Nestes últimos meses quando temos constantemente ouvido falar de centenário, tem-se associado, pelos lideres das igrejas Assembléia de Deus, ao pentecostes. É muito comum ouvirmos as pessoas, em entrevistas televisivas, louvando ao Senhor por termos chegado a este momento histórico da caminhada; e até vejo motivos para comemorações, mas o que não se pode perder de vista é a situação da igreja como um todo, pois será mesmo que a noiva está santa, pura, ataviada, sem ruga, sem mácula, perfeita como a Santa Palavra nos diz que a dita deve estar? Bem, que a mesma palavra o diga por si.
Será que temos memória curta ao ponto de nos esquecermos dos xingamentos, socos, tapas, quebra-quebra e todo tipo de contenda visto na convenção nacional passada; ou vamos fechar nossos olhos para a festa do centenário que vai ser comemorada dividida, isso mesmo, DIVIDIDA no Pará! Guerra de poder, jogo de influência, discórdias e tantas coisas horríveis mais. Será mesmo que tem sido tudo tão belo como os mesmos responsáveis por tudo isso tem tentado pintar aos nossos olhos, com discursos eloquentes do arrebatamento, que “pode acontecer a qualquer momento” e que levam a multidão ao delírio. Será mesmo que se o arrebatamento acontecesse no dia da festa (ou dois arrebatamentos, uma em cada data, pois as festas vão ser em dias diferentes) a igreja iria para o mesmo seleiro como foi descrito pelo próprio Messias em Matheus? Ou será que muitos, principalmente a liderança, não ficariam a esquerda do Senhor e ouviriam o que eles deixaram de fazer pelo Reino?
Queridos leitores, não faço aqui uma critica para a destruição, mas para a cura das feridas e ai sim edificação. Pois para se edificar um edifício a fim de que não caia, é preciso ter um sólido fundamento que não pode ser outro senão o fundamento dos apóstolos e dos profetas que é a Santa Palavra de Deus. Ouve-se tanto falar de pentecostes e pouco se compreende a respeito, pois, constantemente, os pregadores associam o pentecostes ao sapatear, gritar, ficar eufórico, chorar e tantas outras coisas que nem de longe expressam a verdadeira demonstração de Poder do Reino.
O pentecostes (Shavuôt do original Hebraico - semanas) é na verdade uma festa onde marcantemente comemora-se a entrega da Torá (ao pé da letra Instrução) que é a Santa Palavra escrita do Altíssimo. E um fato que está relatado na Própria Torá é que no evento o povo falou em línguas (isto está em hebraico – colôt- ) e os rabinos dizem que os mandamentos foram dados em 70 linguas, então se vai para atos dos apóstolos, no derramamento do Espírito, há línguas também. O mesmo sinal! Impressionante!
É muito importante fazermos correlações da manifestação do Senhor com as festas bíblicas que foram dadas pelo Altíssimo ao seu povo e que chegaram até as nações através do seu filho Yeshua (jesus) para bênçãos e revelação do caráter do Eterno. Se não tivéssemos (a igreja) em grande parte perdido algumas recomendações importantes da Palavra que nos exorta a vivermos em comunhão, unidade de propósito, em amor, em temor, em santidade e muitas outras, não estaríamos sendo vitimas de tanto egoísmo, divisão, maldade, desprezo da Palavra, profanação e muitas abominações que tem sido impostas pelo reino das trevas e agora também pelos governos internacionais.
Quem tem ouvidos ouça o chamado para o arrependimento e busque ao Altíssimo em oração e sinceridade de coração querendo dele o perdão e a graça que é o revestimento que capacita o homem terreno a se tornar semelhante ao Homem celestial (Yeshua), que se agrada da obediência e como a Palavra nos mostra na primeira carta de João que “não pode viver em pecado (desobediência dos mandamentos), pois a semente divina está nele”.
No Messias, Shalom.
quinta-feira, 9 de junho de 2011
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Silas Malafaia, ditadura gay edesunião cristã
Sete deputados estaduais
evangélicos aprovam lei gay
no Rio, inclusive irmão de
Silas Malafaia e filho de R.R.
Soares
Julio Severo
Mesmo longe do Brasil, eu estava
acompanhando emocionadamente
a marcha cristã de 1 de junho
contra o PLC 122. A manifestação,
que ocorreu na frente do
Congresso Nacional em Brasília e
foi liderada pelo Pr. Silas Malafaia,
merecia a total atenção de todos
os cristãos.
Estando no exterior, não tenho
acesso às redes de televisão do
Brasil, a não ser pela internet.
Assim sendo, visitei sites de
emissoras evangélicas às 15h,
horário do início do evento, mas
não vi nenhuma delas dando
cobertura.
Numa televisão evangélica de
Brasília, tudo o que pude ver foi a
pregação de uma pastora…
Não é de admirar pois que as
emissoras seculares não tivessem
feito mais do que as emissoras
evangélicas.
Noticiei que compareceram à
manifestação cristã umas 20 mil
pessoas, mas alguns que
participaram dizem o número foi
50 mil ou 80 mil.
Se o PLC 122 ou outra lei
anti-“homofobia” passar, afetará
apenas 20, 50 ou 80 mil pessoas?
