Patrick B. Craine
AMSTERDÃ, Holanda, 2 de junho
de 2011 (Notícias Pró-Família) —
Comissários de casamento de um
distrito de Amsterdã serão
forçados a se submeter a
avaliações anuais para garantir
que apoiem“casamentos” de
mesmo sexo depois que se
descobriu que duas comissárias
se recusaram a celebrar as
cerimônias.
Desde 2007, a prefeitura do
distrito Nieuw-West de Amsterdã
só contrata comissários que
concordam em realizar
“casamentos” de mesmo sexo, e
as autoridades aparentemente
acreditavam que o distrito estava
livre de pessoas que“fazem
objeções por motivos de
consciência”.
Uma das duas comissárias que
tinham objeções por motivos de
consciência havia sido contratada
antes da mudança de 2007, mas a
outra disse que não tinha
objeções à realização de
“casamentos” de mesmo sexo
quando foi contratada no ano
passado. A segunda comissária
está agora sob investigação para
se apurar se ela mudou de opinião
ou mentiu para o entrevistador.
Se mentiu, ela provavelmente
será demitida.
As avaliações anuais foram
propostas pelo vereador Ronald
Mauer depois do surgimento de
notícias sobre as duas
comissárias. Não se sabe quais
consequências as duas
comissárias enfrentarão se a
avalição delas mostrar que elas
não querem realizar as
cerimônias.
A Holanda é um dos muitos países
ocidentais em que os comissários
de casamento são proibidos de ter
liberdade de consciência em face
de leis que permitem
“casamentos” ou uniões civis de
mesmo sexo.
Num caso muito conhecido pelo
público, Lillian Ladele, escrivã civil
britânica, foi forçada a se demitir
quando seus patrões na prefeitura
de Islington tentaram exigir que
ela realizasse cerimônias de
parceria civil homossexual. Ela
levou seu caso até o Supremo
Tribunal da Inglaterra, que
recusou lhe dar uma audiência em
2010 sob o pretexto de que o
caso dela não tinha“importância
pública geral”. Ela está agora indo
para o Tribunal Europeu de
Direitos Humanos.
Na província de Saskatchewan no
Canadá, o governo prometeu em
janeiro demitir todos os
comissários de casamento que se
recusarem a“casar” duplas
homossexuais. Essa medida foi
imposta depois que a Corte de
Apelação de Saskatchewan
decidiu que muito mais
importante do que os direitos dos
comissários à liberdade de religião
e consciência é o direito dos
homossexuais à liberdade contra
toda discriminação.
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