vocês sabem, eu estou servindo com médica na medicina de emergência do Exército de Israel, departamento de trauma. Isso significa: medicina em campo.
4h30 da manhã de segunda-feira: meu telefone do Exército começa a tocar. Possíveis conflitos em Gaza? Pedido de ajuda da força médica, garantir que não faltarão médicos. Minha ordem: aprontar-me rapidamente e pegar suprimentos, o helicóptero virá me buscar na base. No caminho, me explicam a situação. Há um navio da ONU tentando furar a barreira em Gaza. Li todos os registros fornecidos pela inteligência do Exército (até para entender o tamanho da situação). O navio se aproximou da costa a caminho de Gaza. O acordo entre Israel e a ONU é que todos os barcos devem ser inspecionados no porto de Ashdod em Israel e todos os suprimentos devem ser transportados pelo nosso Exército a Gaza. Isso porque cerca de 14 mísseis tem sido lançados de Gaza contra Israel diariamente. E não podemos permitir que mais armamento e material para construção de bombas seja enviado ao Hamas, grupo terrorista que controla gaza. Dessa forma, evitamos uma nova guerra. Ao menos por agora.
O navio se recusou a parar. Disseram que eles mesmo entregariam a carga a Gaza. Assim, diante de um navio com 95% de civis inocentes (os outros 5% são ativistas de grupos terroristas aliados ao Hamas, que tramaram toda essa confusão), Israel decidiu oferecer aos comandantes do navio que parassem para inspeção em alto mar. Mandaríamos soldados para inspecionar o navio e se não houvesse armamento ele poderia seguir rumo a Gaza. Essa foi uma atitude extremamente pacifista do nosso exército, em respeito aos civis que estavam no navio. E, se não há armamento no navio, qual é o problema de que ele seja inspecionado? Os comandantes do navio concordaram com a inspeção.
5:00h - Minha chegada em Gaza. Exatamente no momento em que os soldados estavam entrando nos barcos. E foram gratuitamente atacados: tiveram suas armas roubadas, foram espancados e esfaqueados. Mais soldados foram enviados, desta vez para controlar o conflito. Cerca de 50 pessoas se envolveram no conflito, 9 morreram. Morreram aqueles que tentaram matar nossos soldados, aqueles que não eram civis pacifistas da ONU, mas sim militantes terroristas que comandavam o grupo. Todos os demais 22 feridos entre os tripulantes do navio, foram atendidos e resgatados por nós, eu e minha equipe e enviados para os melhores hospitais em Israel.
Entre nós, nove feridos. Tiros, facadas e espancamento. Um deles ainda está em estado gravíssimo após concussão e seis tiros no tronco. Meninos entre 18 e 22 anos, que tinham ordem para inspecionar um navio da ONU e não ferir ninguém. E não o fizeram. Israel não disparou nem o primeiro, nem o segundo tiro. Fomos punidos por confiar no suposto pacifismo da ONU. Se soubéssemos a intenção do grupo, jamais teríamos enviados nossos jovens praticamente desarmados para dentro do navio. Ele teria sim sido atacado pelo mar. E agora todos os que ainda levantam a voz contra Israel estariam no fundo mar.
Depois de atender os nossos soldados, me juntei a outra parte da nossa equipe que já cuidava dos tripulantes. Mesmo com braceletes dizendo médico em quatro línguas (inglês, turco, árabe e hebraico) e estetoscópios no pescoço, também a nós eles tentaram agredir. Um deles cuspiu no nosso cirurgião. Um outro deu um soco na enfermeira que tentava medicá-lo. Além de agressores, são também ingratos. Eu trabalhei por 6 horas seguidas atendendo somente tripulantes do navio. Todo o suprimento médico e ajuda foram oferecidos por Israel. Depois do final da confusão o navio foi finalmente inspecionado. Lotado de armas brancas e material para confecção de bombas caseiras. Onde é que está o pacifismo da ONU??? Na terça-feira, fui visitar não só os nossos soldados, mas também os feridos do navio. Essa é a política que Israel tenta manter: nós não matamos civis como os terroristas árabes. Nós não nos recusamos a enviar ajuda a Gaza. Nós não queremos mais guerra. Mas jamais vamos permitir que matem os nossos soldados.
Só milionário idiota que acha lindo ser missionário da ONU não entende que guerra não é lugar para civis se meterem. Havia um bebê no barco (que saiu ileso, obviamente): alguém pode explicar por que uma mãe coloca um bebê em um navio a caminho de uma zona de guerra? Onde eles querem chegar com isso? Eles não entendem que foram usados como ferramenta contra Israel, e que a intenção nunca foi enviar ajuda a Gaza e sim gerar polêmica e criar ainda mais oposição internacional. E continuam sem entender que dar força ao terrorismo do Hamas, do Hezbollah ou do Irã só significa mais perigo. Não só a Israel, mas ao mundo todo. E o presidente Lula precisa também entender que desta guerra ele não entende. E que o Brasil já tem problemas demais sem resolver. Tem mais gente passando fome que Gaza. Tem muito mais gente morrendo vítima da violência urbana no Rio do que mortos nas guerras daqui. E passar a cuidar dos problemas daí. Dos daqui, cuidamos nós.
Eu sempre me orgulho de ser também brasileira. Mas nesta semana chorei. De raiva, de raiva de ver que especialmente no Brasil, muito mais do que em qualquer outro lugar, as notícias são absolutamente distorcidas. E isso é lamentável. Não me entendam mal. Eu não acho que todos os árabes são terroristas. Mas sei que quem os controla hoje é. E que esta guerra não é só contra Israel. O Islamismo prega o extermínio de todo o mundo não árabe. Nós só somos os primeiros da lista negra. Por favor, encaminhem este e-mail aos que ainda não entendem que guerra é guerra e que os terroristas não são coitadinhos. Eu prometo escrever da próxima vez com melhores notícias e melhor humor. Tenho algumas boas aventuras pra contar.
Ana Luiza Tapia fez "Aliá" há pouco mais de dois anos e serve ao exército israelense (IDF - Israel Defense Forces), na área médica.
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