Afetará apenas 500 mil pessoas?
Então por que mais pessoas não
compareceram? Por que as redes
evangélicas e católicas não
fizeram cobertura completa da
marcha em defesa da família?
Não foi somente o evento liderado
por Silas Malafaia em Brasília que
enfrentou descaso e contradição
cristã. Em 4 de junho, Malafaia
também liderou a Marcha para
Jesus do Rio e atacou a obsessão
política de Sérgio Cabral pela
sodomia. O governador do Rio,
que havia recebido amplo apoio
de Malafaia e Crivella na sua
primeira eleição, foi com muita
justiça denunciado por Malafaia,
que também exortou a multidão
de participantes a resistirem à
avalanche de leis pró-sodomia
que Cabral está impondo a ferro e
fogo no Rio.
No palanque, Malafaia também
exortou seu irmão, Samuel
Malafaia, a lutar contra as leis de
institucionalização da sodomia.
Essas leis fatalmente geram a
descaracterização e deformação
da família e proteção das crianças.
Não há dúvida de que o irmão de
Malafaia precisa de exortação. A
Assembleia Legislativa do Rio de
Janeiro, onde Samuel Malafaia é
deputado estadual, aprovou em
25 de maio emenda à constituição
estadual nº 23/2007, a qual inclui
o termo“orientação sexual” no rol
dos direitos e garantias
fundamentais, que por sua vez
garantirá a aprovação de
qualquer PLC 122 e outros males
para a sociedade, exclusivamente
para privilegiar a sodomia.
O jornal Extra afirma que os
únicos que votaram contra essa
emenda foram dois deputados
estaduais: Edson Albertassi e
Flávio Bolsonaro, filho do
deputado federal Jair Bolsonaro.
Albertassi foi o único deputado
evangélico a mostrar a cara. Onde
estavam todos os outros
deputados evangélicos?
Desaparecidos? Tomando banho
de sol na praia de Ipanema?
Hospitalizados? Qual é a santa
desculpa que vão apresentar?
Enquanto a população está
preocupada com o feroz avanço
do movimento ideológico gay,
redes evangélicas e católicas de
televisão estão ocupadas demais
para cobrir nossas manifestações,
deixando-nos dependentes de
meros blogs como o meu, que não
têm nem de longe a repercussão
que tem um canal de TV. Mesmo
assim, cada um faz o que pode.
Uma jovem do Rio escreveu o
endereço do meu blog numa
camiseta e, por conta própria,
usou-a na Marcha para Jesus na
esperança de indicar para outros
uma fonte de informação
indisponível na mídia secular e
cristã.
Enquanto a população cristã vota
em políticos cristãos para que
defendam pelo menos os
interesses da família, na hora
crítica da votação de uma
ameaçadora emenda de
“orientação sexual” no Rio, todos
os deputados evangélicos
sumiram do mapa e só Edson
Albertassi e Flávio Bolsonaro se
distinguiram votando contra.
Em seu site, o próprio Silas
Malafaia reconheceu
publicamente que essa emenda é
um perigo e confirmou que já foi
aprovada na primeira votação,
alertando o povo do Rio a
pressionar os deputados
estaduais a votar contra também.
Mas o próprio irmão de Malafaia
não estava com Albertassi e
Bolsonaro quando esses dois
deputados sozinhos disseram
“não” à emenda. A pergunta
intrigante é: Por que o irmão de
Malafaia votou a favor da terrível
emenda? Por que? (O blog
Holofote acaba de confirmar que o
irmão de Silas Malafaia realmente
aprovou a lei gay de Sério Cabral;
não só ele, mas também sete
outros deputados estaduais
evangélicos, inclusive Marcos
Soares, filho do famoso R. R.
Soares, da Igreja Internacional da
Graça.)
Se a população do Rio não reagir
rápido, cobrando energicamente
dos deputados cristãos que
aparentemente estão tirando uma
soneca ou até votando a favor do
mal, o Rio de Janeiro poderá se
tornar no Brasil o primeiro palco
de uma sociedade sob uma lei
onde a ordem suprema é a total
reverência à sodomia.
Se a população do Brasil não
reagir rápido, cobrando
energicamente dos canais
evangélicos e católicos de TV que
decidiram livremente não cobrir
um evento contra a ditadura gay,
chegará o dia em que depois de
uma soneca descobrirão que não
mais têm direito nem liberdade de
decidir. Em vez de poderem
informar que a sodomia é
prejudicial, serão obrigados a
dizer que a sodomia é uma
maravilha inigualável.
Só porque Jesus Cristo disse que
os dias finais seriam como os dias
de Sodoma significa que as
televisões cristãs, com a
cumplicidade de políticos cristãos
que se ausentam de votações
cruciais ou votam no mal, devam
deixar a omissão ou atos
deliberados desempenharem um
papel fundamental para o
cumprimento dessa profecia?
Nota:Parece que a única
televisão evangélica a transmitir a
marcha contra o PLC 122 em
Brasília foi a TV Boas Novas,
conforme informação que acabei
de receber desse canal e que se
encontra na seção de comentários
deste artigo.
Atualizado em 6 de junho.
evangélicos aprovam lei gay
no Rio, inclusive irmão de
Silas Malafaia e filho de R.R.
Soares
Julio Severo
Mesmo longe do Brasil, eu estava
acompanhando emocionadamente
a marcha cristã de 1 de junho
contra o PLC 122. A manifestação,
que ocorreu na frente do
Congresso Nacional em Brasília e
foi liderada pelo Pr. Silas Malafaia,
merecia a total atenção de todos
os cristãos.
Estando no exterior, não tenho
acesso às redes de televisão do
Brasil, a não ser pela internet.
Assim sendo, visitei sites de
emissoras evangélicas às 15h,
horário do início do evento, mas
não vi nenhuma delas dando
cobertura.
Numa televisão evangélica de
Brasília, tudo o que pude ver foi a
pregação de uma pastora…
Não é de admirar pois que as
emissoras seculares não tivessem
feito mais do que as emissoras
evangélicas.
Noticiei que compareceram à
manifestação cristã umas 20 mil
pessoas, mas alguns que
participaram dizem o número foi
50 mil ou 80 mil.
Se o PLC 122 ou outra lei
anti-“homofobia” passar, afetará
apenas 20, 50 ou 80 mil pessoas?
Afetará apenas 500 mil pessoas?
Então por que mais pessoas não
compareceram? Por que as redes
evangélicas e católicas não
fizeram cobertura completa da
marcha em defesa da família?
Não foi somente o evento liderado
por Silas Malafaia em Brasília que
enfrentou descaso e contradição
cristã. Em 4 de junho, Malafaia
também liderou a Marcha para
Jesus do Rio e atacou a obsessão
política de Sérgio Cabral pela
sodomia. O governador do Rio,
que havia recebido amplo apoio
de Malafaia e Crivella na sua
primeira eleição, foi com muita
justiça denunciado por Malafaia,
que também exortou a multidão
de participantes a resistirem à
avalanche de leis pró-sodomia
que Cabral está impondo a ferro e
fogo no Rio.
No palanque, Malafaia também
exortou seu irmão, Samuel
Malafaia, a lutar contra as leis de
institucionalização da sodomia.
Essas leis fatalmente geram a
descaracterização e deformação
da família e proteção das crianças.
Não há dúvida de que o irmão de
Malafaia precisa de exortação. A
Assembleia Legislativa do Rio de
Janeiro, onde Samuel Malafaia é
deputado estadual, aprovou em
25 de maio emenda à constituição
estadual nº 23/2007, a qual inclui
o termo“orientação sexual” no rol
dos direitos e garantias
fundamentais, que por sua vez
garantirá a aprovação de
qualquer PLC 122 e outros males
para a sociedade, exclusivamente
para privilegiar a sodomia.
O jornal Extra afirma que os
únicos que votaram contra essa
emenda foram dois deputados
estaduais: Edson Albertassi e
Flávio Bolsonaro, filho do
deputado federal Jair Bolsonaro.
Albertassi foi o único deputado
evangélico a mostrar a cara. Onde
estavam todos os outros
deputados evangélicos?
Desaparecidos? Tomando banho
de sol na praia de Ipanema?
Hospitalizados? Qual é a santa
desculpa que vão apresentar?
Enquanto a população está
preocupada com o feroz avanço
do movimento ideológico gay,
redes evangélicas e católicas de
televisão estão ocupadas demais
para cobrir nossas manifestações,
deixando-nos dependentes de
meros blogs como o meu, que não
têm nem de longe a repercussão
que tem um canal de TV. Mesmo
assim, cada um faz o que pode.
Uma jovem do Rio escreveu o
endereço do meu blog numa
camiseta e, por conta própria,
usou-a na Marcha para Jesus na
esperança de indicar para outros
uma fonte de informação
indisponível na mídia secular e
cristã.
Enquanto a população cristã vota
em políticos cristãos para que
defendam pelo menos os
interesses da família, na hora
crítica da votação de uma
ameaçadora emenda de
“orientação sexual” no Rio, todos
os deputados evangélicos
sumiram do mapa e só Edson
Albertassi e Flávio Bolsonaro se
distinguiram votando contra.
Em seu site, o próprio Silas
Malafaia reconheceu
publicamente que essa emenda é
um perigo e confirmou que já foi
aprovada na primeira votação,
alertando o povo do Rio a
pressionar os deputados
estaduais a votar contra também.
Mas o próprio irmão de Malafaia
não estava com Albertassi e
Bolsonaro quando esses dois
deputados sozinhos disseram
“não” à emenda. A pergunta
intrigante é: Por que o irmão de
Malafaia votou a favor da terrível
emenda? Por que? (O blog
Holofote acaba de confirmar que o
irmão de Silas Malafaia realmente
aprovou a lei gay de Sério Cabral;
não só ele, mas também sete
outros deputados estaduais
evangélicos, inclusive Marcos
Soares, filho do famoso R. R.
Soares, da Igreja Internacional da
Graça.)
Se a população do Rio não reagir
rápido, cobrando energicamente
dos deputados cristãos que
aparentemente estão tirando uma
soneca ou até votando a favor do
mal, o Rio de Janeiro poderá se
tornar no Brasil o primeiro palco
de uma sociedade sob uma lei
onde a ordem suprema é a total
reverência à sodomia.
Se a população do Brasil não
reagir rápido, cobrando
energicamente dos canais
evangélicos e católicos de TV que
decidiram livremente não cobrir
um evento contra a ditadura gay,
chegará o dia em que depois de
uma soneca descobrirão que não
mais têm direito nem liberdade de
decidir. Em vez de poderem
informar que a sodomia é
prejudicial, serão obrigados a
dizer que a sodomia é uma
maravilha inigualável.
Só porque Jesus Cristo disse que
os dias finais seriam como os dias
de Sodoma significa que as
televisões cristãs, com a
cumplicidade de políticos cristãos
que se ausentam de votações
cruciais ou votam no mal, devam
deixar a omissão ou atos
deliberados desempenharem um
papel fundamental para o
cumprimento dessa profecia?
Nota:Parece que a única
televisão evangélica a transmitir a
marcha contra o PLC 122 em
Brasília foi a TV Boas Novas,
conforme informação que acabei
de receber desse canal e que se
encontra na seção de comentários
deste artigo.
Atualizado em 6 de junho.
Escândalo: Alunos do Acre sãotrancados em salas de aula eobrigados a assistir aosvídeos do kit gay
Comentário de Julio Severo:
Ministro da educação havia dito
que“kit gay” não tinha sido
aprovado, mas escolas do Acre,
com a permissão do MEC, forçam
alunos a assistir vídeos
homossexuais do kit. Se os alunos
tivessem sido trancados em sala
de aula para aprender sobre
Cristianismo, a TV Globo, a TV
Record, todos os jornais, o
Congresso e outras autoridades
estariam exigindo a prisão de
todos os responsáveis pelo crime
de forçar alunos ao Cristianismo.
Mas e agora que o caso envolve a
glorificação do“amor” anal entre
homens? Quem está pedindo
cadeia para os criminosos que
forçaram alunos a assistir vídeos
do kit gay em salas de aula
trancadas? Onde está a justiça?
Onde estão os direitos das
crianças tão proclamados por esse
governo? Onde estão os direitos
dos pais? O Pr. José Ildson, que
comandou a mobilização contra o
crime contra os alunos, está de
parabéns. Em fevereiro de 2008,
tive uma longa conversa pessoal
com ele e considero-o um grande
um batalhador.
A denúncia a seguir foi feita por
Reinaldo Azevedo:
FORA, HADDAD! Alunos do
Acre, governado pelo PT,
estavam sendo obrigado a
assistir filmes do“kit gay”
vetado por Dilma
Reinaldo Azevedo
Você já gritou hoje “FORA,
HADDAD!”? Ainda não? Então tem
agora mais um motivo para fazê-
lo.Atenção! O tal “kit gay” já
tinha sido distribuído a
escolas de Rio Branco, capital
do Acre— governado por Tião
Viana, do PT — e, consta, de
Recife, o que não consegui
confirmar.
Isso significa que, para não variar,
Fernando Haddad, ministro da
Educação— aquele que acha mais
evoluído matar pessoas depois de
ler livros do que matá-las sem os
ter lido—, deixou de dizer a
verdade ao afirmar que o
material não tinha sido ainda
aprovado pelo MEC.
É escandaloso que o governador
Tião Viana permita que os
estudantes do Acre tenham
acesso a um material considerado
inadequado por diversos
especialistas e que foi vetado pela
própria presidente da República.
Pior: os alunos estavam sendo
obrigatoriamente submetidos
às sessões, o que, na prática,
até um secretário de estado
admite.
FORA, HADDAD! Leiam o que
informa agazeta.net, do Acre:
Governo suspende
distribuição do Kit Gay em Rio
Branco
O secretário [Henrique Corinto, de
Justiça e Direitos Humanos] foi
convocado pela bancada
evangélica na Assembléia
Legislativa do estado para
explicar denúncias de que
estudantes da rede estadual
de ensino estavam sendo
obrigados a assistir aos
vídeos distribuídos pelo MEC
na luta contra a homofobia.Os
deputados fizeram questão de
assistir os vídeos na presença do
secretário.
“Nós recebemos denúncias de
estudantes e de pais de alunos
que, na escola Armando Nogueira,
os professores estavam
obrigando os alunos a assistir
aos vídeos. Muitos estudantes
reclamaram que nem sequer
puderam sair da sala, que foi
trancada. O próprio diretor da
escola confirmou que estava
sendo obrigado pelo
secretário de educação a
exibir os vídeos”, explicou o
deputado Astério Moreira (PRP).
Os deputados, que não gostaram
do filme que trata da paixão de
um adolescente do sexo
masculino por outro do mesmo
sexo, ficaram ainda mais
indignados ao saber que, apesar
de proibidos nos outros estados
da federação,os vídeos
continuaram a ser exibidos
para os estudantes acreanos
porque a ação faz parte de um
plano piloto em execução em Rio
Branco e em Recife.“Isso é
crime. Quer dizer que estão
usando nossas crianças como
cobaias”?, reclamou a deputada
Antônia Sales (PMDB).
Já o pastor José Ildson,
presente à reunião, informou
ao secretário que, se o
governo insistisse na
divulgação do material, a
sociedade seria mobilizada
contra a prática. “Se é
proibido falar de religião nas
escolas, por que é obrigado
falar de homossexualismo?
Não vejo bom senso nessa
medida, e vamos reagir
contra. Não podemos ser
punidos por defender a
família, o que não significa
que sejamos contra os
homossexuais. Somos contra
a indução, a apologia à
prática”, esclareceu o pastor.
Após a conversa de
aproximadamente duas horas, o
secretário de Direitos Humanos
declarou suspensa a exibição dos
vídeos nas escolas da rede
pública da capital.“O assunto é
polêmico e deve ser mais bem
esclarecido. Não queremos
alimentar polêmica; por isso
decidi suspender a partir de
hoje”, disse Henrique Corinto.
A propósito: Marina Silva, que
é “governo” no Acre, vai se
calar?
Ministro da educação havia dito
que“kit gay” não tinha sido
aprovado, mas escolas do Acre,
com a permissão do MEC, forçam
alunos a assistir vídeos
homossexuais do kit. Se os alunos
tivessem sido trancados em sala
de aula para aprender sobre
Cristianismo, a TV Globo, a TV
Record, todos os jornais, o
Congresso e outras autoridades
estariam exigindo a prisão de
todos os responsáveis pelo crime
de forçar alunos ao Cristianismo.
Mas e agora que o caso envolve a
glorificação do“amor” anal entre
homens? Quem está pedindo
cadeia para os criminosos que
forçaram alunos a assistir vídeos
do kit gay em salas de aula
trancadas? Onde está a justiça?
Onde estão os direitos das
crianças tão proclamados por esse
governo? Onde estão os direitos
dos pais? O Pr. José Ildson, que
comandou a mobilização contra o
crime contra os alunos, está de
parabéns. Em fevereiro de 2008,
tive uma longa conversa pessoal
com ele e considero-o um grande
um batalhador.
A denúncia a seguir foi feita por
Reinaldo Azevedo:
FORA, HADDAD! Alunos do
Acre, governado pelo PT,
estavam sendo obrigado a
assistir filmes do“kit gay”
vetado por Dilma
Reinaldo Azevedo
Você já gritou hoje “FORA,
HADDAD!”? Ainda não? Então tem
agora mais um motivo para fazê-
lo.Atenção! O tal “kit gay” já
tinha sido distribuído a
escolas de Rio Branco, capital
do Acre— governado por Tião
Viana, do PT — e, consta, de
Recife, o que não consegui
confirmar.
Isso significa que, para não variar,
Fernando Haddad, ministro da
Educação— aquele que acha mais
evoluído matar pessoas depois de
ler livros do que matá-las sem os
ter lido—, deixou de dizer a
verdade ao afirmar que o
material não tinha sido ainda
aprovado pelo MEC.
É escandaloso que o governador
Tião Viana permita que os
estudantes do Acre tenham
acesso a um material considerado
inadequado por diversos
especialistas e que foi vetado pela
própria presidente da República.
Pior: os alunos estavam sendo
obrigatoriamente submetidos
às sessões, o que, na prática,
até um secretário de estado
admite.
FORA, HADDAD! Leiam o que
informa agazeta.net, do Acre:
Governo suspende
distribuição do Kit Gay em Rio
Branco
O secretário [Henrique Corinto, de
Justiça e Direitos Humanos] foi
convocado pela bancada
evangélica na Assembléia
Legislativa do estado para
explicar denúncias de que
estudantes da rede estadual
de ensino estavam sendo
obrigados a assistir aos
vídeos distribuídos pelo MEC
na luta contra a homofobia.Os
deputados fizeram questão de
assistir os vídeos na presença do
secretário.
“Nós recebemos denúncias de
estudantes e de pais de alunos
que, na escola Armando Nogueira,
os professores estavam
obrigando os alunos a assistir
aos vídeos. Muitos estudantes
reclamaram que nem sequer
puderam sair da sala, que foi
trancada. O próprio diretor da
escola confirmou que estava
sendo obrigado pelo
secretário de educação a
exibir os vídeos”, explicou o
deputado Astério Moreira (PRP).
Os deputados, que não gostaram
do filme que trata da paixão de
um adolescente do sexo
masculino por outro do mesmo
sexo, ficaram ainda mais
indignados ao saber que, apesar
de proibidos nos outros estados
da federação,os vídeos
continuaram a ser exibidos
para os estudantes acreanos
porque a ação faz parte de um
plano piloto em execução em Rio
Branco e em Recife.“Isso é
crime. Quer dizer que estão
usando nossas crianças como
cobaias”?, reclamou a deputada
Antônia Sales (PMDB).
Já o pastor José Ildson,
presente à reunião, informou
ao secretário que, se o
governo insistisse na
divulgação do material, a
sociedade seria mobilizada
contra a prática. “Se é
proibido falar de religião nas
escolas, por que é obrigado
falar de homossexualismo?
Não vejo bom senso nessa
medida, e vamos reagir
contra. Não podemos ser
punidos por defender a
família, o que não significa
que sejamos contra os
homossexuais. Somos contra
a indução, a apologia à
prática”, esclareceu o pastor.
Após a conversa de
aproximadamente duas horas, o
secretário de Direitos Humanos
declarou suspensa a exibição dos
vídeos nas escolas da rede
pública da capital.“O assunto é
polêmico e deve ser mais bem
esclarecido. Não queremos
alimentar polêmica; por isso
decidi suspender a partir de
hoje”, disse Henrique Corinto.
A propósito: Marina Silva, que
é “governo” no Acre, vai se
calar?
sábado, 4 de junho de 2011
Comissários de casamento deAmsterdã deverão sesubmeter a inspeções anuaispara garantir apoio ao“casamento” gay
Patrick B. Craine
AMSTERDÃ, Holanda, 2 de junho
de 2011 (Notícias Pró-Família) —
Comissários de casamento de um
distrito de Amsterdã serão
forçados a se submeter a
avaliações anuais para garantir
que apoiem“casamentos” de
mesmo sexo depois que se
descobriu que duas comissárias
se recusaram a celebrar as
cerimônias.
Desde 2007, a prefeitura do
distrito Nieuw-West de Amsterdã
só contrata comissários que
concordam em realizar
“casamentos” de mesmo sexo, e
as autoridades aparentemente
acreditavam que o distrito estava
livre de pessoas que“fazem
objeções por motivos de
consciência”.
Uma das duas comissárias que
tinham objeções por motivos de
consciência havia sido contratada
antes da mudança de 2007, mas a
outra disse que não tinha
objeções à realização de
“casamentos” de mesmo sexo
quando foi contratada no ano
passado. A segunda comissária
está agora sob investigação para
se apurar se ela mudou de opinião
ou mentiu para o entrevistador.
Se mentiu, ela provavelmente
será demitida.
As avaliações anuais foram
propostas pelo vereador Ronald
Mauer depois do surgimento de
notícias sobre as duas
comissárias. Não se sabe quais
consequências as duas
comissárias enfrentarão se a
avalição delas mostrar que elas
não querem realizar as
cerimônias.
A Holanda é um dos muitos países
ocidentais em que os comissários
de casamento são proibidos de ter
liberdade de consciência em face
de leis que permitem
“casamentos” ou uniões civis de
mesmo sexo.
Num caso muito conhecido pelo
público, Lillian Ladele, escrivã civil
britânica, foi forçada a se demitir
quando seus patrões na prefeitura
de Islington tentaram exigir que
ela realizasse cerimônias de
parceria civil homossexual. Ela
levou seu caso até o Supremo
Tribunal da Inglaterra, que
recusou lhe dar uma audiência em
2010 sob o pretexto de que o
caso dela não tinha“importância
pública geral”. Ela está agora indo
para o Tribunal Europeu de
Direitos Humanos.
Na província de Saskatchewan no
Canadá, o governo prometeu em
janeiro demitir todos os
comissários de casamento que se
recusarem a“casar” duplas
homossexuais. Essa medida foi
imposta depois que a Corte de
Apelação de Saskatchewan
decidiu que muito mais
importante do que os direitos dos
comissários à liberdade de religião
e consciência é o direito dos
homossexuais à liberdade contra
toda discriminação.
AMSTERDÃ, Holanda, 2 de junho
de 2011 (Notícias Pró-Família) —
Comissários de casamento de um
distrito de Amsterdã serão
forçados a se submeter a
avaliações anuais para garantir
que apoiem“casamentos” de
mesmo sexo depois que se
descobriu que duas comissárias
se recusaram a celebrar as
cerimônias.
Desde 2007, a prefeitura do
distrito Nieuw-West de Amsterdã
só contrata comissários que
concordam em realizar
“casamentos” de mesmo sexo, e
as autoridades aparentemente
acreditavam que o distrito estava
livre de pessoas que“fazem
objeções por motivos de
consciência”.
Uma das duas comissárias que
tinham objeções por motivos de
consciência havia sido contratada
antes da mudança de 2007, mas a
outra disse que não tinha
objeções à realização de
“casamentos” de mesmo sexo
quando foi contratada no ano
passado. A segunda comissária
está agora sob investigação para
se apurar se ela mudou de opinião
ou mentiu para o entrevistador.
Se mentiu, ela provavelmente
será demitida.
As avaliações anuais foram
propostas pelo vereador Ronald
Mauer depois do surgimento de
notícias sobre as duas
comissárias. Não se sabe quais
consequências as duas
comissárias enfrentarão se a
avalição delas mostrar que elas
não querem realizar as
cerimônias.
A Holanda é um dos muitos países
ocidentais em que os comissários
de casamento são proibidos de ter
liberdade de consciência em face
de leis que permitem
“casamentos” ou uniões civis de
mesmo sexo.
Num caso muito conhecido pelo
público, Lillian Ladele, escrivã civil
britânica, foi forçada a se demitir
quando seus patrões na prefeitura
de Islington tentaram exigir que
ela realizasse cerimônias de
parceria civil homossexual. Ela
levou seu caso até o Supremo
Tribunal da Inglaterra, que
recusou lhe dar uma audiência em
2010 sob o pretexto de que o
caso dela não tinha“importância
pública geral”. Ela está agora indo
para o Tribunal Europeu de
Direitos Humanos.
Na província de Saskatchewan no
Canadá, o governo prometeu em
janeiro demitir todos os
comissários de casamento que se
recusarem a“casar” duplas
homossexuais. Essa medida foi
imposta depois que a Corte de
Apelação de Saskatchewan
decidiu que muito mais
importante do que os direitos dos
comissários à liberdade de religião
e consciência é o direito dos
homossexuais à liberdade contra
toda discriminação.
Escândalo: Alunos do Acre sãotrancados em salas de aula eobrigados a assistir aosvídeos do kit gay
Comentário de Julio Severo:
Ministro da educação havia dito
que“kit gay” não tinha sido
aprovado, mas escolas do Acre,
com a permissão do MEC, forçam
alunos a assistir vídeos
homossexuais do kit. Se os alunos
tivessem sido trancados em sala
de aula para aprender sobre
Cristianismo, a TV Globo, a TV
Record, todos os jornais, o
Congresso e outras autoridades
estariam exigindo a prisão de
todos os responsáveis pelo crime
de forçar alunos ao Cristianismo.
Mas e agora que o caso envolve a
glorificação do“amor” anal entre
homens? Quem está pedindo
cadeia para os criminosos que
forçaram alunos a assistir vídeos
do kit gay em salas de aula
trancadas? Onde está a justiça?
Onde estão os direitos das
crianças tão proclamados por esse
governo? Onde estão os direitos
dos pais? O Pr. José Ildson, que
comandou a mobilização contra o
crime contra os alunos, está de
parabéns. Em fevereiro de 2008,
tive uma longa conversa pessoal
com ele e considero-o um grande
um batalhador.
A denúncia a seguir foi feita por
Reinaldo Azevedo:
FORA, HADDAD! Alunos do
Acre, governado pelo PT,
estavam sendo obrigado a
assistir filmes do“kit gay”
vetado por Dilma
Reinaldo Azevedo
Você já gritou hoje “FORA,
HADDAD!”? Ainda não? Então tem
agora mais um motivo para fazê-
lo.Atenção! O tal “kit gay” já
tinha sido distribuído a
escolas de Rio Branco, capital
do Acre— governado por Tião
Viana, do PT — e, consta, de
Recife, o que não consegui
confirmar.
Isso significa que, para não variar,
Fernando Haddad, ministro da
Educação— aquele que acha mais
evoluído matar pessoas depois de
ler livros do que matá-las sem os
ter lido—, deixou de dizer a
verdade ao afirmar que o
material não tinha sido ainda
aprovado pelo MEC.
É escandaloso que o governador
Tião Viana permita que os
estudantes do Acre tenham
acesso a um material considerado
inadequado por diversos
especialistas e que foi vetado pela
própria presidente da República.
Pior: os alunos estavam sendo
obrigatoriamente submetidos
às sessões, o que, na prática,
até um secretário de estado
admite.
FORA, HADDAD! Leiam o que
informa agazeta.net, do Acre:
Governo suspende
distribuição do Kit Gay em Rio
Branco
O secretário [Henrique Corinto, de
Justiça e Direitos Humanos] foi
convocado pela bancada
evangélica na Assembléia
Legislativa do estado para
explicar denúncias de que
estudantes da rede estadual
de ensino estavam sendo
obrigados a assistir aos
vídeos distribuídos pelo MEC
na luta contra a homofobia.Os
deputados fizeram questão de
assistir os vídeos na presença do
secretário.
“Nós recebemos denúncias de
estudantes e de pais de alunos
que, na escola Armando Nogueira,
os professores estavam
obrigando os alunos a assistir
aos vídeos. Muitos estudantes
reclamaram que nem sequer
puderam sair da sala, que foi
trancada. O próprio diretor da
escola confirmou que estava
sendo obrigado pelo
secretário de educação a
exibir os vídeos”, explicou o
deputado Astério Moreira (PRP).
Os deputados, que não gostaram
do filme que trata da paixão de
um adolescente do sexo
masculino por outro do mesmo
sexo, ficaram ainda mais
indignados ao saber que, apesar
de proibidos nos outros estados
da federação,os vídeos
continuaram a ser exibidos
para os estudantes acreanos
porque a ação faz parte de um
plano piloto em execução em Rio
Branco e em Recife.“Isso é
crime. Quer dizer que estão
usando nossas crianças como
cobaias”?, reclamou a deputada
Antônia Sales (PMDB).
Já o pastor José Ildson,
presente à reunião, informou
ao secretário que, se o
governo insistisse na
divulgação do material, a
sociedade seria mobilizada
contra a prática. “Se é
proibido falar de religião nas
escolas, por que é obrigado
falar de homossexualismo?
Não vejo bom senso nessa
medida, e vamos reagir
contra. Não podemos ser
punidos por defender a
família, o que não significa
que sejamos contra os
homossexuais. Somos contra
a indução, a apologia à
prática”, esclareceu o pastor.
Após a conversa de
aproximadamente duas horas, o
secretário de Direitos Humanos
declarou suspensa a exibição dos
vídeos nas escolas da rede
pública da capital.“O assunto é
polêmico e deve ser mais bem
esclarecido. Não queremos
alimentar polêmica; por isso
decidi suspender a partir de
hoje”, disse Henrique Corinto.
A propósito: Marina Silva, que
é “governo” no Acre, vai se
calar?
Ministro da educação havia dito
que“kit gay” não tinha sido
aprovado, mas escolas do Acre,
com a permissão do MEC, forçam
alunos a assistir vídeos
homossexuais do kit. Se os alunos
tivessem sido trancados em sala
de aula para aprender sobre
Cristianismo, a TV Globo, a TV
Record, todos os jornais, o
Congresso e outras autoridades
estariam exigindo a prisão de
todos os responsáveis pelo crime
de forçar alunos ao Cristianismo.
Mas e agora que o caso envolve a
glorificação do“amor” anal entre
homens? Quem está pedindo
cadeia para os criminosos que
forçaram alunos a assistir vídeos
do kit gay em salas de aula
trancadas? Onde está a justiça?
Onde estão os direitos das
crianças tão proclamados por esse
governo? Onde estão os direitos
dos pais? O Pr. José Ildson, que
comandou a mobilização contra o
crime contra os alunos, está de
parabéns. Em fevereiro de 2008,
tive uma longa conversa pessoal
com ele e considero-o um grande
um batalhador.
A denúncia a seguir foi feita por
Reinaldo Azevedo:
FORA, HADDAD! Alunos do
Acre, governado pelo PT,
estavam sendo obrigado a
assistir filmes do“kit gay”
vetado por Dilma
Reinaldo Azevedo
Você já gritou hoje “FORA,
HADDAD!”? Ainda não? Então tem
agora mais um motivo para fazê-
lo.Atenção! O tal “kit gay” já
tinha sido distribuído a
escolas de Rio Branco, capital
do Acre— governado por Tião
Viana, do PT — e, consta, de
Recife, o que não consegui
confirmar.
Isso significa que, para não variar,
Fernando Haddad, ministro da
Educação— aquele que acha mais
evoluído matar pessoas depois de
ler livros do que matá-las sem os
ter lido—, deixou de dizer a
verdade ao afirmar que o
material não tinha sido ainda
aprovado pelo MEC.
É escandaloso que o governador
Tião Viana permita que os
estudantes do Acre tenham
acesso a um material considerado
inadequado por diversos
especialistas e que foi vetado pela
própria presidente da República.
Pior: os alunos estavam sendo
obrigatoriamente submetidos
às sessões, o que, na prática,
até um secretário de estado
admite.
FORA, HADDAD! Leiam o que
informa agazeta.net, do Acre:
Governo suspende
distribuição do Kit Gay em Rio
Branco
O secretário [Henrique Corinto, de
Justiça e Direitos Humanos] foi
convocado pela bancada
evangélica na Assembléia
Legislativa do estado para
explicar denúncias de que
estudantes da rede estadual
de ensino estavam sendo
obrigados a assistir aos
vídeos distribuídos pelo MEC
na luta contra a homofobia.Os
deputados fizeram questão de
assistir os vídeos na presença do
secretário.
“Nós recebemos denúncias de
estudantes e de pais de alunos
que, na escola Armando Nogueira,
os professores estavam
obrigando os alunos a assistir
aos vídeos. Muitos estudantes
reclamaram que nem sequer
puderam sair da sala, que foi
trancada. O próprio diretor da
escola confirmou que estava
sendo obrigado pelo
secretário de educação a
exibir os vídeos”, explicou o
deputado Astério Moreira (PRP).
Os deputados, que não gostaram
do filme que trata da paixão de
um adolescente do sexo
masculino por outro do mesmo
sexo, ficaram ainda mais
indignados ao saber que, apesar
de proibidos nos outros estados
da federação,os vídeos
continuaram a ser exibidos
para os estudantes acreanos
porque a ação faz parte de um
plano piloto em execução em Rio
Branco e em Recife.“Isso é
crime. Quer dizer que estão
usando nossas crianças como
cobaias”?, reclamou a deputada
Antônia Sales (PMDB).
Já o pastor José Ildson,
presente à reunião, informou
ao secretário que, se o
governo insistisse na
divulgação do material, a
sociedade seria mobilizada
contra a prática. “Se é
proibido falar de religião nas
escolas, por que é obrigado
falar de homossexualismo?
Não vejo bom senso nessa
medida, e vamos reagir
contra. Não podemos ser
punidos por defender a
família, o que não significa
que sejamos contra os
homossexuais. Somos contra
a indução, a apologia à
prática”, esclareceu o pastor.
Após a conversa de
aproximadamente duas horas, o
secretário de Direitos Humanos
declarou suspensa a exibição dos
vídeos nas escolas da rede
pública da capital.“O assunto é
polêmico e deve ser mais bem
esclarecido. Não queremos
alimentar polêmica; por isso
decidi suspender a partir de
hoje”, disse Henrique Corinto.
A propósito: Marina Silva, que
é “governo” no Acre, vai se
calar?
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